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Versículo do Dia

Romanos 8:38-39 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.





Inhame engorda?


O inhame é um alimento muito nutritivo, além de ser muito saboroso. Ele é rico em vitaminas e sais minerais que ajudam a prevenir e tratar muitas doenças.
Entre os inúmeros benefícios podemos destacar:
  • Ajuda na menopausa;
  • Ajuda contra espasmos;
  • Limpa o sangue;
  • Ajuda a fortalecer o sistema imunológico;
  • Previne a malaria, dengue e febre amarela;
  • O emplastro (compressa) com o inhame ajuda no tratamento de furúnculos, unha encravada, verrugas e espinhas.
  • Para as mulheres: elimina as cólicas menstruais, ajuda a diminuir os sintomas da menopausa;
  • O inhame possui ação anti-inflamatória, deixando o organismo menos suscetível ao acúmulo de líquido e toxinas, ou seja, mão deixa acumular gordurinhas indesejáveis.
Quanto a pergunta que não quer calar, se o inhame engorda ou não engorda, a resposta é: Depende! Se o inhame for consumido de forma adequada e moderada ele ajuda a emagrecer, caso seja consumido de forma exagerada ele irá ajudar a engordar.
Receita de Purê de Inhame (tudogostoso.uol.com)
Ingredientes:
  • 2 ou 3 inhames médios
  • 1 colher cheia de manteiga ou margarina
  • 1/2 xícara de leite, ou o quanto baste para uma consistência cremosa
  • 1 colher (sobremesa) sal
Mode de Preparo
  1. Descasque e corte os inhames em pedacinhos e leve ao fogo para cozinhar em água e sal por cerca de 10 a 15 minutos ou até começar a desmanchar
  2. Escorra e amasse de preferência com um machucador
  3. Na mesma panela do cozimento, coloque o leite e a margarina
  4. Dissolva o inhame até os ingredientes estarem bem misturados
  5. Acerte o sal
  6. Leve ao fogo brando mexendo rapidamente até desprender do fundo da panela
  7. Sirva quentinho com arroz e um ensopadinho de carne






CUIDADO !


CUIDADO! VOCÊ ESTÁ SENDO VIGIADO!


