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VERSICULO DO DIA 
Salmos, 116:6 - O Senhor vela pelos simples; achava-me prostrado, e ele me salvou.




A sabedoria dos felinos ensina a viver melhor

Ninguém nasce pronto para enfrentar as dificuldades da vida. O poeta chileno Pablo Naruda diria que “o homem quer ser peixe e pássaro, a serpente quisera ter asas, o cachorro é um leão desorientado, o engenheiro quer ser poeta, a mosca estuda para andorinha e o poeta trata de imitar a mosca. Mas o gato quer ser só gato.”

A poesia Ode ao Gato (Navegaciones y Regresos, 1959) retrata uma visão muito próxima da realidade. Afinal, todos sonham em saber lidar com relacionamentos interpessoais, ser autoconfiante, inteligente, independente, comunicativo e ter personalidade distinta, sem preocupações com rótulos. Mas as pessoas são imperfeitas. Já os felinos, nascem prontos.

Talvez, sejam tais características que levam pessoas a se apaixonarem por estes animais e se entregarem a tal ponto de aprender com eles. A cantora e professora de música Giselle Maria é um exemplo, herdou da mãe a fascinação por gatos. Cresceu com ares felinos e alguns arranhões, mas aprendeu a se comunicar com os bichanos apenas pelo olhar.

“Eles são místicos, observadores, estão sempre em conexão com o mundo etéreo e nos ensinam muito com suas atitudes”, afirma a artista, que hoje tem dois gatos, mas já chegou a cuidar de 17, quando morava em Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo.
Giselle Maria convive com gatos desde a infância, já chegou a criar 17 bichanos: ‘Eles inspiram minhas atitudes’ …
Também poeta, Giselle afirma que o olhar e a forma como delicadamente caminham os felinos a inspiram nas decisões pessoais e profissionais.  “Eu não consigo ver minha vida sem gatos. Eles fazem parte do meu universo físico e espiritual e me trazem uma felicidade que não saberia descrever.”

A cantora não é exceção. Histórias como a dela podem ser acompanhadas no blog Louco por Gatos criado pela jornalista Cristine Isabele, de Santa Catarina, para compartilhar experiências vividas com os felinos. “É uma maneira de dar a oportunidade dessas pessoas se expressarem.”

A blogueira afirma “amar gatos”, no entanto, não defende a adoração sem limites pelos animais. Apesar de considerar os bichos “únicos e independentes”, critica o que chama de “acumuladores de animais”.
“Existe distinção de criadores de gatos para acumuladores. Há pessoas que criam 20 gatos, mas sem a menor condição, sem higiene, sem vaciná-los, sem prover o mínimo necessário para a subsistência dos bichanos. Isso só faz mal aos bichinhos”, pondera a Cristine.

Desde 2009, quando decidiu inaugurar o blog, ela coleciona histórias de vida como a do gato Bob, que tirou seu dono, James, das drogas. Para demonstrar como o felino é companheiro, um colecionador de quadros caríssimos compartilhou passagem em que teve a casa incendiada e não se preocupou com os quadros, mas com os bichanos que ele não conseguiu salvar.

Para a jornalista, apenas quem é autoconfiante é capaz de ter um felino como animal de estimação. “Acho que pessoas que não sentem necessidade de um bichinho te lambendo e te adorando 24 horas por dia são bem resolvidas.”

REI NA SELVA E EM CASA
Todas as peculiaridades dos felinos os tornam diferenciados. Desde a graça no andar até a segurança com a qual se portam em quaisquer adversidades fazem deles animais essencialmente superiores, garante a veterinária Elaine Pessuto, diretora do CETAC (Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária).

A médica, especialista em medicina felina, explica de onde vem a identificação dos humanos com os animais. “Eles são extremamente participativos, sociáveis e quando ligados emocionalmente, encaram os proprietários como pais.”

Segundo ela, as características dos felinos são similares, seja na selva ou em casa. Após trabalhar em um programa de monitoramento de onças para preservar a espécie, a veterinária relata a semelhança entre o comportamento dos felinos selvagens e domésticos: “são limpos, exímios caçadores, mantêm a organização social, são educadores e prezam seu descanso.”

A convivência de pessoas com animais silvestres também é possível. “Devemos entender apenas que temos de respeitar os limites”, alerta a médica, ao descrever o animal como “fascinante”. “Ficamos admiramos com a beleza com que eles saltam e com o silêncio que eles se movimentam.”

