VERSICULO DO DIA
Filipenses, 4:6 - Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.
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Arte
Baseado nestas preocupações, pensei em um texto simples e objetivo, com três etapas para se colocar em prática. Então, vamos lá.
Primeira etapa
Temos que entender que administrar nosso tempo é, primeiramente, uma questão de disciplina da mente. Há pessoas que só de ficar pensando no que tem de fazer já perdem o dia inteiro sem realizar nada, perdem o foco, se angustiam e não saem do lugar! Essa angústia levará a uma sensação de frustração e a desmotivação tomará.
Muitas pessoas me relatam que agem ou agiam desta forma. Porém, faço-as entender que administrar o tempo não é questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade, é uma questão de saber definir prioridades, focar.
Administrar o tempo é planejar estrategicamente a nossa vida. Para isso, precisamos em primeiro lugar saber onde queremos chegar, qual é o real objetivo a ser conquistado. Esse objetivo tem que ser claro e definido após uma reflexão. Sem ele não temos a “chave” para ligar o motor.
Nesta reflexão, considere seus próprios valores (morais, familiares, religiosos) independentes das imposições sociais. Por exemplo, se para alguns a prioridade é atingir uma meta no trabalho, para outros pode ser passar mais tempo com a família. Portanto, o objetivo é seu!
Segunda etapa
O planejamento é fundamental na segunda etapa. É importante criar estratégias, determinar prazos palpáveis, quantificar e principalmente definir (tentando visualizar) como as metas serão alcançadas.
Reflexões simples como “onde quero estar daqui tanto tempo?” e “qual o prazo que eu tenho?” ajudarão você a se organizar.
Terceira etapa
A terceira etapa e tão importante quanto as anteriores é o “colocar em prática”.
Costumo fazer uma analogia simples com meus pacientes, que quero compartilhar com vocês, leitores. A diferença entre a pessoa que teve muito sucesso e o fracassado está na ação, ou seja, enquanto a pessoa que tem sucesso acreditou em seu objetivo independente das barreiras, planejou, lutou, colocou em prática; o fracassado ficou perdendo tempo se lamentando, dizendo que era difícil, que ninguém daria oportunidade, que a barreira era alta demais para ser superada.
Tive a oportunidade de ler algumas biografias de pessoas que tiveram dificuldades e que tinham tudo para não crescer na vida, mas foram perseverantes, acreditaram em si mesmas. Podemos citar, sem aprofundar, a figura ilustre do grande comunicador Silvio Santos. Quem poderia imaginar que uma pessoa sem grandes estudos, sem um grande poder aquisitivo poderia chegar onde chegou? Ele acreditou, e isso foi FUNDAMENTAL.
Depois desse clímax de consumo, nos vem ao menos dois problemas: nos arrependemos dos excessos cometidos e percebemos que aquilo que nos perturbava continua, e voltará a nos incomodar a qualquer momento.
Em se tratando de comprar compulsivamente, outros dois problemas podem aparecer. Um é o mau exemplo que percebemos que podemos estar dando a um filho, sobrinho ou afilhado. Outro, se nosso orçamento não está tão folgado assim, é sabermos que gastamos dinheiro com algo desnecessário, que poderá nos impedir de poder comprar o que vamos precisar amanhã.
Para a maioria dos brasileiros, essa compulsão pode levar a privações, endividamentos e até a incômodos, como ficar com o nome restringido para crédito.
Muita gente compra para obter status, por necessidade, ou até mesmo por modismo; mas há quem compre pelo simples prazer que esse ato proporciona. Essas pessoas são as chamadas consumidoras compulsivas e formam 3% da população brasileira.
Há compulsivos extremos, que chegam a fazer dívidas de até 10 vezes sua renda mensal, caindo numa situação quase que irreversível.
Isso, por sua vez, acaba levando a uma maior ansiedade. Se a pessoa não se perceber como doente que precisa de ajuda, promoverá um ciclo interminável; que pode submetê-la a constrangimentos e mais situações desagradáveis.
Quando recebo algum paciente assim, meu primeiro objetivo é quebrar a crença de que "o ter" promove a felicidade.
Obviamente, não sou hipócrita a ponto de dizer que o dinheiro não nos causa alguns prazeres; porém, é na palavra prazer que me apego. Algumas perguntas faço aos meus pacientes, e as repito aqui:
- Que tipo de prazer a compra promove?
- Quanto dura esse prazer?
- Compro inteligentemente quando é por compulsão?
Normalmente obtenho a resposta que a compra dá um grande prazer ou alívio "temporário", mas que esse prazer desaparece, levando ao desprazer.
Diante disso, devemos fazer a seguinte reflexão: Quais outros prazeres tenho em minha vida?
Você perceberá que, quem responder que tem muitos outros prazeres, dificilmente tem a compulsão por compra e, quem responder que não tem outros prazeres, deve ficar alerta e perceber que algo em sua vida está errado e deve ser revisto.
Comprar tem de ser uma pequena ação dentro de várias outras que devemos ter no decorrer de nossa vida, com o objetivo de obtermos algo de que precisamos. Quando comprar torna-se fundamental, está na hora de procurar ajuda.
A compulsividade por comprar, como qualquer outra, se enquadra nos transtornos do espectro obsessivo-compulsivo. A pessoa acaba por tornar-se dependente dessas atitudes e elas passam a ocupar um lugar importante no seu cotidiano.
Para quebrar esse verdadeiro processo de dependência, a pessoa precisa solucionar o que realmente a incomoda, ou então aceitar essa contrariedade ou ansiedade como algo que não pode vencer.
Parece irracional esse "entregar os pontos", mas é muito racional e adulto reconhecermos nosso alcance e aceitar as derrotas. Afinal, somos todos sujeitos a limites.
Se tratar-se de algo realmente muito importante em sua vida, essa pessoa terá certamente forças para lutar e dominar a situação. Essa reação, por ser de alta responsabilidade, deve ser bem ponderada, com o máximo de racionalidade e o mínimo de emoção.
É aí que um acompanhamento pode ser importante. O profissional vai ajudá-lo a separar os diversos aspectos envolvidos, classificá-los, levar em conta os realmente mais importantes e a conduzir a sua mente para um estado de equilíbrio que a capacitará a solucionar o seu problema da melhor forma ao seu alcance.

Para ajudar você a evitar a ressaca, ou combatê-la quando exagerar e beber demais, selecionamos 9 dicas úteis.O fígado tem a função de produzir as enzimas que absorvem o etanol, mas quando o consumo do álcool é interrompido, ele leva um tempo para assimilar e enquanto isso não ocorre, entra em um processo parecido com o de uma abstinência, desestabilizando todo o organimo e o sistema nervoso, gerando os sintomas citados no início.

Quem nunca utilizou o fio, pode se assustar com pequenos sangramentos que podem ocorrer nas primeiras vezes. Se o motivo não for o excesso de força na hora de passar o fio, pode ser justamente devido a falta do uso, que faz com que, ao longo do tempo, os resíduos de alimentos se acumulem na região causando inflamações, um problema que a princípio não é considerado grave e que pode ser amenizado com o uso diário do fio. No entanto, se esse sangramento for intenso ou persistir por muito tempo, pode ser algum sintoma de problema na gengiva como a gengivite e o dentista deverá ser consultado para identificar e resolver o problema.Se você ficar na dúvida na hora de escolher o tipo mais apropriado para os seus dentes, vale a pena consultar o seu dentista que, além de indicar o fio correto, pode ensiná-la a fazer o uso correto.
Em casos como problemas de infecção na boca, dor de garganta ou resfriados e gripes, também é recomendado trocar a escova, pois os germes podem se alojar nas cerdas e levar à reinfecção.Para manter a saúde bucal e evitar que fungos e bactérias se desenvolvam nas cerdas, o tempo ideal para trocar a escova de dentes é a cada três meses. Após esse tempo, as cerdas se deformam e perdem eficiência, não garantindo a limpeza dos dentes.
O resultado dessa combinação de ingredientes poderosos é um cabelo liso e sedoso, mas sem aquele efeito chapado e escorrido demais. Outra vantagem da escova de mel é a redução dos fiozinhos arrepiados.A escova de mel tem poder nutritivo e revigorante para os fios. Além do próprio mel, que tem ação antibactericida, hidrata e dá brilho, a fórmula conta com várias vitaminas. Entre elas, a queratina hidrolizada com proteínas do trigo, que auxilia na reconstrução da fibra capilar e o silicone, que serve para selar e amaciar os fios.
O resultado da escova inglesa pode ser fios bem lisos ou só comportados, isso varia de acordo com o tipo de cabelo e com a quantidade de vezes que o profissional passa prancha em cada mecha do cabelo.O motivo de tanto sucesso é que a fórmula da escova london contém aminoácidos, queratina e albumina, nutrientes que potencializam a hidratação, alisam, dão brilho e melhoram o aspecto dos fios.
O que fazer com o namorado durante as férias?
Filipenses, 4:6 - Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.
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Arte
FullBeauty: quando a obesidade mórbida vira arte
A gente já falou aqui do the nu project, que fotografa mulheres comuns nuas, em suas casas, e mostra a sensualidade que existe fora das páginas de revistas, filmes ou TV. O novo projeto que está chamando atenção das pessoas e tem a ver com mulher nuas .