Esta frase, de conotação preconceituosa flagrante, postada no Twitter logo depois das eleições presidenciais de 2010 pela estudante de direito Mayara Petruso, custou-lhe, além do emprego, uma condenação a 1 ano e 5 meses de reclusão, convertida em prestação de serviço comunitário e pagamento de multa.
Semana passada, Soninha Francine, jornalista, apresentadora de TV e ex-vereadora, virou motivo de piada no Twitter depois de usar o microblog para fazer comentários irônicos acerca de uma colisão entre dois veículos do Metrô paulista, o que resultou em dezenas de feridos. A bonita mas pouco inteligente parlamentar escreveu: "Metrô caótico? Não fosse pela TV e Twitter, nem saberia. Peguei Linha Verde e Amarela "sussa".
Na rapidez que só a grande rede pode explicar, as hashtags utilizadas - #sussa e #mtoloco - passaram a figurar entre os trending topics (assuntos mais comentados) do Twitter, o que deixou a moça numa tremenda saia-justa, até porque ela tem pretensões na eleição que se avizinha para a Prefeitura de São Paulo. Se o eleitor fosse um pouquinho mais consciente...
Outros políticos, aqui e no exterior, também têm provado do veneno da internet.
Nos Estados Unidos, o deputado Anthony Weiner teve que se afastar do Congresso depois de compartilhar publicamente uma foto onde ele aparecia de cueca. Na verdade, ele queria enviar a foto para uma jovem com quem flertava, mas errou os botões e a mandou para seu Twitter público.
Na semana passada, o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) foi surpreendido enviado uma mensagem que prometia blindagem ao governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), o que é estranho, se considerarmos que ele, Vaccarezza, é membro da CPI que investiga Carlinhos Cachoeira, com quem o governador pode ter relações escusas.
Os casos de Mayara, Soninha, Vaccarezza e Weiner não são isolados. Nos últimos tempos, mais e mais pessoas vêm perdendo seus empregos ou sendo penalizadas de qualquer outra forma em razão de manifestações infelizes no Twitter ou outras redes sociais. E não pense que a burrada é privilégio de estudantes inexperientes. Gente madura e ocupante de altos cargos em órgãos importantes também já caiu nesta cilada. No início do ano, por exemplo, um funcionário do setor de imprensa da Presidência da República foi exonerado depois de publicar no Twitter uma piada sobre José Serra, mesmo destino de um torcedor do Corinthians que usou o microblog para tecer comentários criticando o São Paulo, clube patrocinado pela empresa da qual ele era diretor.
A coisa é tão séria que pode gerar até uma demissão por justa causa, como explica Eugênio Hainzenreder Junior, especialista do Instituto Millenium e professor de Direito da Pontifícia Universidade Católica - PUC do Rio Grande do Sul - RS.
- A internet é hoje uma forma de comunicação fantástica, pois é rápida, eficaz e barata. No entanto, se deve ter muito cuidado com essa ferramenta, pois a informação nela divulgada, rapidamente se propaga de maneira que não mais se pode controlar os destinatários de determinada mensagem e a sua publicidade - diz o especialista, que acrescenta:
- É inegável que o trabalhador possui, como qualquer outro cidadão, direito à liberdade de expressão, bem como tem a faculdade de fazer parte de redes sociais, ou de emitir opinião pessoal sobre determinados assuntos. No entanto, este direito, seja na internet ou fora dela, não é absoluto. Enquanto empregados, ainda que fora do horário de serviço e distante fisicamente do local de trabalho, permanecemos vinculados a deveres básicos do contrato de trabalho, tais como o dever de zelo, de urbanidade, de diligência, de confiança, entre outros. Dessa maneira, um comentário desabonador ou difamatório postado de forma pública na internet pelo empregado, que venha a romper, ou que, de alguma forma, possa abalar a imagem do empregador, pode sim gerar uma dispensa por justa causa”.
As críticas ao chefe ou aos critérios de atuação desta ou daquela empresa, que antes ficavam restritas ao bate-pago de bar ou cochichos dos corredores, hoje vão direto para as redes sociais, o que já fez com que profissionais de diversas áreas fossem punidos. A legislação trabalhista não tem uma lei específica sobre a justa causa em situações como essa, mas segundo Hainzenreder Junior, as situações existentes na Consolidação das Leis do Trabalho - CLT são suficientes para regular o tema.
- O artigo 482 da CLT prevê hipóteses gerais de falta grave cometida pelo empregado que podem englobar a dispensa por justa causa em razão do uso indevido da internet - observa o professor, emendando:
- Por exemplo, comentários desabonadores à imagem da empresa ou do chefe, veiculados na internet pelo trabalhador, poderiam ser enquadrados como “ato lesivo da honra ou da boa fama praticadas contra o empregador e superiores hierárquicos.
Se você não sabe, anote aí: a relação entre chefes e funcionários vem ganhando novas proporções, algumas inusitadas. Alguns superiores, com o objetivo único de espionar seus subordinados nas redes sociais, chegam a usar nomes falsos para ter acesso a informações que normalmente ficariam na esfera privada. Por mais absurdo que isso possa parecer, alguns deles já chegaram a exigir as senhas de Facebook de candidatos a cargos de trabalho em suas empresas, isto já na entrevista inicial.
Mas os problemas não se restringem à área trabalhista. Na Holanda, depois de um passeio de bicicleta pelos Alpes franceses, Johan Minkjan resolveu se gabar nas redes sociais que frequenta. Até aí, tudo bem! O grande problema é que ele recebia uma pensão do governo por invalidez, um seguro social, cuja devolução foi exigida quando a seguradora descobriu sua performance na internet.
Por isso, seja você uma pessoa pública de grande influência ou um simples desconhecido, não importa. Na hora de digitar seus desabafos ou frustrações, tome cuidado: além de ouvir tudo, as paredes da internet gravam e propagam o que você diz com enorme velocidade e frieza. E um conselho a mais: se beber, não tweete!

Quem inventou o avião


QUEM INVENTOU O AVIÃO? UMA DICA: NÃO FOI UM BRASILEIRO!Filho de um dos maiores cafeicultores do mundo, milionário, amigo de magnatas e princesas e (dizem por aí) gay, era uma estrela dos cafés e dos bulevares de Paris durante a Belle Époque. Nos anos de paz, otimismo e inovação que alegraram a França no começo do século 20, enquanto os irmãos Lumière inventavam o cinema e os expressionistas inovavam a pintura, Santos Dumont encantava a capital do mundo com os balões. Provou que as estruturas movidas a hidrogênio ou ar quente poderiam ser dirigíveis e tornou propriedade pública o direito de alguns de seus inventos, permitindo que qualquer pessoa copiasse os projetos de graça.