VIVA COMO UM GATO
Indiscutivelmente, quem se relaciona com os felinos e é capaz de compreender as lições que eles têm a ensinar, consegue aproveitar mais a vida. Pessoas que criaram seus hábitos a partir da convivência com os bichanos, como a artista Giselle Maria, reforçam os principais benefícios de viver uma vida de gato:

1° Observe e crie estratégias antes de colocar um plano em prática;
2° Agarre-se à sua caça, capture seu prêmio, seja um projeto pessoal ou profissional;
3° Demonstre e viva intensamente sua felicidade, seja verdadeiro;
4° Caia em pé depois de uma queda alta, levante e siga em frente;
5° Seja gentil e amoroso, mesmo passando por dificuldades;
6° Livre-se das coisas que não fazem bem, transmutando a energia (segundo a filosofia Xamã, gatos convertem energia negativa em positiva por isso têm a mania de roçar seu corpo nos humanos);
7° Descanse da vida corrida, durma e recarregue as energias;
8° Não atrapalhe o próximo (gatos raramente interferem na vida dos donos, a inteligência os impede de fazer atos que modifique o cotidiano. Por isso, são chamados popularmente de “donos do próprio nariz”);
9° Seduza para conquistar o que deseja (os felinos usam a malevolência do corpo e olhar para obterem o que querem);
10° Ame o próximo pela essência e não por sua aparência ou posição social.

Animais que transformam vidas

Flávia Barbieri/Arquivo pessoal

Toda criança tem o direito de brincar, viver a rebeldia da adolescência, planejar a independência e enfrentar as barreiras do mundo adulto. É a ordem natural da vida. Mas, e se seu filho não tivesse a oportunidade de aproveitar nem mesmo a infância? E se, de um dia para o outro, ele parasse de falar, perdesse os movimentos e sua comunicação fosse apenas pelo olhar?

Foi o que aconteceu com Flávia Barbiere Alomerovic, 8. Há sete anos, os pais de Flavinha descobriram que ela sofria da síndrome de Rett, uma anomalia neurológica genética, que ocorre exclusivamente com as meninas eliminando progressivamente as funções motoras e intelectuais.

Sem informações sobre a doença, a família percebeu que a filha não era mais capaz de usar as mãos, passou a ter problemas de equilíbrio e de relacionamento. “Só descobrimos a síndrome quando ela tinha um ano e meio. É uma fase muito sofrida”, conta a mãe, Marisa Barbiere.

Longos tratamentos deram à pequena a oportunidade de melhorar o convívio social, mas foi um animal que deu a ela a chance de voltar a ter uma vida mais independente, considerando as limitações impostas pela doença.

Há dois anos, Flavinha passou a frequentar um centro de equoterapia. A técnica terapêutica e educacional é relativamente nova no Brasil – foi utilizada pela primeira vez em 1989 – e usa o cavalo como instrumento para buscar o desenvolvimento de pessoas com mobilidade reduzida.

Um cavalo transformou a vida da menina, trouxe de volta o seu sorriso e a alegria da casa. “A vida da milha filha mudou completamente. Ela melhorou o equilíbrio, já consegue ficar sentada sozinha, sem nenhum apoio. A postura está muito boa e já melhorou a marcha. Ainda não caminha sozinha, mas está dando passos. Foi a melhor terapia a qual foi submetida”, comemora Marisa.

O cavalo ajudou a menina a recuperar movimentos que perdeu com apenas um anoREAPRENDENDO A CAMINHAR Ver que um animal ajudou a filha a retomar movimentos básicos os quais perdeu quando tinha apenas um ano de idade, tem um sentido especial para a mãe, que tentou várias terapias durante anos, e uma explicação lógica para os especialistas.

Segundo a fisioterapeuta Letícia Junqueira, especializada em equoterapia há 15 anos, o cavalo tem movimento tridimensional, 95% parecido com o homem, e fornece estímulos importantes ao sistema nervoso central, reorganizando a resposta para os sistemas periféricos (como pés e mãos). “Isso significa que o cavalo é capaz de fazer uma pessoa reaprender a andar.”

Além de ajudar a resolver o problema motor, o animal estabiliza os hormônios. “O cavalo é social, exercitar-se ao lado dele, em contato com a natureza, é prazeroso e libera a serotonina (hormônio da felicidade). Mesmo que o praticante não queira, está fazendo exercício, isso normaliza o hormônio do bom humor. O animal também estabiliza a ocitocina ou oxitocina (o hormônio do amor)”, garante a fisioterapeuta.

A especialista, que trata de casos como o de Flavinha, assegura que o cavalo pode mudar a vida de qualquer humano, pois atua nas áreas física, psicológica, comportamental, educativa e social. “O cavalo potencializa as habilidades, fazendo uma criança superar o medo, melhorar a autoestima e a motivação. Nesta relação não há hierarquia, mas uma parceria.”