O fotógrafo Yossi Loloi sempre se interessou por mulheres fora do padrão de beleza e então resolveu fotografar aquelas que sofrem de obesidade mórbida. Ok, a descrição pode ser assustadora, mas a intenção do fotógrafo é exatamente mostrar que a realidade não é nada disso.
A primeira coisa que ele quer desinkar é a aparência e a saúde. Ele quer que a foto seja vista apenas como foto e que o papo de “mas essas mulheres não são saudáveis” fique para outro momento. As imagens retratam mulheres que pesam entre 190 e 300 kg.
O artista disse ao jornal The Sun que queria mostrar que a beleza não é necessariamente ligada a magreza. “Eu queria mostrar que a beleza não é propriedade de pessoas magras. Para este fim, o projeto teve que ser provocativo, mas ao mesmo tempo confortável, por isso eu foquei na feminilidade das mulheres como uma forma de protesto contra a discriminação”.
Ele ainda explica que mostrar essas mulheres em sua intimidade dá uma sensação de libertação e serenidade. “Eu estava mais interessado em mostrar essas mulheres como uma representação e não necessariamente como quem elas são na vida real. Para mim eles são esculturas humanas”, complementa.
Eu, particularmente, achei as fotos lindas. Quase hipnóticas. E acredito muito que você deva se dar a chance de olhar para elas deixando o preconceito de lado.
No fim das contas, a crença do fotógrafo é a mesma que rege as coisas por aqui: “Estou tentando ressaltar que todos nós temos o direito de ser apreciados do jeito que somos e que não deve haver nenhuma ditadura do gosto”.
A tradicional tristeza das Festas
Em meio às tantas alegrias que vemos nas Festas, sabemos que muitas pessoas acabam enfrentando alguns momentos de depressão assim que percebem os primeiros enfeites natalinos nas ruas; que lhes lembram que o Natal e o Reveillon vêm chegando.
Algumas relembram entes queridos que estiveram com elas no ano passado e não estão mais aqui, outras pensam em gente presente em natais mais distantes e que também se foram. Há ainda aquelas que rememoram alegres Natais passados que hoje não têm mais ou, ao contrário, Natais tristes que gostariam de esquecer.
Sentem-se tristes também, os que não conseguiram o que prometeram a si próprios para 2012, os que sofreram muito neste ano, os que perderam amigos e amores, os que estão longe de casa para estudar ou trabalhar.
Todos esses e outros casos, são muito comuns na nossa sociedade e acontecem em todos os anos com muita gente. A tristeza, sem exageros, é normal.
Lembro a todos que, estar um pouco triste de vez em quando, é normal, faz parte da natureza humana. Ainda mais em datas marcantes, que nos mostram que mais um ano já passou e nos cobram atitudes e reações para as quais nem sempre estamos preparados. Mas não devemos deixar essas tristezas anularem o que as Festas têm de bom, como a confraternização, os reencontros, as vitórias conquistadas e, afinal, mais um ano de vida.
Convenhamos: a saudade sempre nos remete a algo bom que vivemos em algum momento, pelo que devemos estar gratos com a vida.Só sentimos falta de quem amamos, de quem nos deu carinho. Não é todo mundo que tem isso para recordar.
Portanto, festeje o que você já teve, já saboreou. E valorize também o que tem hoje, que é muito precioso e pode não ser eterno. Quanto às promessas não cumpridas, perdõe-se e procure retomar o que for viável. Os acertos da vida são feitos de tentavas; não de arrependimentos.
Compaixão pelo próximo
Outras pessoas sentem-se tristes por pena dos outros. Pensam naqueles que nada têm, que sofrem, que não terão uma ceia e que não receberão abraços.
É, sem dúvida, um sentimento nobre, de solidariedade e compaixão. Mas, sendo realista, sabemos que o mundo é assim desde muito antes de nascermos e que não temos nas mãos o poder de mudar tudo e já.
O melhor remédio para essa depressão é preparar-se, já no início de 2013, para ajudar alguém, dentro de suas possibilidades; sabendo que se, todos fizerem o que estiver ao seu alcance, daqui a um ano veremos melhores Festas do que agora.
Há muitos meios, alguns até surpreendentes. Conheci, por exemplo, um mendigo que ajudava muito uma septuagenária solitária, indo jantar diariamente na casa dela e lhe fazendo companhia.
Aos mais ansiosos, digo que não precisam esperar meses ou anos para começarem a mudar a lamentável realidade que lhes entristece nas Festas. Podem começar já. Há muito a fazer agora.
Que tal sorrir para a próxima pessoa triste que você encontrar?
Algumas relembram entes queridos que estiveram com elas no ano passado e não estão mais aqui, outras pensam em gente presente em natais mais distantes e que também se foram. Há ainda aquelas que rememoram alegres Natais passados que hoje não têm mais ou, ao contrário, Natais tristes que gostariam de esquecer.
Sentem-se tristes também, os que não conseguiram o que prometeram a si próprios para 2012, os que sofreram muito neste ano, os que perderam amigos e amores, os que estão longe de casa para estudar ou trabalhar.
Todos esses e outros casos, são muito comuns na nossa sociedade e acontecem em todos os anos com muita gente. A tristeza, sem exageros, é normal.
Lembro a todos que, estar um pouco triste de vez em quando, é normal, faz parte da natureza humana. Ainda mais em datas marcantes, que nos mostram que mais um ano já passou e nos cobram atitudes e reações para as quais nem sempre estamos preparados. Mas não devemos deixar essas tristezas anularem o que as Festas têm de bom, como a confraternização, os reencontros, as vitórias conquistadas e, afinal, mais um ano de vida.
Convenhamos: a saudade sempre nos remete a algo bom que vivemos em algum momento, pelo que devemos estar gratos com a vida.Só sentimos falta de quem amamos, de quem nos deu carinho. Não é todo mundo que tem isso para recordar.
Portanto, festeje o que você já teve, já saboreou. E valorize também o que tem hoje, que é muito precioso e pode não ser eterno. Quanto às promessas não cumpridas, perdõe-se e procure retomar o que for viável. Os acertos da vida são feitos de tentavas; não de arrependimentos.
Compaixão pelo próximo
Outras pessoas sentem-se tristes por pena dos outros. Pensam naqueles que nada têm, que sofrem, que não terão uma ceia e que não receberão abraços.
É, sem dúvida, um sentimento nobre, de solidariedade e compaixão. Mas, sendo realista, sabemos que o mundo é assim desde muito antes de nascermos e que não temos nas mãos o poder de mudar tudo e já.
O melhor remédio para essa depressão é preparar-se, já no início de 2013, para ajudar alguém, dentro de suas possibilidades; sabendo que se, todos fizerem o que estiver ao seu alcance, daqui a um ano veremos melhores Festas do que agora.
Há muitos meios, alguns até surpreendentes. Conheci, por exemplo, um mendigo que ajudava muito uma septuagenária solitária, indo jantar diariamente na casa dela e lhe fazendo companhia.
Aos mais ansiosos, digo que não precisam esperar meses ou anos para começarem a mudar a lamentável realidade que lhes entristece nas Festas. Podem começar já. Há muito a fazer agora.
Que tal sorrir para a próxima pessoa triste que você encontrar?
Administrando o tempo, administrando a vida
Após a boa repercussão de meu texto sobre procrastinação, publicado aqui mesmo no Yahoo! Mulher, fiquei extremamente preocupado com alguns emails que recebi de pessoas que se dizem angustiadas por não conseguir administrar o tempo.
Primeira etapa
Temos que entender que administrar nosso tempo é, primeiramente, uma questão de disciplina da mente. Há pessoas que só de ficar pensando no que tem de fazer já perdem o dia inteiro sem realizar nada, perdem o foco, se angustiam e não saem do lugar! Essa angústia levará a uma sensação de frustração e a desmotivação tomará.
Muitas pessoas me relatam que agem ou agiam desta forma. Porém, faço-as entender que administrar o tempo não é questão de ficar contando os minutos dedicados a cada atividade, é uma questão de saber definir prioridades, focar.
Administrar o tempo é planejar estrategicamente a nossa vida. Para isso, precisamos em primeiro lugar saber onde queremos chegar, qual é o real objetivo a ser conquistado. Esse objetivo tem que ser claro e definido após uma reflexão. Sem ele não temos a “chave” para ligar o motor.
Nesta reflexão, considere seus próprios valores (morais, familiares, religiosos) independentes das imposições sociais. Por exemplo, se para alguns a prioridade é atingir uma meta no trabalho, para outros pode ser passar mais tempo com a família. Portanto, o objetivo é seu!
O planejamento é fundamental na segunda etapa. É importante criar estratégias, determinar prazos palpáveis, quantificar e principalmente definir (tentando visualizar) como as metas serão alcançadas.
Reflexões simples como “onde quero estar daqui tanto tempo?” e “qual o prazo que eu tenho?” ajudarão você a se organizar.
Terceira etapa
A terceira etapa e tão importante quanto as anteriores é o “colocar em prática”.
Costumo fazer uma analogia simples com meus pacientes, que quero compartilhar com vocês, leitores. A diferença entre a pessoa que teve muito sucesso e o fracassado está na ação, ou seja, enquanto a pessoa que tem sucesso acreditou em seu objetivo independente das barreiras, planejou, lutou, colocou em prática; o fracassado ficou perdendo tempo se lamentando, dizendo que era difícil, que ninguém daria oportunidade, que a barreira era alta demais para ser superada.