Infelizmente, entre as conquistas do brasileiro não se inclui a descoberta do avião. Na verdade, é infantil insistirmos no ufanismo verde-amarelo que Santos Dumont inventou o avião. O crédito dessa descoberta é dos irmãos Orville e Wilbur Wright. Os dois fabricantes de bicicletas dos Estados Unidos voaram antes, voaram mais e contribuíram muito mais para a indústria aeronáutica que o "professor pardal" brasileiro.

Antes que você, internauta, começe a me xingar, leia o texto inteiro e tire você mesmo suas conclusões:

1. O argumento do registro oficial.
Santos Dumont foi o primeiro homem a registrar um vôo controlável com um objeto mais pesado que o ar (e não um balão de ar quente). Essa façanha ocorreu no dia 12 de novembro de 1906, no Campo de Bagatelle, arredores de Paris. A bordo do 14-Bis, ele voou uma distância de 220 metros. Apesar de ter atingido uma altura máxima de 6 metros, conquistou um prêmio de 1.500 francos do Aeroclube Francês, destinado a quem conseguisse voar por mais de 100 metros de distância. Já os irmãos Americanos Orville e Wilbur Wright e outros pioneiros, que afirmam ter voado antes de 1906, não registraram o feito nem o comprovaram em público como fez o brasileiro.

2. O argumento do estilingue
Os aviões dos irmãos Wright não saíam do chão usando força própria. Uma catapulta os impulsionava no momento da decolagem, que também era facilitada por uma linha de trilhos em declive. Como o comitê francês que premiou Santos Dumont proibia forças externas empurrando os aparelhos, a façanha dos Wright é inválida. Já o 14-Bis de Santos Dumont realizou um vôo autônomo, impulsionado por um motor próprio.

Veja a seguir cinco razões para não acreditar nesses dois argumentos. É uma boa história sobre prováveis picaretagens do grande herói brasileiro. Enquanto os irmãos Wright inventavam o avião, Santos Dumont construía balões.

  1. É 17 de dezembro de 1903. Das 10 horas e 35 minutos até o meio-dia, os irmãos Orville e Wilbur Wright fazem pequenos vôos (de 36, 53, 61 e 260 metros) numa praia perto de Kitty Hawk, Carolina do Norte, Estados Unidos.
  2. O Museu do Ar e do Espaço, da França, e a Associação Aeronáutica Internacional reconhecem o episódio como a primeira vez em que o homem saiu do chão com uma máquina dirigível mais pesada que o ar.
  3. O Flyer 1 usa correntes de bicicleta, madeiras de construir casas e, exatamente como os aviões do futuro, hélices, um motor a gasolina e asas levemente curvas.
  4. O garoto Johnny Moore, o salva-vidas John Daniels e mais outras duas pessoas testemunham o fato; uma foto o registra. Um operador de telégrafo transmite a notícia para o pai, fazendo a novidade, contra a vontade dos dois irmãos, vazar para a imprensa.
  5. O jornal Dayton Daily News começa citando um homem que na época fazia sucesso mundial com balões dirigíveis:


GAROTOS DE DAYTON IMITAM O GRANDE SANTOS DUMONT
Orville e Wilbur Wright construíram um avião que fez três testes com sucesso. O jornal logo acrescenta uma novidade frente ao balonismo: O Wright Flyer é uma máquina de voar de verdade. Não tem bolsas de ar ou balão de nenhum tipo, mas é suportada por um par de aerocurves ou velas. E a energia vem de um motor a gasolina.

Na mesma época, Santos Dumont mal imagina que pode sair do chão com um aparelho desprovido de bolsas de ar quente. Os balões lhe rendiam fama mundial desde 1901, quando, a bordo de um modelo alongado, com hélice e um leme, conseguiu dar uma volta na Torre Eiffel. Em 1903, o brasileiro não quer abandonar os balões, pelo contrário. Acha que eles são o futuro do transporte urbano.

Enquanto, nos Estados Unidos, os irmãos Wright voam em aparelhos motorizados com asas levemente curvadas, o brasileiro constrói o dirigível-ônibus. Trata-se de um balão com dez cadeiras enfileiradas. O aparelho nunca decolou com mais de uma pessoa e não deixou legado nem para o balonismo nem para a aviação moderna. A façanha de Santos Dumont abriu caminho para a criação de enormes balões transatlânticos, como o Zepelim.