Um exemplo às pessoas que perderam a esperança. Assim como transformou a história de Flavinha, o animal pode mudar a realidade de quem tem de conviver com qualquer tipo de deficiência e trazer de volta o sentimento de que é possível superar as dificuldades e ter uma vida mais feliz.

O desafio de constituir família após crescer sem os pais



  • Galego viveu a infância e adolescência longe dos pais. Hoje, aos 80 anos orgulha-se de manter a união da famíl …


    Brasil, um sonho intenso, mas cheio de personagens da vida real com histórias de amor e esperança capazes de ilustrar um verdadeiro best-seller. Assim foi a vida de Damião Miguel de Amorim, o Galego. Hoje com 80 anos, ele tem muito a contar sobre um garoto que saiu de casa, na Paraíba, aos 12 anos, cresceu sem a presença dos pais e irmãos, mas, agora, sabe o valor de uma família.

    Ele realmente levou a sério o jargão ‘o mundo é pequeno’ e resolveu conhecer o país justamente à época que passava por uma crise mundial. Mas nada disso era suficientemente importante para o menino que perdeu a mãe quando tinha apenas 10 anos e decidiu “voar no mundo” por não suportar ver os irmãos maltratarem a madrasta.

    “Sai de casa com a roupa do corpo e um saco nas costas, onde guardava alguma coisa para comer, uma rede e o meu ‘seca poço’ (como apelidou o cobertor)”, conta Galego. Pode parecer roteiro de filme, mas ele viveu 10 anos longe de casa, tal qual um andarilho para viver o que ele considera “a melhor fase da vida”.

    A aventura rendeu série de contos praticamente inacreditáveis. “Não havia grandes construções, nem estradas, vivia no mato, me alimentando de frutas, sementes, e, quando encontrava um vilarejo ou uma casa de palha, parava para comer comida.” 

    Paradoxo, mas foi no meio da mata que Galego conheceu a modernização e viu pela primeira vez um veículo. “Eram caminhões que entravam selva adentro para desmatar.” Ele aproveitava a oportunidade para pular de um estado a outro. Assim, de carona em carona, conheceu o Ceará, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Goiás, Mato Grosso, Amazonas, Belém do Pará, Santa Catarina, São Paulo e Paraná.

    ÚLTIMA PARADA
    Com 22 anos, Galego reencontrou uma das irmãs, que morava no Paraná. “Mesmo no meio de tanto cabelo e barba, ela me reconheceu e suplicou para que eu parasse de andar pelo mundo. Atendi porque minha rede já não dava mais para armar”, lembra, aos risos.

    A convivência com a irmã, nem de longe lembrava a tristeza dos dias que passou com fome ao lado dos 14 irmãos – mais tarde soubera que tinha mais 13 irmãos, fruto do segundo casamento do pai. “Voltei a ser um homem de família. Mas já estava criado pelo mundo. Voltei a ver papai só quando tinha 32 anos.”
    A vida familiar trouxe também responsabilidades. Galego casou-se e virou pai de dois filhos. “Eles são minha vida”. Abandonou as aventuras, foi trabalhar no cultivo do café para sustentar a família e, em 1981, mudou-se para São Paulo em busca de trabalho promissor em uma empresa e o sonho de uma vida melhor.

    “E estou aqui, ao lado da minha mulher, dos filhos, netos, bisneto e cachorro, que são tudo o que tenho de melhor”, sinaliza, satisfeito com o patrimônio. “Posso estar no pior momento da minha vida que estou sempre alegre. Basta lembrar os laços que conquistei.” Ele já não sabe o paradeiro de todos os irmãos, mas se orgulha de manter sua própria família unida.

    DO OUTRO LADO DO RIO

    Nem todas as histórias de crianças que crescem sem os pais têm desfecho lúdico. Na maioria dos casos, são traumáticas. Maria das Graças Jesus, que atuou como educadora social em um abrigo, conta que grande parte dos menores encaminhados às instituições sofre de violência doméstica ou abuso sexual.

    A profissional explica que a ausência materna e paterna “mexe emocionalmente como o menor” e garante que ninguém substitui a presença dos pais. “Querendo ou não, os educadores estão trabalhando. Apesar do nosso carinho, no abrigo os pequenos acabam sendo tratados como um número. Nunca conseguiremos cumprir o papel da mãe porque lá, somos especialistas.” 

    Com históricos completamente conturbados, menos da metade das crianças que passam a adolescência nos abrigos leva vida normal. “Muitos entram no mundo das drogas porque cresceram sem qualquer estrutura familiar”, revela Maria das Graças.

    Em contrapartida, há quem se apega às oportunidades para mudar o futuro. Com apoio de todos os lados, superam a difícil vida longe dos pais e formam a própria família. “Acompanhamos alguns deles por longos períodos, muitos estudam, se casam e constituem famílias lindas”, revela a educadora. Temos casos de pessoas que hoje trabalham como voluntários nos abrigos onde cresceram. Eles mostram que sempre existe um caminho.”