Tive a oportunidade de ler algumas biografias de pessoas que tiveram dificuldades e que tinham tudo para não crescer na vida, mas foram perseverantes, acreditaram em si mesmas. Podemos citar, sem aprofundar, a figura ilustre do grande comunicador Silvio Santos. Quem poderia imaginar que uma pessoa sem grandes estudos, sem um grande poder aquisitivo poderia chegar onde chegou? Ele acreditou, e isso foi FUNDAMENTAL.
Solidão familiar: a ausência da qualidade em muitos lares
Quando falo neste assunto, gosto de iniciar com uma reflexão de nosso dia a dia dentro de casa, pensando: “Quantas vezes durante um único dia consigo realizar as refeições com meus filhos?”. “Quando realizo as refeições com meus filhos, consigo trocar ideias com eles ou as ideias acabam virando discussões?”.
Esta é uma reflexão que vem tomando conta de meus pensamentos há muito tempo. Ouço muitos pais alegarem que não importa a quantidade de tempo que tem para seus filhos e sim a qualidade. Que qualidade é essa que podemos ter com tantas preocupações, pressões do dia a dia, conflitos gerados pelo stress? Estamos vivendo um momento muito complicado em nossas vidas. Percebo que a questão tempo nem é tão importante assim para dedicar aos nossos filhos, mas sim a forma como estamos administrando este tempo.
Como somos pacientes para a dedicação deste tempo com tantas coisas a resolver? Esta preocupação me intriga muito, justamente porque o estresse do dia a dia está nos tirando a oportunidade de vivenciar experiências junto aos nossos filhos, nos impossibilitando de ajudá-los a adquirir valores básicos através de exemplos de vida, do próprio dia a dia.
Sabemos que os valores são construídos através de exemplos de atitudes, então reflito:
- Que exemplos damos aos nossos jovens filhos?
- Será que eles têm a noção de família que tivemos?
- Que futuro, construiremos para eles, se sempre estamos ocupados e sem paciência para ouvi-los ou prestar atenção de como estão, com quem andam ou o que pensam?
O que posso percebo trabalhando há duas décadas com os jovens é que os valores estão totalmente distorcidos. Nossos jovens hoje não têm crença ou religião, são muito imediatistas e estão acostumados a receber tudo pronto e na hora.
Claro que eles são assim, porque assim aprenderam. E, de certa forma, foram reforçados por nós mesmos a desenvolver este comportamento. Nossa ânsia de proteção para os jovens vem sendo tão intensificada nestes últimos anos que contribuímos diretamente para o desenvolvimento de uma estrutura emocional fragmentada, fragilizada. Conflitos são vivenciados por eles de forma radical, impulsiva e instintiva e sentimentos de frustração e fracasso, acaba ganhando espaço nessa estrutura emocional.
Diante disso, nos deparamos com jovens sem poder de criação, sem espírito crítico, desestimulados e sem vontades. Estamos fazendo para eles justamente o que esperam de nós, adultos coniventes e facilitadores de atitudes e pensamentos. Pra que um jovem precisa pensar, criar e construir, se tudo lhe vem pronto?
Precisamos rever nossa postura enquanto pais, educadores e formadores de opiniões, deixar que nossos jovens vivenciem, experimentem a vida com tudo que ela oferece. Claro que sempre orientando, apoiando-os, mostrando o que é certo ou errado.
Mas não devemos impedir que eles vivenciem suas experiências e que possam, através delas, ter pontos de referência positivos e negativos, sentir fracassos e frustrações, vivenciar angústias e medos, inseguranças, prazeres e desprazeres, a fim de que possam aprender a articular conflitos de forma positiva e consistente, traçando metas e objetivos, criando uma base dentro de si a ponto de ser capaz de enfrentar situações contraditórias ou conflituosas de maneira equilibrada, dando-lhe condições para enfrentamento e resolução de forma equilibrada e com discernimento.
Para isso, é necessário curarmos a doença da solidão familiar. Solidão não é sinônimo de ficar sozinho, pois podemos ficar juntos estando só. A cura da solidão familiar está no “estar presente” de maneira integral e não temporal; é promover situações nas quais o diálogo aparece como protagonizador do equilíbrio familiar.
A cura está no prazer de “estar junto”; de trocar informações, sentimentos, emoções, sejam eles positivos ou negativos. É isso que nos faz sentir-se importante e crescer com uma estrutura emocional segura, forte e sem medo de enfrentar situações surpresa ou inesperadas, nos tornando adultos preparados para viver e encarar ar a vida de forma preciosa e feliz.
Esta é uma reflexão que vem tomando conta de meus pensamentos há muito tempo. Ouço muitos pais alegarem que não importa a quantidade de tempo que tem para seus filhos e sim a qualidade. Que qualidade é essa que podemos ter com tantas preocupações, pressões do dia a dia, conflitos gerados pelo stress? Estamos vivendo um momento muito complicado em nossas vidas. Percebo que a questão tempo nem é tão importante assim para dedicar aos nossos filhos, mas sim a forma como estamos administrando este tempo.
Como somos pacientes para a dedicação deste tempo com tantas coisas a resolver? Esta preocupação me intriga muito, justamente porque o estresse do dia a dia está nos tirando a oportunidade de vivenciar experiências junto aos nossos filhos, nos impossibilitando de ajudá-los a adquirir valores básicos através de exemplos de vida, do próprio dia a dia.
Sabemos que os valores são construídos através de exemplos de atitudes, então reflito:
- Que exemplos damos aos nossos jovens filhos?
- Será que eles têm a noção de família que tivemos?
- Que futuro, construiremos para eles, se sempre estamos ocupados e sem paciência para ouvi-los ou prestar atenção de como estão, com quem andam ou o que pensam?
O que posso percebo trabalhando há duas décadas com os jovens é que os valores estão totalmente distorcidos. Nossos jovens hoje não têm crença ou religião, são muito imediatistas e estão acostumados a receber tudo pronto e na hora.
Claro que eles são assim, porque assim aprenderam. E, de certa forma, foram reforçados por nós mesmos a desenvolver este comportamento. Nossa ânsia de proteção para os jovens vem sendo tão intensificada nestes últimos anos que contribuímos diretamente para o desenvolvimento de uma estrutura emocional fragmentada, fragilizada. Conflitos são vivenciados por eles de forma radical, impulsiva e instintiva e sentimentos de frustração e fracasso, acaba ganhando espaço nessa estrutura emocional.
Diante disso, nos deparamos com jovens sem poder de criação, sem espírito crítico, desestimulados e sem vontades. Estamos fazendo para eles justamente o que esperam de nós, adultos coniventes e facilitadores de atitudes e pensamentos. Pra que um jovem precisa pensar, criar e construir, se tudo lhe vem pronto?
Precisamos rever nossa postura enquanto pais, educadores e formadores de opiniões, deixar que nossos jovens vivenciem, experimentem a vida com tudo que ela oferece. Claro que sempre orientando, apoiando-os, mostrando o que é certo ou errado.
Mas não devemos impedir que eles vivenciem suas experiências e que possam, através delas, ter pontos de referência positivos e negativos, sentir fracassos e frustrações, vivenciar angústias e medos, inseguranças, prazeres e desprazeres, a fim de que possam aprender a articular conflitos de forma positiva e consistente, traçando metas e objetivos, criando uma base dentro de si a ponto de ser capaz de enfrentar situações contraditórias ou conflituosas de maneira equilibrada, dando-lhe condições para enfrentamento e resolução de forma equilibrada e com discernimento.
Para isso, é necessário curarmos a doença da solidão familiar. Solidão não é sinônimo de ficar sozinho, pois podemos ficar juntos estando só. A cura da solidão familiar está no “estar presente” de maneira integral e não temporal; é promover situações nas quais o diálogo aparece como protagonizador do equilíbrio familiar.
A cura está no prazer de “estar junto”; de trocar informações, sentimentos, emoções, sejam eles positivos ou negativos. É isso que nos faz sentir-se importante e crescer com uma estrutura emocional segura, forte e sem medo de enfrentar situações surpresa ou inesperadas, nos tornando adultos preparados para viver e encarar ar a vida de forma preciosa e feliz.
Você pratica a “comproterapia”?
Todos conhecem pessoas que, quando tem tempo para comer, o fazem vorazmente. Alguns comem qualquer coisa, outros comem doces e muitos comem chocolates.
Conhecemos também os que bebem muito em pouco tempo. Há os que jogam, os que fumam, os que malham, trabalham e até os que dormem compulsivamente.
Uma ação compulsiva é aquela que leva a um prazer temporário, com o qual queremos substituir uma frustração, contrariedade, ansiedade ou angústia.
Alguns dos mais perigosos compulsivos são os que compram avidamente.
Atire a primeira pedra quem nunca relacionou compras com prazer. Obviamente, estamos em uma sociedade capitalista, na qual o dinheiro tornou-se um recurso que muitas vezes foge ao nosso controle.
O controle é exatamente o que nos falta quando cedemos à tentação de comprar sem planejamento prévio. É a compra emocional, muitas vezes do que não precisamos, que nos traz uma certa paz momentânea.
Conhecemos também os que bebem muito em pouco tempo. Há os que jogam, os que fumam, os que malham, trabalham e até os que dormem compulsivamente.
Uma ação compulsiva é aquela que leva a um prazer temporário, com o qual queremos substituir uma frustração, contrariedade, ansiedade ou angústia.
Alguns dos mais perigosos compulsivos são os que compram avidamente.