Há, sim, provas e testemunhas dos vôos dos irmãos Wright. É verdade que não houve registro oficial do vôo dos americanos, sobretudo porque não existia, nos Estados Unidos, prêmios e concursos para pioneiros iguais aos que havia na França. Também porque os dois irmãos estavam muito mais preocupados em ganhar dinheiro com a fabricação de seu projeto que conquistar prêmios e notícias adulatórias nos jornais. Quando alguém perguntava por que eles não faziam vôos públicos, os dois diziam: ”Não somos artistas de circo”.

Além da discrição, os Wright pensavam que, se alguém patenteasse o avião antes deles, todo o esforço em construir as estruturas e testá-las iria pelos ares. Temiam que o projeto fosse copiado por outros inventores, sobretudo o físico Samuel Langley. Ao contrário dos dois bicicleteiros, Langley era um inventor influente. Estudos que ele fez fundamentaram a primeira medição do efeito estufa, realizadas pelo químico sueco Svante Arrhenius. Em 1898, o físico americano construiu um pequeno planador não tripulado, que voou 1.200 metros. Secretário do Instituto Smithsonian, o grande centro de museus e pesquisas dos Estados Unidos, tinha recebido 70 mil dólares do governo americano para construir um avião tripulado. Se esse inventor renomado copiasse o projeto dos Wright, os dois irmãos morreriam tentando provar o plágio. Preferiam, portanto, ter certeza de que haviam inventado o avião antes de divulgar a descoberta.
A certeza chegou em 1904, quando os Wright somaram 45 minutos de vôo. Estavam tão seguros do pioneirismo que resolveram chamar a imprensa. vôos desse ano e do seguinte foram testemunhados por viajantes, empresários e repórteres. Em outubro de 1905, os dois mandaram trinta convites para que testemunhas de credibilidade os assistissem. E elas se deslumbraram. No dia 5 de outubro, Wilbur Wright voou com o Flyer 3 durante 39 minutos, percorrendo 38,9 quilômetros. Bateu o recorde de distância e fez os primeiros vôos circulares, dando trinta voltas no campo de testes. Cerca de sessenta pessoas assistiram àquela e a outras demonstrações.

A lista de testemunhas incluía o dono do terreno onde os vôos aconteceram, o presidente de um banco da cidade de Dayton, além de um auditor público, o tesoureiro de uma casa de empréstimos, dois farmacêuticos, um administrador dos Correios e um bombeiro. Outra testemunha, Amos Root, um criador de abelhas metido a jornalista, escreveu uma carta para a revista Scientific American oferecendo um artigo sobre a descoberta dos irmãos. Os editores recusaram — provavelmente porque naquela época anúncios assim eram comuns e quase sempre infundados.

A revista desconfiava dos dois bicicleteiros. Em fevereiro de 1906, um de seus artigos perguntava se os dois eram ”aeronautas ou mentirosos”, visto que tentavam vender seu projeto antes de fazer demonstrações aos compradores. Um ano depois, porém, a Scientific American admitiu o erro. Depois de entrevistar 17 testemunhas dos vôos, a revista voltou atrás e concordou com a versão dos Wright.

Um ano antes de Santos Dumont exibir-se com o 14-Bis, voar já era uma rotina para os irmãos Wright. Depois dos vôos espetaculares de 1905, eles resolveram encerrar a fase de testes. Dedicaram-se a vender a idéia e ganhar dinheiro com ela. No dia 19 de outubro de 1905, escreveram para o Departamento de Guerra dos Estados Unidos já com um toque de arrogância:

Não pensamos em pedir ajuda financeira do governo. Nós propomos vender os resultados dos experimentos feitos com nosso próprio dinheiro. Também pediram detalhes do negócio: Não podemos fixar um preço nem um prazo de entrega, até ter uma idéia das qualificações necessárias para a máquina. Também precisamos saber se vocês desejam reservar o monopólio do uso dessa invenção, ou se permitirão que aceitemos pedidos de máquinas similares para outros governos, e para dar demonstrações públicas etc.

Se não houve demonstrações na França como aconteceu com o 14-Bis, existem ao menos documentos provando que os Wright construíam aviões muito antes de Santos Dumont. Em maio de 1906, os dois obtiveram o registro de patente número 821.393, referente a controles de uma máquina de voar. A patente contém esboços do Flyer 1, detalhando dimensões e o funcionamento dos mecanismos de aerodinâmica e controle, possibilitando máquinas voarem para os lados, para cima e para baixo.

Na descrição do projeto, os irmãos definem sua criação: ”Nossa invenção é relacionada à classe de máquinas de voar em que o peso é sustentado por reações resultantes em aeroplanos sob um pequeno ângulo de incidência, através da aplicação de força mecânica ou pela utilização da força da gravidade”. Lembra um avião, não? A patente (registrada, comprovada e existente até hoje) foi requerida três anos antes, ou seja, em 1903. Demorou para ser aprovada, mas nem tanto. Saiu em maio de 1906, seis meses antes de Santos Dumont ganhar prêmios com o 14-Bis.