Já parou para pensar no significado da palavra fé? E a sua, é capaz de mover uma montanha? A crença, tratada na filosofia como condição psicológica que faz o ser humano definir um ideal como realidade absoluta, pode e deve ser usada em benefício próprio para ajudar no tratamento de doenças emocionais como a depressão.

É saudável buscar a religião como terapia. Um tratamento gratuito que garante amparo e permite a reflexão sobre a ciência da vida. Caminho natural para quem sobre grandes decepções como a perda de uma pessoa próxima. Juscilei de Cássio Brotti Marinho, a Jô, 52, passou pela experiência e procurou na igreja uma porta para sair da “escuridão”, como ela define o tempo que viveu depressiva por conta da morte do filho. 

Em maio de 2009, Jô recebeu a notícia de que seu filho, que à época morava no Japão, havia sofrido um grave acidente de moto. Morreu com 22 anos. “Foi muito difícil aceitar, não conseguia superar. Demoramos um mês para trazer o corpo dele para o Brasil, um sofrimento que não desejo a ninguém.” 

O sentimento de impotência por não poder ajudar filho que estava do outro lado do mundo, fez Jô desenvolver um quadro de depressão, que só conseguiu superar amparada pela religiosidade. “No primeiro ano ainda estava em busca (de um suporte psicológico), no segundo, caminhou melhor e só agora posso dizer: não estou depressiva. Consigo compreender que meu filho viveu feliz ao fazer tudo o que planejou.” 
Jô mostra último cartão de Natal que o filho enviou do Japão: ‘A fé me ajudou a superar a perda’/Arquivo pesso …
Apegar-se à fé é fundamental para tratar a depressão, assegura a psiquiatra Elisa Brietzke, coordenadora científica do PRISMA (Programa de Reconhecimento e Intervenção em Estados Mentais de Risco) da Unifesp. Segundo a especialista, a espiritualidade não está diretamente relacionada à cura, mas é fator que torna o homem mais resistente a doenças psiquiátricas. 

“Pessoas com atividade religiosa têm mais capacidade de enfrentamento, são mais resistentes contra a depressão”, ressalva a médica, ao garantir que, independentemente da religião, a prática ajuda no tratamento porque está relacionado à convivência em grupo. “Ela passa a ter um suporte da equipe.” 

Especificamente em casos de luto, a fé pode dar o sentimento de transcendência, quando acredita-se que a vida não termina com a morte. “O fenômeno ajuda as pessoas a superarem o luto porque creem que existe um céu e a vida continua após a morte, ou, ainda, recorrem à simples ideia de que nossa existência importa para a humanidade, para a ciência”, explica psiquiatra. 

Exatamente por acreditar na sua importância para a família, Jô conseguiu retomar a vida normal. “Buscamos em Deus um conforto. Encontrei. Compreendi que cada um tem de passar por seu próprio sofrimento, perdoar a quem culpamos por um determinado problema e seguir em frente. Tive fé e voltei a viver porque minha família precisava de mim.” 

Comunicativa, independente e vaidosa, ela consegue encarar a tristeza da forma como deve ser. “Eu choro, mas as recordações me fazem bem”, compartilha a mãe, que guarda em um quarto todas as lembranças do filho. “Hoje, tenho plena consciência de que qualquer um é capaz de mudar a própria realidade. Gosto de me arrumar, me sentir bem, visitar amigos. A vida continua feliz porque entendi que meu filho não aprovaria minha tristeza.” 

A RELIGIÃO CONFORTA
Orador espírita há 29 anos, Estevão Camolesi classifica a religião como “terapia assertiva” para eliminar a causa da depressão. “Para acabar com o efeito da doença são usados medicamentos que atingem o sistema nervoso central. Mas será que isso cura? A doutrina espírita diz que ajuda, mas é a terapia que resolve. Neste caso, a fé tem papel importante, sobretudo de conforto.” 

Camolesi realiza em média 300 palestras ao ano sobre o tema e defende a busca da espiritualidade para tratar quaisquer problemas emocionais. “Terapia é pensar sobre a existência da vida e a religião cumpre bem este papel, de graça. O resultado deste tratamento é o bem, porque a pessoa não busca apenas uma cura para ela, mas para todos em sua volta.” 

Para o padre Pedro Raimundo Dias, as pessoas não podem depender exclusivamente da religiosidade e acreditar que apenas a fé em Deus é suficiente para curar a doença. “Eles devem buscar tudo o que gostam para superar a depressão. A igreja colabora, mas também usamos o processo da exortação (uma advertência), quando falamos firmemente com alguém para mostrar que há outros caminhos para elevar a autoestima.” 