Atire a primeira pedra quem nunca relacionou compras com prazer. Obviamente, estamos em uma sociedade capitalista, na qual o dinheiro tornou-se um recurso que muitas vezes foge ao nosso controle.
O controle é exatamente o que nos falta quando cedemos à tentação de comprar sem planejamento prévio. É a compra emocional, muitas vezes do que não precisamos, que nos traz uma certa paz momentânea.
Em se tratando de comprar compulsivamente, outros dois problemas podem aparecer. Um é o mau exemplo que percebemos que podemos estar dando a um filho, sobrinho ou afilhado. Outro, se nosso orçamento não está tão folgado assim, é sabermos que gastamos dinheiro com algo desnecessário, que poderá nos impedir de poder comprar o que vamos precisar amanhã.
Para a maioria dos brasileiros, essa compulsão pode levar a privações, endividamentos e até a incômodos, como ficar com o nome restringido para crédito.
Muita gente compra para obter status, por necessidade, ou até mesmo por modismo; mas há quem compre pelo simples prazer que esse ato proporciona. Essas pessoas são as chamadas consumidoras compulsivas e formam 3% da população brasileira.
Há compulsivos extremos, que chegam a fazer dívidas de até 10 vezes sua renda mensal, caindo numa situação quase que irreversível.
Isso, por sua vez, acaba levando a uma maior ansiedade. Se a pessoa não se perceber como doente que precisa de ajuda, promoverá um ciclo interminável; que pode submetê-la a constrangimentos e mais situações desagradáveis.
Quando recebo algum paciente assim, meu primeiro objetivo é quebrar a crença de que "o ter" promove a felicidade.
Obviamente, não sou hipócrita a ponto de dizer que o dinheiro não nos causa alguns prazeres; porém, é na palavra prazer que me apego. Algumas perguntas faço aos meus pacientes, e as repito aqui:
- Que tipo de prazer a compra promove?
- Quanto dura esse prazer?
- Compro inteligentemente quando é por compulsão?
Normalmente obtenho a resposta que a compra dá um grande prazer ou alívio "temporário", mas que esse prazer desaparece, levando ao desprazer.
Diante disso, devemos fazer a seguinte reflexão: Quais outros prazeres tenho em minha vida?
Você perceberá que, quem responder que tem muitos outros prazeres, dificilmente tem a compulsão por compra e, quem responder que não tem outros prazeres, deve ficar alerta e perceber que algo em sua vida está errado e deve ser revisto.
Comprar tem de ser uma pequena ação dentro de várias outras que devemos ter no decorrer de nossa vida, com o objetivo de obtermos algo de que precisamos. Quando comprar torna-se fundamental, está na hora de procurar ajuda.
A compulsividade por comprar, como qualquer outra, se enquadra nos transtornos do espectro obsessivo-compulsivo. A pessoa acaba por tornar-se dependente dessas atitudes e elas passam a ocupar um lugar importante no seu cotidiano.
Para quebrar esse verdadeiro processo de dependência, a pessoa precisa solucionar o que realmente a incomoda, ou então aceitar essa contrariedade ou ansiedade como algo que não pode vencer.
Parece irracional esse "entregar os pontos", mas é muito racional e adulto reconhecermos nosso alcance e aceitar as derrotas. Afinal, somos todos sujeitos a limites.
Se tratar-se de algo realmente muito importante em sua vida, essa pessoa terá certamente forças para lutar e dominar a situação. Essa reação, por ser de alta responsabilidade, deve ser bem ponderada, com o máximo de racionalidade e o mínimo de emoção.
É aí que um acompanhamento pode ser importante. O profissional vai ajudá-lo a separar os diversos aspectos envolvidos, classificá-los, levar em conta os realmente mais importantes e a conduzir a sua mente para um estado de equilíbrio que a capacitará a solucionar o seu problema da melhor forma ao seu alcance.
Dicas para evitar e amenizar a ressaca
Exagerar no consumo de álcool, pode ter consequências graves e desagradáveis, uma delas é a ressaca
Em um dia você está lá, se divertindo, dançando, rindo e bebendo com os amigos, mas no dia seguinte, não tem ninguém que possa dividir com você os incômodos causados pela ressaca. Além da dor de cabeça insuportável, ainda tem enjoos, tonturas, calafrios, sede, sensibilidade à luz, um gosto ruim na boca e uma indisposição que parece não ter fim. Se você já passou por isso, sabe bem do que estamos falando, mas se nunca passou, é bom nem querer descobrir.
A ressaca é fruto de um conjunto de sintomas da intoxicação que ocorre quando você consome álcool em excesso. Para absorver todo o álcool ingerido, o organismo tem que fazer um enorme esforço, e tal esforço sobrecarrega todos os órgãos envolvidos no processo, sendo que o fígado é o mais afetado.
Para ajudar você a evitar a ressaca, ou combatê-la quando exagerar e beber demais, selecionamos 9 dicas úteis.O fígado tem a função de produzir as enzimas que absorvem o etanol, mas quando o consumo do álcool é interrompido, ele leva um tempo para assimilar e enquanto isso não ocorre, entra em um processo parecido com o de uma abstinência, desestabilizando todo o organimo e o sistema nervoso, gerando os sintomas citados no início.
1 – Não exagere
A primeira e infalível dica para quem não quer ter ressaca é justamente não beber em execsso, pois além da ressaca, a bebida é responsável por muitos acidentes, brigas e também pode contribuir com o aumento de peso, diabetes, gastrite, úlcera, hepatite e lesões cerebrais.
2 – Não misture
Cada bebida alcoólica é feita com ingredientes e métodos diferentes que funcionam bem sozinhas, como os destilados e fermentados. Ao misturar determinada bebida com outras diferentes, você pode potencializar os efeitos nocivos e fazer com o que o corpo rejeite a mistura.
3 – Alimente-se antes e durante o consumo de álcool
Quando se bebe de estômago vazio, o organismo absorve o álcool mais rapidamente, fazendo com que as pessoas fiquem bêbadas mais rapidamente. Alimentando-se tanto antes, quanto durante a bebida, o álcool demora mais tempo para entrar na corrente sanguínea e o cérebro. Alimentos ricos em amido, vegetais e com glicose ajudam a retardar a absorção do etanol pelo organismo.
4 – Hidrate-se
Beber água durante e após a ingestão de bebida alcoólica ajuda a diluir o álcool e liberá-lo mais rapidamente. Como o álcool é diurético, ele aumenta a quantidade de urina produzida pelo organismo e a água ajuda o organismo a metabolizar o álcool mais rapidamente eliminando seus resíduos tóxicos atavés da urina. Intercale a ingestão de álcool com água ou outras bebidas não alcoólicas para evitar desidratação e transtornos no dia seguinte.
Ao contrário do que muita gente imagina, tomar um cafezinho amargo para diminuir a dor de cabeça nem sempre funciona no caso de ressaca. A cafeína estimula o sistema nervoso, o que pode piorar a dor de cabeça, além de possuir propriedades diuréticas que ajudam a desidratar o organismo.5 – Evite a cafeína
6 – Coma alimentos leves
Colabore com o seu organismo consumindo alimentos de mais fácil digestão, já que ele acaba de ser sobrecarregado com a grande ingestão de álcool. Dê preferência a alimentos ricos em carboidratos, proteínas magras, frutas, vegetais e muito líquido, alimentos que fornecem energia para o fígado processar e eliminar as toxinas e o excesso de álcool. Fuja das frituras, molhos, queijos amarelos e gorduras que sobrecarregam o sistema digestivo.
7 – Escolha bebidas de qualidade
Se você não tiver confiança total na procedência da bebida, talvez seja melhor nem beber. O mercado está cheio de bebidas falsificadas que prometem o mesmo sabor, mas que por serem feitas com produtos de baixa qualidade detonam o organismo com mais facilidade.
8 – Cuidado com os remédios
Existem remédios que ajudam minimizar os danos causados pelo álcool, mas cada um deles age em um ponto específico da dor, o que leva algumas pessoas a tomarem diferentes remédios para combater os diferentes sintomas, como analgésicos, antiácidos e outros. Portanto é melhor tomar cuidado, pois o excesso de remédios além de ser perigoso, pode sobracarregar o fígado.
9 – Descanse
Se a ressaca te pegou, o jeito é enfrentá-la pacificamente. Permaneça o maior tempo possível na cama, longe da luz dando ao seu corpo tudo aquilo que ele precisa depois de tanta agitação: repouso.
Cada pessoa precisa conhecer o seu próprio limite para enfim conseguir beber com moderação. Além de mais elegante, isso evita não só a ressaca, mas uma série de outros transtornos, vexames e até confusões. E lembre-se sempre: se beber, não dirija.
A importância do uso diário do fio dental para a saúde bucal
Seja por falta de tempo ou pura preguiça, muita gente ainda dispensa o uso do fio dental por ignorar a sua importância para a saúde bucal
A máxima que afirma que um belo sorriso ajuda a abrir portas nunca sai de moda. De fato, um sorriso bem cuidado, além de sinônimo de saúde, também revela uma pessoa que cuida da higiene e da aparência tendo no sorriso um verdadeiro cartão de visitas.