Se o herói brasileiro não foi tão importante para aviação, pelo menos se atribui a ele, como um prêmio de consolação, a invenção do relógio de pulso. A idéia teria surgido num dos tantos jantares no badalado restaurante Maxim’s com o joalheiro Louis Cartier.

COMO PARAR DE ROER AS UNHAS 

COMO PARAR DE ROER UNHAS DEFINITIVAMENTESe você já tentou parar o seu hábito de roer unhas, você reconhece o quanto ele pode ser desafiador. Talvez você tenha usado esparadrapos ou ataduras sobre os dedos, ou tentou passar algum produto com sabor amargo, ou até mesmo pimenta. Talvez esses métodos até tenham funcionado por um tempo, mas finalmente lá estavam as unhas e cutículas roídas novamente.
O hábito de roer as unhas é persistente e de natureza semelhante a outras manias relacionadas ao estresse e a ansiedade, inclusive escolhendo coçar a pele e arrancar os cabelos. Basicamente, estes comportamentos cumprem uma função psicológica e emocional, se o desejo não é eliminado ou saciado, o comportamento será reiniciado. Nenhuma quantidade de molho de pimenta nas unhas vai reduzir a necessidade de roer unhas ou trazer a sensação de relaxamento que você tem depois de ter roído suas unhas.
Parar de roer unhas envolve bastante disciplina e força de vontade. É preciso ficar constantemente atento para não se deixar levar pela tentação de roer as unhas.
Isso porque esse hábito é compulsivo, ou seja, difícil de ser controlado. Muitas vezes, a pessoa nem percebe que está atacando as unhas e quando se dá conta é muito tarde: o dedo já está destruído, frequentemente com sangramentos e inflamações.
Os psicólogos afirmam que roer as unhas, na maioria das vezes, funciona como uma espécie de alívio inconsciente para sentimentos como ansiedade e insegurança.
Essa mania, que é chamada cientificamente de onicofagia, costuma começar na infância e pode se estender por toda a idade adulta. E ela não escolhe sexo, sendo comum em homens e mulheres.
Deve-se lembrar que as unhas roídas não são apenas esteticamente condenáveis (afinal, as mãos perdem todo seu encanto). O ato de roê-las também facilita a entrada de várias bactérias no organismo humano.
Como a pessoa passa o dia com os dedos na boca, dá para imaginar a enorme quantidade de micróbios e bactérias que ela está ingerindo constantemente.
Além disso, os “roedores” ficam suscetíveis a contrair micoses nos dedos. Estas não são razões suficientes para tentar domar esse vício?
Controle é fundamental
Uma vez decidido a parar de destruir as unhas, procure seguir alguns procedimentos que poderão fazer com que você abandone esse terrível hábito.
Primeiro, tente identificar os momentos em que você leva as mãos à boca: se é quando está tenso, ansioso, depressivo, cansado, distraído, triste ou, até mesmo, alegre.
Quando você perceber o que o leva a roer as unhas, ficará mais fácil controlar-se. Afinal, você saberá quando está propício a praticar a onicofagia.
Nesses momentos – e quando sentir o impulso de roer – tente relaxar. Alguns exercícios de respiração funcionam como um bom alívio para as tensões.
Por exemplo: respire lentamente, inspirando o ar em quatro tempos e expirando em cinco. Com esse exercício, você promoverá um aumento de oxigenação e aliviará sua ansiedade.
Outras dicas
Existem outros artifícios aos quais você pode recorrer para tentar inibir a vontade de roer. Homens e mulheres precisam manter as unhas aparadas e lixadas – e se não tiverem muita prática, é recomendável procurar uma manicure.
As meninas têm mais armas a seu favor. Elas podem manter as unhas com esmaltes coloridos – o que costumam funcionar como um lembrete de que elas não poderão roer as unhas. Uma outra alternativa é usar esmaltes que tenham sabores amargos.