Há 66 anos atuando como padre, o religioso usa um provérbio para aconselhar os fiéis a ter esperança de que a tristeza constante deve ser passageira. “Dizemos que nenhuma noite é tão longa nem tão escura que não acabe com a aurora dum novo dia. As pessoas precisam entender que a vida tem um sentido.” 
Sérgio Bernardes, psicólogo que atua como pastor evangélico há 20 anos, alerta ao fato de vivermos uma geração atrelada ao relativismo, ao materialismo e às doenças emocionais, espirituais e morais. Na avaliação do evangélico, “a crise é tão profunda que as pessoas desconfiam das instituições e das autoridades públicas, privadas e religiosas.” 

Diante da procura de um porto seguro, o pastor considera privilegiada a pessoa que consegue sair do “casulo no momento da frustração, medo e angustia” e confiar na igreja como uma alternativa para recuperar-se de uma depressão. “A constatação simples e incontestável é que o homem sem Deus vive sem esperança”, assegura, ao defender que “a única solução para esta geração (depressiva) está na fé em Cristo.”

Saiba Mais Sobre Insuficiência Cardíaca

O que é Insuficiência Cardíaca ?
A insuficiência cardíaca pode ser definida como uma incapacidade do coração bombear o sangue em quantidade necessária para satisfazer as necessidades dos diferentes órgãos e sistemas do nosso organismo. Freqüentemente, ocorre dilatação das câmaras cardíacas ( produzindo o chamado “coração grande ”) , levando a um quadro progressivo e muitas vezes irreversíveis.
Quais são as causas de Insuficiência Cardíaca ?
Em nosso meio, a doença das artérias coronárias, manifestada principalmente pelo infarto do miocárdio ,é a principal causa. Hipertensão arterial, alcoolismo, Doença de Chagas, doença reumática das válvulas cardíacas e infecções virais são também causas freqüentes.
Qualquer que seja a causa inicial, após um período inicial em que o músculo cardíaco é lesado, ocorre progressivamente dilatação e diminuição da força de contração do coração, a qual pode continuar mesmo após a retirada do fator agressor inicial.Quando esta dilatação atinge um determinado limite, surgem as manifestações clinicas da insuficiência cardíaca.
Quais são os sintomas da Insuficiência Cardíaca ?
A queixa mais comum nos pacientes com insuficiência cardíaca é a falta de ar. Esta tende a ocorrer inicialmente com os esforços físicos, é de caráter crescente, eventualmente progredindo até o repouso; ás vezes, o paciente não consegue dormir devido a falta de ar, necessitando de levantar a cabeceira da cama ou mesmo dormir na posição sentada.
Cansaço progressivo, edema ( inchaço ) nos pés, perda de peso, palpitações, dores abdominais ( devido ao crescimento do fígado ) também são manifestações freqüentes.
Quais as opções de tratamento da Insuficiência Cardíaca ?
A primeira medida a ser tomada é controlar e afastar o fator inicial que leva a agressão do músculo cardíaco ( por exemplo: controlar pressão arterial, parar o uso de bebidas alcoólicas). Em relação às medicações, o uso de diuréticos, de drogas para aumentar a força de contração do coração,de drogas chamadas vasodilatadoras ( por exemplo: captopril , enalapril) e de drogas conhecidas como betabloqueadores ( bisoprolol ,carvedilol, metoprolol ), permitem na maioria das vezes controle dos sintomas e redução da mortalidade por insuficiência cardíaca com o passar dos anos.
Em relação ao tratamento cirúrgico, destaca-se o transplante cardíaco, o qual é procedimento reservado para casos muito graves e que envolve a necessidade de uma estrutura de serviço de saúde complexa para a seleção de doadores e receptores, admnistração de medicações e exames para controle da possibilidade de rejeição. A prevenção da insuficiência cardíaca deve ser incentivada a nível populacional através do melhor controle dos fatores causais citados, fechando assim a cadeia da seqüência de avaliação e tratamento desta doença que tantas mortes causa todos os anos.

Criança no carro: cuidados para segurança

Conheça os dispositivos de proteção obrigatórios por lei e as indicações dos pediatras para o transporte de crianças no carro

crianca no carro cuidados que podem salvar a vida do seu filho Criança no carro: cuidados para segurança

Poder proporcionar passeios com crianças no carro tanto em trajetos rápidos quanto em viagens é muito satisfatório. Isto, somado à praticidade do uso do carro na rotina cheia de atividades de uma criança, faz com que os pais não abram mão de levar seus filhos por toda parte neste meio de transporte.
Porém é necessário estar atento para transportar crianças no carro da maneira correta, não só para atender a legislação, mas para garantir a segurança no trânsito.
De acordo com o Ministério da Saúde, os acidentes de trânsito são a primeira causa de morte de crianças e adolescentes entre um e 14 anos no Brasil e grande parte do caráter letal destes acidentes para este grupo se deve à forma inadequada que muitas crianças ainda são transportadas em automóveis.