Para conquistar um sorriso bonito e saudável, a escovação nem sempre é suficiente, já que sozinha não consegue remover a placa bacteriana e os pequenos resíduos que se alojam entre os dentes, sobretudo nos locais onde a escova não alcança. Quando não são completamente eliminados, tais resíduos colaboram com o aumento da placa bacteriana, com o surgimento do mau hálito, de cáries, de tártaro e de doenças da gengiva. Por isso, para garantir uma higiene bucal perfeita, o uso diário do fio dental é indispensável.
Embora muita gente conheça, nem todos as pessoas fazem o uso regular do fio dental por desconhecer a sua importância ou até por ignorar sua eficiência. De acordo com algumas pesquisas, em cada 6 brasileiros, apenas 1 faz o uso diário de fio dental, um dado considerado preocupante.
Para quem não tem tempo ou simplesmente tem preguiça de usar o fio dental a cada escovação, a boa notícia é que usá-lo pelo menos uma vez ao dia, de preferência após o jantar, já ajuda a minimizar o acúmulo de resíduos e evita que você passe longos períodos com resíduos entre os dentes e remover a placa bacteriana que se forma principalmente nas áreas onde as cerdas da escova não alcançam.Na realidade, o fio dental é tão importante quanto a escova de dentes, o que os diferencia é apenas as áreas que conseguem atingir. O fio dental deve ser utilizado preferencialmente antes da escovação, já que uma parte dos resíduos sai no fio e a outra acaba indo parar em regiões onde a escova alcança.
Como cada pessoa possui um tipo arcada dentária diferente, existem no mercado diversas opções para atender às mais variadas demandas. Pessoas com dentes muito próximos uns dos outros, que dificultam a passagem do fio, devem dar preferência aos fios plásticos, feitos com teflon ou nylon. Eles ajudam o fio a passar e escorregar entre os dentes sem desfiar. Já para quem não tem os dentes tão juntinhos, a opção são os fios encerados feitos de tecido. Além disso, existem espessuras e até sabores diferentes, tudo para que ninguém tenha pretexto para não utilizar o fio.
Quem nunca utilizou o fio, pode se assustar com pequenos sangramentos que podem ocorrer nas primeiras vezes. Se o motivo não for o excesso de força na hora de passar o fio, pode ser justamente devido a falta do uso, que faz com que, ao longo do tempo, os resíduos de alimentos se acumulem na região causando inflamações, um problema que a princípio não é considerado grave e que pode ser amenizado com o uso diário do fio. No entanto, se esse sangramento for intenso ou persistir por muito tempo, pode ser algum sintoma de problema na gengiva como a gengivite e o dentista deverá ser consultado para identificar e resolver o problema.Se você ficar na dúvida na hora de escolher o tipo mais apropriado para os seus dentes, vale a pena consultar o seu dentista que, além de indicar o fio correto, pode ensiná-la a fazer o uso correto.
Se você tem filhos e não tem o hábito de utilizar o fio dental com frequência, fique atento, pois a maioria dos hábitos de higiene que as crianças devem incorporar para a vida toda, são aprendidos em casa, através do exemplo dos pais.
Incorporar a utilização do fio dental à sua rotina de higiene é simples. Deixe-o e sempre à mão e case o seu uso com a escova e com um bom enxaguante bucal. Assim você vai garantir dentes limpos, saudáveis e vai poder sorrir à vontade.
Cuidados com a escova dental
Tudo o que você precisa saber para manter a higiene da sua escova de dentes e como evitar a contaminação por germes e bactérias
A escova dental é o instrumento principal e indispensável para proteger a sua saúde bucal, manter um hálito agradável e um sorriso bonito. Mas para isso, é preciso usá-la diariamente e fazer uma boa escovação ao acordar, antes de dormir e logo após as refeições.
Essas orientações você já deve estar cansada de saber, mas o que maioria das vezes passa despercebido e muita gente não se dá conta, são os cuidados com a escova de dentes.
Em casos como problemas de infecção na boca, dor de garganta ou resfriados e gripes, também é recomendado trocar a escova, pois os germes podem se alojar nas cerdas e levar à reinfecção.Para manter a saúde bucal e evitar que fungos e bactérias se desenvolvam nas cerdas, o tempo ideal para trocar a escova de dentes é a cada três meses. Após esse tempo, as cerdas se deformam e perdem eficiência, não garantindo a limpeza dos dentes.
Jamais compartilhe a sua escova de dentes ou empreste de outras pessoas, mesmo que seja de alguém da família. Para prevenir a contaminação por doenças infecciosas e manter a boca saudável, cada um deve ter a sua própria escova de dentes.
Sempre que escovar os dentes, lave tanto as cerdas como o cabeçote da escova com bastante água corrente e guarde em posição vertical para evitar que ela fique úmida e se torne um grande alvo de proliferação de fungos.
Depois da escovação, é preciso retirar o excesso da água na escova e mantê-la seca para ajudar a reduzir a proliferação de germes. O ideal é que a escova fique exposta ao ar para secar completamente.
Caso sua escova divida espaço em um mesmo recipiente que outras, evite que fique em contato com as demais. Isso evita que o vírus da gripe, resfriado, entre outros, não se propaguem. Depois de seca, você pode usar um protetor de cerdas, mas prefira modelos com boa ventilação.
Você sabia que ao dar descarga com a tampa do vaso sanitário aberta, as bactérias presentes no ar podem alcançar a sua escova de dentes? Segundo pesquisas, foram detectados coliformes fecais nas escovas de dentes que ficaram bem próximas ao vaso e em cima de gabinetes do banheiro. O simples fato levar a escova à boca depois de dar descarga pode ser prejudicial, pois as bactérias vão parar direto no organismo.
Para evitar este problema, é recomendado deixar a escova a pelo menos um metro de distância do vaso sanitário e manter a tampa do vaso sempre fechada, mesmo quando não estiver em uso. Não se esqueça também de que é preciso lavar bem as mãos depois de usar o banheiro para evitar que as bactérias passem para o cabo da escova.
Para proteger as cerdas da sua escova dental e evitar que fiquem espremidas ou achatadas ou prevenindo que encoste nos demais objetos dentro da bolsa ou na sua nécessaire, uma solução é guardar a escova seca em estojos específicos para isso ou usar apenas o protetor de cerdas.
Deixar a escova de dentes de molho em soluções caseiras, desinfetantes ou em enxaguantes bucais não elimina os germes e bactérias. Se, por um descuido, a escova cair no chão, na pia ou até mesmo dentro do vaso sanitário, o ideal é trocá-la imediatamente.
Escova de mel
Conheça a escova progressiva que usa as propriedades do mel para diminuir o volume e alisar os fios com um aspecto natural
Natural e completo, o mel é riquíssimo em elementos que fazem bem para a saúde. Seus benefícios são conhecidos há muito tempo e por possuir uma vasta lista de nutrientes, é muito usado na alimentação. Mas além de tornar a dieta mais saudável, o mel também ajuda a deixar os fios lisos e com balanço.
Quem sofre com o volume excessivo dos cabelos e quer dar uma repaginada no visual, porém sem perder a naturalidade dos fios, pode apostar na escova progressiva com proteínas do mel.
O resultado dessa combinação de ingredientes poderosos é um cabelo liso e sedoso, mas sem aquele efeito chapado e escorrido demais. Outra vantagem da escova de mel é a redução dos fiozinhos arrepiados.A escova de mel tem poder nutritivo e revigorante para os fios. Além do próprio mel, que tem ação antibactericida, hidrata e dá brilho, a fórmula conta com várias vitaminas. Entre elas, a queratina hidrolizada com proteínas do trigo, que auxilia na reconstrução da fibra capilar e o silicone, que serve para selar e amaciar os fios.
O procedimento é indicado para quem tem fios levemente ondulados e com frizz, mas pode ser feito em qualquer tipo de cabelo, até mesmo os que já têm outras químicas. Como o nome já diz, a escova progressiva de mel diminui o volume do cabelo aos poucos e facilita a modelagem no dia-a-dia. Portanto, se você costuma fazer escova todos os dias, vai sentir a diferença.
A aplicação da progressiva de mel dura cerca de uma hora e meia e o retoque deve ser feito a cada dois meses, mas varia de acordo com cada tipo de cabelo. O preço varia de salão para salão e depende do comprimento dos fios.
Escova de mel passo-a-passo
- O cabelo recebe uma massagem à base de mel puro. Depois, é lavado com um xampu de limpeza profunda para remover os resíduos acumulados;
- O secador ajuda a secar os fios, que em seguida, recebem o produto. O tempo de ação é de 15 a 30 minutos;
- Sem remover o produto dos fios, é feita uma escova e passada a chapinha, mecha por mecha;
- Pronto! Os fios já estão lisos, soltinhos e não é preciso esperar alguns dias para lavar o cabelo.
Escova inglesa
Conheça a escova que alisa e hidrata os cabelos sem agredir a saúde dos fios
A escova inglesa (ou escova london) é mais uma das técnicas de alisamento muito pedida nos salões. Apesar de não conter formol, não se trata de uma versão de escova progressiva ou definitiva.
A técnica, que já foi adotada por celebridades como Madonna, Paris Hilton e Angelina Jolie, pode ser definida como uma super hidratação que sela as cutículas dos fios e proporciona fios com balanço e um caimento natural.
O resultado da escova inglesa pode ser fios bem lisos ou só comportados, isso varia de acordo com o tipo de cabelo e com a quantidade de vezes que o profissional passa prancha em cada mecha do cabelo.O motivo de tanto sucesso é que a fórmula da escova london contém aminoácidos, queratina e albumina, nutrientes que potencializam a hidratação, alisam, dão brilho e melhoram o aspecto dos fios.