Passar óleo de oliva ou óleo secante para esmaltes também pode funcionar. Estes óleos amolecerão as unhas e dificultarão o ato de roer. Unhas postiças ou de porcelana também podem ser utilizadas.
Hipnoterapia
Existe um tratamento de três etapas que podem eficientemente parar a mania de roer as unhas, mas você deve estar motivado a fazê-lo. O passo essencial envolve a hipnose.
Para os que não conhecem a técnica, a hipnose evoca imagens de pessoas balançando pêndulos ou sendo induzidas a comer cebola para a diversão de platéias em programas de tv. Tenha certeza de que na sua essência, a hipnose clínica é apenas um relaxamento profundo conduzido por um profissional saúde capacitado que leva a um estado mental favorável a mudanças de comportamento. Muitas pessoas acreditam erroneamente que transes hipnóticos são como o sono, mas durante a hipnose você fica acordado e completamente consciente, mas extremamente relaxado e receptivo a sugestões de mudanças.
Na verdade, a maioria de nós vivencia algum tipo de auto-hipnose todos os dias, durante os períodos em que ignoramos a maioria dos estímulos em torno de nós para nos concentrarmos em uma tarefa em particular. Isso acontece naturalmente quando nos sonhamos, lemos ou assistimos a um bom filme.
A causa do hábito de roer as unhas está relacionada ao estresse, o seu sucesso vai depender de como conseguirá manejar o estresse e aliviar a ansiedade e a tensão. O objetivo primário da hipnoterapia é mostrar-lhe como manter um estado de relaxamento sempre, o que é oposto a ansiedade e a tensão.
O próximo passo para inibir a tendência a roer as unhas é tomar consciência que esta ação de roer as unhas é feita inconscientemente. A hipnoterapia é eficaz para esta parte do tratamento, pois acessando a mente inconsciente se poder gerar a percepção da mente consciente de que você está roendo as unhas, o que pode ajudar muito a contornar a situação. Com a hipnoterapia se pode aprender a administrar o estresse, principal causador de desejo de roer as unhas, minimizando-o, ou mesmo erradicando-o, o hábito pode ser interrompido e o comportamento modificado para sempre.
A ação final para o uso hipnoterapia é erradicar totalmente o principal desejo de roer as unhas. Há intervenções que podem efetivamente fazer você renunciar a roer as unhas, porque assim como os hábitos podem ser desfeitos com a ajuda da hipnose, novos hábitos saudáveis também podem ser estabelecidos.
Certifique-se que o hipnoterapeuta seja psicólogo, ou médico, pois são profissões que, por lei, detém responsabilidade jurídica e ética sobre os tratamentos que aplicam. As técnicas utilizadas pelos profissionais para fazer sugestões benéficas para o seu inconsciente são totalmente diferentes de técnicas usadas para recuperação da memória ou regressão de idade. Assim, o uso de hipnoterapia para tratar a compulsão de roer as unhas não resultará em busca de traumas ou memórias indesejadas, o que acontece apenas em práticas amadoras ou místicas que fazem uso da hipnose.
CONCLUSÃO: Roer as unhas é uma compulsão, como qualquer outra, apenas a determinação consciente, geralmente, não é suficiente para eliminar este comportamento. O tratamento profissional usando a hipnoterapia e outras estratégias psicológicas disponíveis, garantirão os resultado mais breves e eficientes, conduzindo a uma intervenção bem sucedida para eliminar a compulsão de roer as unhas.
Força de vontade, paciência e calma são importantes para vencer o impulso de devorar as unhas. E tenha certeza de que suas mãos – e sua saúde – agradecerão!