A legislação brasileira exige, além do cinto de segurança para os adultos, a utilização de dispositivos de segurança para crianças, pois estas possuem algumas estruturas ainda em formação e podem sofrer maiores danos em acidentes se não estiverem adequadamente protegidas.
Proteção das crianças no carro

Os dispositivos indicados que podem salvar a vida das crianças são as já conhecidas cadeirinhas, também chamadas de ASI, Assentos de Segurança Infantil, que devem ser usados em quaisquer trajetos, independente da distância a ser percorrida.
Muitos pais acham que os mecanismos exigidos por lei são uma proteção excessiva e que se o motorista for prudente, não haverá frenagens e curvas bruscas, nem batidas e, portanto os ASI são dispensáveis.
Mas é importante entender que estes assentos de segurança não servem apenas para proteger as crianças em caso de acidente, mas também prevenir que, por não terem discernimento, estas exponham os ocupantes do veículo a situações de risco durante o deslocamento, abrindo portas e janelas, ficando de pé, circulando ou saindo do interior do carro, ou mesmo mexendo no volante ou câmbio, por exemplo. O uso do assento de segurança é tão importante quanto manter o carro organizado e sem objetos pontiagudos perigosos perto das crianças.
Quem infringir a lei, circulando com crianças no carro sem os ASI, está sujeito, pelo Código Brasileiro de Trânsito, à multa alta e perda de sete pontos na carteira de motorista.

Como usar adequadamente os Assentos de Segurança Infantil e proteger as crianças

Existem três os tipos de assentos capazes de garantir a segurança das crianças: o bebê conforto, as cadeirinhas e os assentos elevadores. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, para escolher o assento correto é necessário considerar o peso e idade da criança:
  • Bebê conforto: protege crianças com peso abaixo de nove quilos e com menos de um ano de idade e deve ser preso no carro através do cinto de segurança, no banco traseiro e posicionado de costas para o para-brisas;
  • Cadeirinha: deve ser usada por crianças que já conseguem sentar sozinhas, com no mínimo um ano de idade, e preso no banco traseiro do carro pelo cinto de segurança, posicionado para frente do carro.
  • Existem cadeirinhas adaptáveis que podem ser utilizadas inicialmente da mesma maneira que o bebê conforto num primeiro momento e, posteriormente, na posição da cadeirinha;
  • Assento elevador: são para crianças com mais de 18 quilos, mas que ainda precisam de um suporte que adeque a posição dos três pontos do cinto no corpo.
Segundo o Dr. Sergio Oliveira, professor de pediatria do departamento de Medicina da Universidade Estadual de Maringá, não usar os assentos equivale a negligenciar a necessidade de segurança da criança, o que pode configurar como maus-tratos infantis.
Por isso, não se deixe levar pela insatisfação da criança no uso deste dispositivo, pois, ainda que ligeiramente incômodo, ele é garantia de segurança e boa educação no trânsito. Crianças que usam os assentos de segurança, provavelmente serão adultos responsáveis que compreenderão a importância também do cinto de segurança.

Aprenda a lidar com os adolescentes de forma amigável

Saiba como descobrir mais sobre a vida pessoal dos seus filhos sem invadir a privacidade deles

aprenda a lidar com os adolescentes de forma amigavel Aprenda a lidar com os adolescentes de forma amigável
Depois que tem filhos, nenhuma mulher consegue dormir tranquilamente por uma noite inteira. Só quem é mãe sabe que amizades, maus hábitos e pequenos atos de rebeldia são motivos para preocupação, e não apenas uma “fase” que passa logo, como dizem os parentes mais próximos. E conforme as crianças crescem e se tornam adolescentes, a atenção dos pais dedicada a manter controle sobre os filhos também cresce.
Nessa fase, a simples rotina de ir a escola causa desespero entre a família, a pedagoga Arlete Codo explica o porquê: “Durante a adolescência, o círculo de amizades começa a aumentar. E com medo do que o mundo fora de casa pode oferecer, a mãe começa a se perguntar: ‘com quem o meu filho está se enturmando?’.”