O certo é que esse tipo de escova pode ser feito até em cabelos quimicamente tratados, ressecados ou fragilizados. Quem tem tintura e reflexo nos fios também pode fazer. Outra vantagem é que se o cabelo já tiver alisamento e receber a escova London, o efeito liso é potencializado.
Depois de fazer a escova, o ideal é usar diariamente um xampu de tratamento e não descuidar da hidratação. Use um bom creme semanalmente ou a cada 15 dias. Com esses cuidados, o efeito liso natural da escova inglesa pode durar até seis meses.
O retoque pode ser feito só na raiz ou em toda a extensão dos fios. Dependendo do tipo de cabelo, só é preciso voltar ao salão para passar novamente pelo procedimento depois de quatro meses.
O que fazer com o namorado durante as férias?
Aproveite os dias de folga para curtir a companhia do seu amor
As férias são, para quase todas nós, o período mais esperado do ano. Poder passar alguns dias de pernas para o ar, acordando tarde e comendo quando dá vontade é o sonho de consumo de toda trabalhadora que passa o ano suando a camisa.
Mas, quando elas finalmente chegam, bate aquela sensação de não saber o que fazer com os dias de folga. Acabou o problema, pegue seu amor pela mão e aproveite um dos programas que nós separamos para vocês.
Escolham filmes de vários gêneros e marquem um dia, à tarde, para assistirem a todos eles. O mesmo programa também vale para finalmente colocar em dia os episódios daquele seriado que vocês curtem juntos. Faça uma pipoca, compre alguns petiscos e as bebidas prediletas do casal e pronto! Programa para repetir muitas vezes durante as férias.Sessão pipoca
Uma variação do cineminha em casa é chamá-lo para ir até o cinema, de fato, ver os filmes que estão em cartaz.
Conheçam melhor a cidade
Com o atribulado cotidiano, muitas vezes não conseguimos visitar os lugares mais legais da cidade por falta de tempo. Se você mora em uma cidade que possui museus e parques públicos, chame seu amor e vá conhecê-los. Se já conhecer todos, mesmo assim vale a pena visitá-los novamente. Museus normalmente possuem uma programação de exposições temporárias e os parques sempre proporcionam novos bons momentos.
Façam uma viagem
O único empecilho para fazer as malas e pegar a estrada é a falta de dinheiro. Se vocês dois foram controlados e conseguiram economizar, experimentem gastar uma determinada quantia em uma viagem especial. Viajar juntos fará com que vocês se aproximem ainda mais, além de conhecerem lugares e paisagens novos e interessantes.
Mais uma vez, a dica vale para as que foram financeiramente comportadas durante o ano de trabalho. Convidar seu bem para uma tarde no shopping pode parecer chato, a princípio, mas, à medida que vocês escolhem peças para ambos – e não apenas para você -, ele passará a achar o programa mais divertido.Compras, compras, compras
Hora de chamar os amigos
Quantas vezes vocês prometeram marcar um programa com aqueles amigos especiais e acabaram deixando passar por falta de tempo? Pois esse é o momento para se redimirem. Convidem os amigos mais próximos para uma tarde de jogos (Banco Imobiliário, baralho, Imagem e Ação, enfim, jogos realmente divertidos), garantam as comidinhas e bebidas e a ideia será um sucesso.
Também vale chamar os amigos para um barzinho, uma balada, uma viagem. Amigos, na verdade, são recomendados para qualquer situação. Abusem sem dó da companhia dessas pessoas.
Passem um tempo juntos, só vocês dois
Quem disse que é preciso fazer alguma coisa para aproveitar bem os dias de liberdade? Reservem um tempo para ficarem em casa, descansando e curtindo a companhia um do outro. Se der vontade de conversar, conversem; se der vontade de dormir, durmam; se der vontade de cantar, cantem. O importante é passar bons momentos juntos, sem um compromisso específico. Esses momentos são muito importantes para manter o relacionamento saudável.
Como aproveitar as férias em casa
Sugestões para espantar a monotomia e aproveitar os dias de folga com muita diversão
As férias de verão estão chegando, seus amigos vão viajar e você vai ficar em casa sozinha e sem fazer nada. Fique tranquila, pois se você ainda não sabe como aproveitar os dias de folga mesmo sem sair para conhecer novos lugares e aproveitar a praia, o Dicas de Mulher te dá algumas dicas decomo aproveitar as férias em casa ocupando a cabeça com atividades simples, mas que evitam dias entediantes e garantem muita diversão.
Com a correria da vida rotineira, é comum deixar sempre alguma coisa para depois, seja para fazer uma leitura, ver aquele filme que acabou de ser lançado ou até mesmo dar uma organizada no seu quarto. Esqueça as atividades feitas o ano todo e tenha mais tempo para você aproveitando o que mais gosta de fazer.
Não era isso que você desejava todos os dias quando não estava de férias? Pois aproveite que você está em casa tranquila e descanse bastante dormindo tudo o que tem direito, assim quando voltar à rotina, você vai estar mais animada, com a aparência bonita e descansada. Ah, só não vale deixar de fazer outras atividades para dormir as férias inteiras, viu?Dormir, dormir e dormir
Ler um bom livro
Sabe aquele livro que você comprou tem algum tempo ou está afim de comprar, mas não teve tempo de ler ou ao menos parar na livraria para conferir? Essa pode ser a sua oportunidade para curtir as suas férias fazendo uma boa leitura e viajar usando a imaginação.
Passar as férias inteiras lendo o dia todo pode ser um pouco entediante e cansativo, por isso reserve um tempinho para a leitura, que pode ser antes de dormir ou algum horário da tarde em que você esteja com preguiça de fazer uma atividade mais agitada. Escolha um local tranquilo e confortável da casa onde você se sinta a vontade e boa leitura!
Sessão cinema em casa
Assim como os livros deixados para trás por falta de tempo, alguns filmes e seriados também passam batidos devido a correria do dia-a-dia, mas nas férias, eles são uma ótima forma para passar o tempo e de distrair. Aproveite os dias em que você esteja com preguiça de sair de casa ou um dia chuvoso, prepare o seu pote de pipoca ou de comidinhas gostosas, separe o seu cantinho confortável no sofá e coloque os seriados em dia ou aproveite para ver um bom filme.
Programa de mulherzinha
Nem todas as suas amigas saíram da cidade e foram curtir as férias, vai. Sempre tem uma ou outra que vai ficar em casa sem fazer nada também. Para que vocês não fiquem entediadas, cada uma no seu canto, que tal reunir as amigas ou até mesmo a sua mãe para fazer um programa de mulherzinha?
São tantas coisas que vocês podem fazer juntas e aproveitar as férias, vale soltar a imaginação. Pode ser um dia de compras no shopping, sair para comer em restaurantes, ir ao salão juntas, se divertir na balada ou até mesmo ficar em casa e fazer a sessão cineminha acompanhada das suas melhores amigas, é uma forma de aproveitar ainda mais as férias para rir bastante, fofocar e aproveitar os dias sem nada para fazer.
Arrumar o armário
Os dias de folga também servem para fazer aquela faxina no quarto e separar roupas que não te servem mais para dar espaço para as outras, além de deixar tudo mais organizado. Pode parecer uma atividade cansativa e chata, mas a arrumação pode ser bastante divertida.
Retire tudo do armário, limpe o móvel por dentro e coloque aromas para manter as roupas sempre perfumadas. Selecione as peças de roupa, dobre uma a uma, separe por cores, tipos de peça e materiais. Isso também vale para os calçados e bolsas. Depois de tudo organizado, as peças mais delicadas coloque em cabides ou saquinhos plásticos e guarde tudo de novo no seu guardarroupa. Depois de ter organizado tudo, pode ter certeza de que sua mãe vai ficar orgulhosa de você.
Jogar videogame
E quem disse que as meninas não podem jogar videogame também? Aproveite os dias em casa com os seus irmãos ou até mesmo com o namorado, pegue o controle e faça competições de videogame. Não importa se você não tem nenhuma habilidade para isso, o importante é se divertir e dar boas risadas.
Diversão na internet
Se você não tem vídeo game em casa ou acha que está muito velha para isso, aproveite a diversão na internet com um bate-papo com seus amigos, entrando em bons sites, curtindo uma boa música ou até mesmo fazendo algumas comprinhas on-line sem precisar sair de casa.
Evite passar muitas horas em frente ao computador, principalmente se essa for a sua principal ferramenta de trabalho. Ficar horas conectada pode ser uma atividade muito entediante ou até mesmo triste por você ver fotos das pessoas se divertindo em viagens. Tente controlar os seus horários em que vai ficar em frente ao monitor e procure sempre navegar em sites confiáveis.
Atividades físicas
E as promessas de “vou começar o regime na segunda-feira” ou “vou para a academia hoje” que você fez o ano todo e não cumpriu? Agora é a hora! Praticar atividades físicas não é tão chato assim, mas depois de um dia estressante de trabalho, trânsito ou aula o que você mais quer é descansar.
Por isso, aproveite os dias de descanso e faça atividades como uma caminhada no parque, pedalada de bicicleta, aulas de natação, dança ou a academia. Tenha uma vida mais ativa deixando o tédio de lado. Afinal, qual mulher não gosta de perder alguns quilinhos e receber elogios?