FESTA JUNINA


Festa Junina

Você sabe a origem da festa junina?

As Festas Juninas são celebradas ao longo do mês de junho. Sua origem foram as festas pagãs, com fogueiras e queimas de fogos para afugentar os maus espíritos. Elas começaram nos campos e plantações originando os trajes típicos de caipiras e sinhazinhas, com casamento de roça, discurso do padrinho, as capelinhas decoradas etc.
Com o passar do tempo, as festividades foram tomando um cunho religioso.

Pela tradição, a festa junina consiste em celebrar os bons resultados da colheita e também, pedir que o próximo plantio traga bons frutos. São João é o santo protetor das colheitas e se faz comemorar com seus seguidores: Santo Antonio e São Pedro (assim, 24, 13, 29 de junho).
Esta festividade demonstra devoção e homenagem dos devotos. As festas juninas estão enraizadas de arte popular com suas influências próprias das regiões, cheias de pureza, ingenuidade, poesia e inspiração.

Vamos agora aprender um pouco mais sobre alguns elementos e atividades que toda a festa junina tem, segue:
Fogueira
A fogueira na festa junina representa chama de vida e boas novas. Elas são utilizadas para esquentar as comidas típicas, como canjica, curau e até mesmo o quentão, bebida própria para aquecer em dias de frio, temperada com gengibre. A fogueira, fica em envidência na festa e é rodeada por lanternas e bandeirinhas formando o típico ambiente de arraial.
Música
A música é tocada ao longo da festividade sob o ritmo acentuado de forró. A banda é um item imprescindível, funciona como animadora. A banda esta composta de vários instrumentos como: tambores, bongós, pauzinhos, guisos, reco-reco, berimbau, cackeckê, triângulos, etc.


Dança
Existem diversas danças, mas a mais conhecida é a quadrilha
A quadrilha é uma dança feita para agradecer a boa colheita e homenagear São João, Santo Antônio e São Pedro. Nela, um marcador comanda a dança. Os comandos devem ser seguidos e respeitados.
Esta dança típica chegou ao Brasil durante o período regencial e fez grande sucesso na corte do Rio de Janeiro, caindo depois no gosto popular. A sanfona, a vila, o violão e o triângulo são instrumentos muito utilizados para acompanhar a quadrilha.
A dança começa com os casais posicionados frente a frente. Os cavalheiros cumprimentam as damas e em seguida, as damas cumprimentam os cavalheiros. Eles trocam de lado, em seguida o cavalheiro busca a dama e começa o grande passeio pela roça. Esse passeio apresenta diversas interferências ditas pelo marcador, como "olha a chuva, "olha a cobra". Ao final, o casal despede-se.
Brincadeiras
Corrida de sapatos
Os sapatos dos participantes da atividade são misturados e colocados a uma certa distância da linha de partida. Após o sinal, os jogadores devem ir pulando com o pé esquerdo até o local onde estão os sapatos estão, calçar e voltar ao ponto de partida. Os participantes que calçarem os sapatos errados ou trocados serão desclassificados.
O jogo também pode ser realizado em equipes. A equipe que terminar de calçar os sapatos e voltar ao ponto de partida primeiro, vence o jogo.
Corrida do ovo
É estabelecido um ponto de partida e de chegada. Os participantes devem estar posicionados no ponto de partida. Eles receberão uma colher com um ovo. A colher é colocada na boca. Vence o participante que chegar ao final primeiro sem derrubar o ovo da colher.


RECEITAS JUNINAS

Festa Junina Comidas Típicas


3262 Festa Junina Comidas Típicas
Em toda boa Festa  Junina existem comidas típicas saborosas que deixam qualquer um com água na boca. Entre os vários pratos deliciosos existentes podemos citar os seguintes: canjica, curau, pipoca, pamonha, bolo de milho caldo de milho, milho cozido, entre outros.
Mas não pense que é somente isso, pois dependendo da região que a festa é realizada a comida típica também muda. As festas juninas são conhecidas por terem características da igreja católica, ou seja, mantém adoração a três santos: São João, 

Veja abaixo algumas sugestões de comidas para Festa Junina.
22716 Festa Junina Comidas Típicas1 Festa Junina Comidas Típicas
As comidas tipicas da festa junina são as mais apreciadas. (Foto: Divulgação)

Comidas Típicas Festa Junina:

  • Arroz doce: Sobremesa preparada com arroz, leite e açúcar, perfumada com casca de limão e canela.
  • Bolo de fubá: Feito a base de fubá e algumas pitadas de erva-doce.
  • Cuzcuz de milho: Feito com flocos de milho, coco ralado e leite de coco.
  • Milho verde:Este não pode faltar numa festa junina, não é mesmo ?
  • Pamonha: Para quem não sabe, a pamonha é uma espécie de bolo feito de milho, e pode ser doce ou salgada.
  • Pé-de-moleque: Feito de amendoim, o doce tem este nome porque parece um pé cascudo e escuro, como são os pés de moleques.
  • Quentão:Cachaça preparada com limão, gengibre, canela e açúcar.
  • Vinho quenteVinho preparado com frutas canela e gengibre.
  • Pipoca: É o favorito das crianças e dos adolescentes, e pode-se encontrar salgadas ou doces.
  • Canjica ou Cural: É feito de mingau de milho e colocando canela fica delicioso.
  • Arroz doce: É uma das especiarias do Brasil em requisito festa junina e sobremesas.
  • Maria mole: Doce muito consumido pelas crianças e também por adultos
22716 Festa Junina Comidas Típicas8 Festa Junina Comidas Típicas
Doces e salgados para festa junina. (Foto: Divulgação)
  • Amendoim doce: Nesse caso ele pode ser variado de região para região, mas muito gostoso seja qual for o estado.
  • Biscoito de polvilho: Diz-se que os mais velhos, sentavam-se ao redor de fogueiras e comiam biscoitos de polvilho acompanhado de um café bem quente para contar as historias de São João.
  • Cachorro-quente: Simples, ou completo, não importa, é o mais consumido nas festas juninas por pessoas de todas as idades. Em alguns estados o Cachorro Quente é o campão devendas nas festas.
  • Cocada:  As cocadas podem ser, branca, queimada, baiana, cremosa ou simples. Qual sua preferida?
22716 Festa Junina Comidas Típicas2 Festa Junina Comidas Típicas
O bolo de milho é uma das delicias da festa. (Foto: Divulgação)
  • Doce de abóbora: Para quem gosta de abobora, o melhor dela é o doce que pode ainda ser degustado com coco ralado ou mesmo pedacinhos de coco como seu recheio.
  • Doce de leite: O doce de leite é um doce tradicional de vários países da América Latina. Na sua maioria é feito ao se ferver leite com açúcar. Porem há várias receitas de doce de leite.
  • Maçã do amor: A mais gostosa e romantica de todos os doces da festa Junina. Quase todos os casais compram e aproveita a maçã doce como “simbolo do amor” na festa junina.