Mas, quando os pais percebem esse comportamento reservado, é natural que passem a utilizar métodos para descobrir mais sobre a vida pessoal do filho, o que não é errado, mas demanda cuidado para não afastá-lo ainda mais. “Os pais podem mexer nas coisas dos filhos, mas quando eles não estiverem presentes. Caso contrário, eles se sentirão pressionados”, comenta a pedagoga.Depois da puberdade, que é quando o corpo da criança começa a desenvolver glândulas sexuais, começa a adolescência, segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS, a partir dos 10 anos. Essa evolução desencadeia mudanças físicas e, com a descoberta do próprio corpo, começam as mudanças comportamentais. Por esse motivo, é natural que os adolescentes fiquem mais sigilosos com suas experiências fora de casa.
Todo adolescente, e até mesmo as crianças, precisam ter privacidade. É claro que não se pode deixá-los livres para fazer o que quiserem. Existe um limite que os pais devem respeitar. Para acompanhar arotina dos filhos sem pressioná-los, algumas ações são fundamentais. Acompanhe abaixo:
  • Deixe o computador em uma área comum da casa, como a sala, por exemplo. Não precisa ficar atrás do filho enquanto ele estiver na internet. Afinal, ele irá pensar duas vezes antes de fazer qualquer coisa errada sabendo que os pais podem entrar a qualquer momento;
  • Quando seu filho quiser sair com os amigos, deixe. Mas leve-o e busque-o. É importante que o adolescente saiba que tem liberdade, mas que ela tem limites;
  • Não permita que o filho não te deixe ter acesso ao quarto dele. Ele tem que saber que, apesar de lá ser o cantinho dele, faz parte da casa e, portanto, pertence a todos. Assim, quando for limpar ou arrumar o ambiente, vasculhe armários e objetos, sem que o adolescente veja e perceba, é claro.
A melhor forma de interagir com o filho adolescente e saber sobre sua vida, seus anseios e suas amizades é a conversa. Um bom diálogo é a base de uma relação estável. Nunca interrogue o seu filho, como explica a pedagoga Arlete Codo: “O foco principal do diálogo com o filho é mostrar o caminho do bem e do mal de maneira amiga, sempre frisando as consequências dos maus atos.

Xixi na cama – até quando é normal?

Até os cinco anos de idade, o problema não deve ser motivo de preocupação

xixi na cama ate quando e normal Xixi na cama   até quando é normal?

xixi na cama não precisa ser motivo de preocupação para os pais se isso acontecer com a criança até os cinco anos de idade, uma vez que o completo desenvolvimento do controle da micção só ocorre por volta dessa idade. Especialistas confirmam que o diagnóstico da enurese, ou incontinência urinária durante o sono, acontece se as “escapadas” noturnas persistirem até os sete anos de idade, com pelo menos um episódio de xixi na cama por mês.
Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o xixi na cama não é causado por questões emocionais. As causas do problema, que pode ser hereditário e mais comum nos meninos, são basicamente fisiológicas e o tratamento pode ser feito com o uso de aparelhos chamados de “alarme de cabeceira”, um tipo de tapete com sensores de urina conectados a uma caixa de alarme que ajuda a criança a aprender a contrair os músculos e assim controlar a urina; ou ainda com o uso de hormônios sintéticos.
Apesar das causas da enurese não serem emocionais, é muito importante que os pais saibam lidar com a situação. A partir dos sete anos, a criança já passa a entender melhor o que está acontecendo, passa a sentir-se diferente dos demais e por isso sente-se envergonhada.

Além disso, é essencial que pai e mãe conversem com a criança a fim de tranqüilizá-la para que ela não se sinta culpada e ansiosa por fazer xixi na cama. Ajudar a criança a sentir-se confiante é essencial. Não a repreenda quando as “escapadas” noturnas acontecerem e procure sempre incentivá-la cada vez que conseguirem controlar o xixi.Muitas vezes ela se torna retraída pelo fato de ter medo que os outros saibam que ela faz xixi na cama, portanto, torna-se fundamental que os pais evitem falar sobre o assunto na frente de outras pessoas para não constranger o filho.
No ambiente familiar, a enurese deve ser tratada com normalidade para que a criança veja-a somente como uma fase passageira.
No que diz respeito à enurese, assim como é o caso de outros assuntos familiares, as palavras-chave são compreensão e diálogo. Com o apoio familiar e o tratamento médico, o problema pode ser curado. Com a cura, é comum observar na criança uma mudança de comportamento – da introversão para a extroversão – o que a leva a recuperar sua autoestima e desenvolver melhor outras áreas de sua vida, como a escola e a convivência social.