Tarde na piscina
Não tem praia na sua cidade, mas tem piscina? Chame as amigas ou suas irmãs e tire a tarde para aproveitar o dia de verão de muito sol e calor curtindo uma piscina e tomando sol para ficar com o corpo bronzeado. Vale lembrar que nos dias de verão o sol é muito forte, por isso, seja consciente e proteja-se sempre com protetor solar, óculos e chapéu para evitar problemas de pele.
Vá para a balada
Se você passou o ano todo com vontade de sair para as baladas que aconteceram no meio da semana, agora é a hora de você aproveitar. Programe-se para as melhores festas da cidade sem precisar se preocupar com o horário, reúna as amigas e amigos para dançar e rir bastante a noite toda.
É correto guardar fotos de relacionamentos anteriores?
Manter arquivos com lembranças de relacionamentos anteriores é normal, mas pode se tornar um problemas
Mulheres são criaturas complexas e muito difíceis de entender. Enquanto exigem de seus companheiros que todo e qualquer rastro de suas ex-namoradas seja apagado para sempre, muitas ainda mantêm aquela pasta com os melhores momentos dos namoros e rolos anteriores, escondida nos recônditos do computador.
Afinal, é correto continuar guardando lembranças, mesmo após o fim de um relacionamento? Na verdade esse é um tema que deve ser discutido e definido pelo casal. Fotografias, afinal, não representam um perigo real para a “saúde” da relação, mas podem incomodar muito. Isso porque transmitem a sensação de que você ainda pensa no passado, sente saudades ou vontade de voltar atrás.
Embora 17% dos homens declarem sentir remorso por esconder as fotografias, 12% admitem que o fazem porque ainda sente algo pelas respectivas ex-namoradas. Do lado feminino, as que sentem falta dos ex são apenas 5%. Como não há uma receita específica para guardar ou não as fotos do ex, algumas dicas podem te ajudar a decidir o que fazer com elas.De acordo com uma pesquisa realizada pela Friends Reunited, na Inglaterra, e publicada no Daily Mail, 43% dos britânicos conservam no computador ou mesmo em álbuns as fotos de velhos relacionamentos. Dessa porcentagem, 20% dos homens esconde os arquivos da atual companheira, a maioria por medo de uma crise de ciúmes. A porcentagem de mulheres escondendo fotos de ex é de apenas 9%.
Troque de lugar com o outro
Antes de deletar as fotos antigas ou de decidir mantê-las a salvo, coloque-se no lugar do seu parceiro. Você se incomodaria caso encontrasse o mesmo tipo de fotos no computador dele? Se responder que sim, não exija dele uma atitude que você mesma ainda não tomou: livre-se dos arquivos antigos. Por mais doloroso que possa parecer, é a coisa certa a fazer.
Não brinque de Sherlock Holmes
A regra geral é: quem procura, acha. Não fique procurando registros no computador do seu namorado, como se fosse uma agente do FBI. Ainda que sem querer, ele provavelmente tenha alguma foto das ex dando bobeira por lá. Se não quer se magoar ou discutir, melhor evitar vasculhar a intimidade do outro. Até porque você provavelmente não gostaria que ele fizesse o mesmo com você.
Aposte na confiança
Caso, ainda assim, encontre algum arquivo que te desagrade, não saia brigando em seguida. Respire fundo e avalie a situação: pode ser que a foto esteja ali por acaso, sem que tenha havido intenção real do seu parceiro. Para não ser injusta, evite falar sobre o assunto na hora, espere até a raiva passar e chame-o para uma conversa franca.
Se o moço, no entanto, demonstrar surpresa por ver o arquivo e se dispuser a apagá-lo ou guardá-lo em outro lugar, dê a ele esse voto de confiança. Afinal, ela é a base de qualquer relacionamento.Não apague os arquivos sem a autorização dele. Você é a namorada, não a dona do rapaz – e qualquer atitude desse tipo será uma grande falta de respeito para com a intimidade dele. Se ele se recusar terminantemente a apagar a foto, demonstrando grande apego emocional a ela, talvez seja o momento certo para que vocês tenham um longo diálogo sobre o relacionamento de vocês.
Entenda situações especiais
Pode ser que as fotos em questão sejam de uma viagem bacana que ele porventura dividiu com a ex – ou da formatura, de um fim de ano e outras situações especiais. Nesses casos, é natural que ele queira manter as lembranças não especificamente pela ex, mas porque foram momentos importantes na vida dele.
Se esse for o caso, engula o ciúme e entenda seu companheiro. Todo mundo tem um passado amoroso e não há nada mais chato que ter ao lado uma pessoa que discute sempre por ciúmes desse passado.
O pensar gordo também afeta nossas relações pessoais
Desenvolver a percepção de nossas necessidades é um caminho importante para mudar comportamentos
Refletindo em como funcionam as pessoas com sobrepeso/obesidade, vejo a relação entre o peso e os relacionamentos que se estabelecem de uma forma bem clara. Se puder escolher entre um pequeno brigadeiro ou um grande, é este mesmo que irá optar em comer.
Não precisamos ir muito longe para observarmos em como esses comportamentos se dão quando algumas pessoas ao entrarem a uma loja para comprar um sapato, experimentam um preto que seria o que está precisando no momento, mas acabam comprando vários outros modelos diferentes, e se percebem saindo da loja com quatro sacolas de sapatos, pois não só comprou só o par de sapatos que precisava, mas precisou se sentir satisfeito, se empanturrado de alimentos emocionais que os sapatos representavam naquele momento.
Nas relações interpessoais, a situação se repete de uma forma mais disfarçada e menos visível aos olhos das pessoas envolvidas. A compulsão vem transvertida através da necessidade do outro nos completar, uma necessidade que também tem a função de satisfação de necessidades.A compulsão pode se dar em vários aspectos de nossas vidas, e cada um experimenta de forma diferente essa manifestação, um comportamento a qual chamamos de perda de controle, gerado pela necessidade de satisfação rápida.
Fica claro tanto na clínica como também nas vivências pessoais várias relações nas quais podemos detectar um adoecimento do afeto, uma necessidade de que o outro nos complete e possa preencher nossos anseios, vazios, solidão e angústias.
A partir deste ponto podemos detectar que uma grande parte das pessoas pensam gordo, e acreditam realmente que o outro deva encarnar a sua idealização, e se decepcionam quando se deparam com as diferenças, com a não completude de seus pensamentos, seu corpo (simbiose), e na seqüência, cortam as suas relações, destrói o outro. Quem já não vivenciou essa situação ou mesmo percebeu no outro essa atitude?
O outro o decepcionou, não deliberadamente, mas por ser justamente – O OUTRO, com anseios, desejos, crenças, referências diferenciadas, e que realmente não vai e não pode, se colar ao desejo e no anseio do amigo.
E a comida, não é essa a função que ela exerce nas pessoas que comem demais? A necessidade de ingerirem uma grande porção de comida para sentirem-se satisfeitos? A comida que entra como substituto do afeto, do toque, do beijo, da atenção? É importante parar para refletir no como nos relacionamos com as pessoas, se não estamos exigindo comportamentos que ultrapassam a linha do que seria o normal para que duas pessoas possam conviver em harmonia sem sentirem-se lesados pela demanda do parceiro, do amigo, da família.Penso na relação do pensar gordo nesse aspecto, do desejar mais, querer que o outro seja o maior dos amigos, o melhor, o mais compreensivo, o mais presente, para justamente compartilhar a forma de ver e vivenciar as situações do dia a dia, o pensamento mágico de que tudo vai melhorar, se o outro os preencher.
Vale parar e refletir no como estabelecemos nossos vínculos, pois sempre há tempo de mudar nossos posicionamentos e buscar nos alimentar de outras formas que nos daria prazer, sem grudar em somente a algumas pessoas, podendo ampliar nossa rede de contato e principalmente de situações que também nos traz prazer em nossas vidas.
6 ideias diferentes de amigo-secreto
A brincadeira, comum nas confraternizações promovidas pelas empresas, pode ter ares divertidos e inovadores
Quando as festas de final de ano se aproximam, é quase impossível fugir de alguns clichês: o peru assado, a roupa branca para a virada de ano e as festinhas de confraternização são apenas alguns exemplos. Já que você vai acabar participando delas, ao menos o amigo-secreto não precisa ser sempre igual. Separamos seis ideias para inovar na brincadeira.
Amigo de chocolate
A regra é presentear com uma barra de chocolate ou caixa de bombons. Para não haver erro, já que nem todas as pessoas gostam de chocolate branco, por exemplo, vale fazer uma lista com as preferências de cada um antes do sorteio. A brincadeira, além de promover a socialização entre os colegas, também deixa o dia de todos os participantes mais gostoso. Em todos os sentidos.
Amigo-da-onça Sucesso há alguns anos, as lojas que vendem exclusivamente produtos de R$1,99 seguem sendo boas opções para presentear com pouco dinheiro e muita criatividade. Acredite se quiser, esses estabelecimentos comercializam alguns produtos muito úteis e divertidos. Combinem entre os participantes para que todos comprem seus presentes em uma dessas lojas. Uma boa ideia para quem pretende que o amigo-secreto seja mais descontraído.
Nome divertido e muito usado para classificar amigos considerados falsos. Entretanto, substituir o amigo-secreto por um “amigo-da-onça” é outra forma divertida de inovar.