E vocês já estão se preparando para Festa Junina? Faltou alguma comida típica na lista? Comente, deixe sua opinião!

RECEITA DE BOLO DE ABÓBORA COM COCO


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Ingredientes
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 100g de coco ralado
  • 2 xícaras (chá) de abóbora crua picada
  • 1 xícara (chá) de óleo
  • 1 1/2 xícara (chá) de açúcar
  • 4 ovos
  • Margarina e farinha de trigo para untar
Modo de preparo
  • Em uma tigela, coloque a farinha, o fermento, o coco, misture bem e reserve.
  • No liquidificador, bata os demais ingredientes e misture aos ingredientes da tigela.
  • Coloque em uma fôrma de 35cm x 40cm untada e enfarinhada.
  • Leve ao forno médio, preaquecido, por 30 minutos ou até que ao enfiar um palito, ele saia limpo.

Receita de Bolo de cenoura com cobertura de chocolate


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Ingredientes
Massa
  • 3 cenouras picadas
  • 3 ovos
  • 1 xícara (chá) de óleo de soja
  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 2 xícaras (chá) de açúcar
  • 1 colher (sopa) de fermento químico em pó
Cobertura
  • 1 colher (sopa) de margarina
  • ½ xícara (chá) de leite
  • 5 colheres (sopa) de achocolatado em pó
  • 4 colheres (sopa) de açúcar
Modo de preparo

Massa
  • Coloque os ingredientes no liquidificador, e acrescente aos poucos a farinha.
  • Leve para assar em uma fôrma untada por 20 minutos ou até que enfiando um palito, ele saia limpo.
  • Depois de assado cubra com a cobertura.
Cobertura
  • Misture todos os ingredientes e leve ao fogo e deixe ferver até engrossar.
Rendimento: 15 porções



RECEITA DE BOLO PIPOCA


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Ingredientes
  • 1/2 xícara (chá) de milho de pipoca
  • 2 colheres (sopa) de óleo
  • Cobertura de chocolate ao leite
  • 1 tablete de chocolate ao Leite
  • Cobertura de chocolate branco
  • 1 tablete de chocolate branco
  • 1/2 xícara (chá) de mini marshmallow colorido
Modo de preparo
  • Em uma panela média, aqueça o óleo e junte o milho de pipoca.
  • Misture bem e tampe a panela até que o milho estoure.
  • Abaixe o fogo e mexa de vez em quando até parar de estourar.
  • Reserve.
Cobertura de chocolate ao leite
  • Em um recipiente refratário, derreta o chocolate ao leite em banho-maria, até obter um creme homogêneo.
  • Em uma tigela grande, misture a pipoca ao chocolate.
  • Coloque a massa de pipoca em uma forma de furo central (19 cm de diâmetro) forrada com papel-alumínio, aperte a superfície com uma espátula e leve à geladeira por cerca de 1 hora.
Cobertura de chocolate branco
  • Em um recipiente refratário, derreta o chocolate branco em banho-maria, até obter um creme homogêneo.
  • Em uma tigela grande, misture a pipoca ao Chocolate e os mini marshmallows.
  • Coloque a massa de pipoca em uma forma de furo central (19 cm de diâmetro) forrada com papel-alumínio, aperte a superfície com uma espátula e leve à geladeira por cerca de 1 hora.
  • Sirva em seguida.

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