Cada participante compra um presente que possa ser usado tanto por homens quanto por mulheres. A lembrancinha deve ser muito bem embrulhada, de modo que seja difícil identificar o conteúdo do pacote. No dia da revelação, é feito um sorteio com números. O participante que tiver em mãos o número um começa escolhendo um pacote, sem abri-lo. Em seguida, o participante com o número dois escolhe outro pacote ou rouba aquele escolhido pelo primeiro participante que, nesse caso, deverá escolher outro presente.
A brincadeira termina quando cada um estiver com um pacote. Então os presentes são abertos para revelar seus conteúdos.
Uma boa opção se a turma não quer gastar com os presentes do amigo-secreto. Basta presentear com cartões. A ideia, além de ser original, resgata aquela sensação gostosa de receber algo feito especialmente para você. Por fim, há uma infinidade de opções de cartão disponíveis no mercado, o que garante que dificilmente duas pessoas recebam o mesmo. Uma lembrança simples e bonita.Amigo de cartão
Amigo de CD/livro/DVD
Tudo bem, hoje em dia a maioria das pessoas baixa seus arquivos de música e vídeo da internet, mas muitos ainda gostam de colecionar discos de seus artistas prediletos. Também há os amantes da leitura que, sem dúvida, adorariam ganhar um novo exemplar para a coleção. Essa é uma boa ideia, caso você e seus colegas dividam essas paixões.
Nesse caso, é possível fazer uma lista com as preferências de cada um, para evitar os erros e presentear com algo que o outro realmente vá gostar. A lista pode ser feita assim que os nomes forem sorteados e ficar exposta em um local de circulação da empresa. Cada um anota o pedido da pessoa que tirou e compra o que foi solicitado. Nessa modalidade também é importante determinar o valor médio antes da brincadeira.
Como a profissão do seu parceiro pode afetar sua vida sexual
Uma pesquisa realizada com 400 mulheres revela dados curiosos sobre a relação entre profissão e sexo
Você sabia que o tipo de trabalho realizado durante o dia pode influenciar no desempenho sexual masculino? Isso se explica, uma vez que o nível de estresse causado pelo trabalho influencia diretamente na maneira como as pessoas descansam durante a noite; da mesma forma, o sexo também acaba sendo afetado.
Uma pesquisa realizada pela revista americana Redbook entrevistou cerca de 400 mulheres casadas para saber que tipo de relação há entre a profissão dos maridos e o sexo. Os resultados são surpreendentes e muito esclarecedores.
Aqui estão incluídos policiais e bombeiros, entre outros. 81% das esposas entrevistadas afirmaram que esses homens sempre se certificam de que a mulher fique completamente satisfeita; enquanto isso, 84% classificam a vida sexual no casamento como excelente ou muito boa , 25% afirmam não haver preliminares e 35% gostariam que seus maridos fossem mais aventureiros.Profissões “uniformizadas”
Arquitetos e engenheiros
A maioria das mulheres casadas com esses homens (71%) afirmam que eles também fazem questão de que sua parceira fique satisfeita. Nesta categoria, 92% costumam investir nas preliminares, deixando 76% das esposas contentes e outros 12% desejando que o casal gastasse menos tempo nessa parte. A curiosidade é que 29% das esposas afirmaram que os maridos usariam um “brinquedinho” movido a bateria na hora do sexo.
Técnicos de informática
Segundo a pesquisa, esses são os que menos aceitam manter relações quando suas mulheres querem, mas eles não, apenas 17% deles o fazem, o que explica o fato de que apenas 56% desses profissionais aceitam receber sexo oral – e meros 31% gostam de fazer sexo oral em suas parceiras. Apesar de todas as desvantagens, 63% das esposas afirmaram possuir maridos muito carinhosos após o sexo.
Médicos e outros profissionais de saúde
Essa categoria costuma ser muito carinhosa e romântica – 44% das mulheres casadas com eles garantiram isso -, e muito boa no sexo oral (55% das esposas garantiram que eles são os melhores nesse quesito). No entanto, 34% delas reclamaram das preliminares curtas demais e 36% afirmaram que o sexo acaba rápido demais.
Atenção, mulheres: este é o grupo com maior probabilidade de querer sexo todos os dias – 42% das esposas asseguram que possuem maridos que tentam todas as noites, enquanto 10% afirmam que acabam cedendo aos encantos do parceiro (sim, todas as noites). Mais que isso, esses profissionais são classificados por 92% de suas esposas como excelentes parceiros nas preliminares. 56% das entrevistadas classificam sua vida sexual como excelente ou muito boa.Advogados, contadores, profissionais da comunicação e de economia, consultores
Mecânicos e motoristas de caminhão
Eles ficam em primeiro lugar no quesito sexo oral, com 61% das esposas elogiando. Além disso, incríveis 95% dão muita atenção às preliminares, 39% de suas esposas classificam a vida sexual como excelente e 47% fazem sexo mais de duas vezes por semana. Em contrapartida, mais de um terço delas afirmou que o marido adormece imediatamente após o sexo.
Proprietários de pequenas empresas
46% das esposas afirmaram que seus maridos topariam novas posições e o uso de brinquedos sexuais, enquanto 18% afirmaram que eles topariam usar cordas, algemas e chicotes. 100% delas dizem que o tempo de duração das relações é satisfatório tanto para elas quanto para os maridos, mas 30% gostariam que eles gastassem mais tempo nas preliminares. Neste grupo, 36% afirmam fazer sexo mais de duas vezes por semana.
10 ideias de poses para ensaio fotográfico de gestante
Saiba como ter fotografias lindas e conheça opções de poses para fugir do lugar comum na hora de fazer seu ensaio fotográfico grávida
A gestação é um dos momentos mais memoráveis e repletos de boas emoções na vida das mulheres, por isso muitas fazem questão de registrar este momento através de fotografias, sejam elas caseiras ou realizadas por um profissional.
As opções sobre como e quando fotografar gestantes são inúmeras e capazes de atender a todos os gostos possíveis, mas também gerar muitas dúvidas. O quesito fundamental para conseguir lindas fotografias de uma mulher grávida é ela estar feliz e à vontade, por isso deve-se preparar o ensaio caseiro ou profissional para que este seja um motivo de alegria e não de estresse para a futura mamãe.
Retratar a alegria da gestação nas fotografias é dar o foco temático certeiro para um bom resultado, pois desta forma o ensaio não será apenas composto por fotos da gestante com coadjuvantes dando beijinhos na barriga ou segurando acessórios de bebê, e sim, o registro de um momento de felicidade compartilhado por toda família.Profissionais experts em ensaios fotográficos de gestantes geralmente optam por lugares em que há luz e beleza natural, pois fotos feitas em estúdio fotográfico não costumam deixar a gestante ou os outros participantes das fotos relaxados, causando um resultado nada espontâneo.
Dicas para o sucesso no ensaio fotográfico da gestante
- Não deixe para última hora: A época ideal para fazer o book de grávida é entre o sétimo e o oitavo mês, quando a barriga já está bem redondinha e saliente, mas a mulher ainda não está tão inchada. Além disso, nesse período ainda é possível variação de poses sem muito esforço;
- Cuidado com lingeries ou roupas apertadas: As lingeries ou roupas apertadas usadas no dia anterior ou mesmo no dia da foto podem deixar marcas no corpo. O ideal é que a gestante vista antes do ensaio roupas soltinhas de tecidos leves e não sintéticos;
- Disfarce os defeitinhos: É natural que a gestante tenha olheiras,manchas na pele ou mesmo estrias, mas um pouco de maquiagem pode ajudar a uniformizar a pele, contribuindo para as fotografias saírem lindas;
- Realce suas qualidades naturalmente: Não faça penteados nem maquiagens elaboradas. Procure manter seu cabelo natural, ou apenas com uma escova para amaciar os cabelos e opte por usar pouca maquiagem;
- Se puder, faça em casa: O melhor ambiente para ser fotografada na gestação sem ter de fazer grandes preparativos é em casa, pois todas as roupas e objetos estão com acesso fácil e o clima mais íntimo favorece a naturalidade nas fotos. Peça apenas para quem vai fotografá-la avaliar a iluminação do local pode ser trabalhada;
- Beneficie-se da natureza: Fotografias ao ar livre, em parques ou praias, por exemplo, são excelentes opções. Lembre-se apenas de estar atenta à luminosidade e ao clima para evitar desconfortos. O começo da manhã e o fim da tarde são agradáveis nos dois aspectos;
- Crie um clima com objetos significativos: acessórios de bebê, brinquedos, flores ou mesmo fotografias, podem criar uma composição interessante;
- Mostre a felicidade da família: inclua na fotografia o pai e os irmãos do bebê que está para nascer. Para dar certo, o ideal é que o papai eles cheguem no final da sessão para que a gestante não se desconcentre;
- Prefira roupas básicas: Use roupas que você usaria normalmente, que mostrem seu estilo e te deixem a vontade para expor apenas a sua felicidade pela gravidez;
- Evite acessórios: Se for usar brincos, relógios ou colares, dê preferência a itens mais discretos e consulte o fotógrafo antes para saber se estes não vão atrapalhar com brilhos ou reflexos de luzes.
Para as futuras mamães que estão em dúvidas sobre que roupa e maquiagem usar, a fotógrafa Débora Nunes recomenda : “Roupas claras para fotos mais angelicais e algumas peças de cores contrastantes para fotos mais vivas e coloridas são excelentes. Com relação à maquiagem, os tons pastel são perfeitos, realçam a beleza com suavidade.”

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