Fumar durante a gestação é prejudicial ao bebê

Conheça os riscos que o cigarro pode causar ao feto e à mamãe

fumar durante a gestacao e prejudicial ao bebe Fumar durante a gestação é prejudicial ao bebê

O cigarro é uma droga e, assim como todas as outras, prejudica a saúde do fumante podendo causar diferentes tipos de câncer, doenças respiratórias, entre outras. Hoje, campanhas contra o tabagismo são amplamente divulgadas e, em geral, que consome a droga sabe quais são os seus riscos. Mas a situação pode ser ainda mais agravante para as mulheres grávidas, que colocam em perigo a vida do bebê. Estima-se que 36% das gestantes não conseguem largar o fumo.
Fumar durante a gravidez pode prejudicar o crescimento do feto dentro do útero da mãe, além de desencadear outros problemas de saúde. “Os componentes químicos do cigarro podem causar, principalmente, prematuridade, baixo peso e problemas respiratórios”, explica o ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade Brasil, Doutor Pedro Awada.
Quando fuma, a mãe inala a fumaça do cigarro através dos pulmões. A fumaça, por sua vez, vai à corrente sanguínea da mulher. E como o bebê absorve as substâncias presentes no sangue da mãe, ingere o monóxido de carbono presente na fumaça do cigarro. Quando a mulher fuma, o feto “fuma” também e por isso pode ter problemas respiratórios. Outro componente que provoca danos incalculáveis à criança é a nicotina. Ela impede que os nutrientes e o oxigênio cheguem ao bebê porque estreita os vasos sanguíneos. Assim, torna-se responsável pelos problemas de desenvolvimento do feto.

O obstetra acrescenta ainda aos perigos para as mulheres as doenças rotineiras do cigarro. “A mãe também fica suscetível aos problemas gerais da nicotina como, por exemplo, aumento de insuficiência pulmonar”, completa o obstetra.Para a mamãe, o mau hábito de fumar durante agestação pode provocar aborto natural, sangramentos e descolamento de placenta. No período em que está esperando um bebê, a circulação sanguínea da mulher fica prejudicada. E a nicotina torna a situação ainda pior, já que os vasos estarão mais estreitos. A junção desses fatores pode causar trombose, quando se formam coágulos dentro das veias.
A gravidez é um momento mágico e merece essa abdicação, que é a favor da saúde e do bem estar da criança. E como ser mãe implica em sempre fazer o melhor pelos filhos, a tentativa de eliminar o cigarro da rotina não deve se restringir apenas ao período de gestação. “Sem dúvida a mulher deve evitar fumar durante a amamentação porque entra em contato com o bebê. Não há registros de que o hábito influencia na qualidade no leite, mas cheiro vai incomodar o bebê com certeza”, afirma Dr. Awada.

Religiosidade e filhos

A religiosidade é uma boa maneira de ensinar valores como a caridade e o respeito ao próximo

religiosidade e filhos Religiosidade e filhos

Diz o ditado que futebol, política e religião não devem ser discutidos, cada um tem suas preferências e o mais acertado é mesmo guarda-las para si mesmo. Mas, no que se refere a filhos, oferecer algum tipo de orientação religiosa – preferencialmente desprendida de rótulos – pode ser uma boa maneira de ensinar a eles valores como a caridade e o amor ao próximo.
Quando introduzir o assunto na educação dos pequenos e como fazê-lo para que não se sintam forçados a adotar essa ou aquela religião, além do cuidado para não desenvolver neles nenhum tipo de preconceito ou ódio motivado pela fé, são questionamentos comuns e importantes entre os pais.


Segundos especialistas, é importante passar para os filhos noções gerais sobre o bem e o mal desde a mais tenra idade. Elas precisam entender que devem respeitar os demais, de modo que a regra geral a ser passada é “não devo fazer com os outros o que eu não gostaria que fizessem comigo”. Essa noção é o suficiente para os primeiros anos de vida.
Em que idade começar?

Para uma criança menor de sete anos, é muito difícil separar o que é material do que é abstrato.
Por isso falar de Deus antes dessa idade é delicado. Uma criança muito pequena não consegue entender Deus sem vinculá-lo à imagem de um senhor barbudo, que habita os céus, ou seja, sem criar uma imagem “material” para si mesma.
O ideal é explicar para os mais novinhos a diferença entre bem e mal, sem associar essas definições a uma igreja ou crença determinada. Caso deseje dar um direcionamento específico para uma igreja, você pode encorajá-los a frequentar aulas de evangelização para crianças, mas cuidado para não forçar a situação. Crianças que frequentam esse tipo de ambiente de porque são obrigadas a isso tendem a desenvolver aversão ao invés de simpatia.
De acordo com a psicóloga Aimê dos Santos Alves, “o sentimento da religiosidade deverá aparecer com o passar do tempo, uma vez que o ser humano deve ter a liberdade de escolha. Então, para os pequenos, vamos transmitir, através de exemplos e de diálogo, o sentimento de solidarieda, de cidadania, de participação, de amor e respeito ao próximo e à natureza. No decorrer do tempo, com a idade, os gostos e as escolhas passam por mudanças, mas os princípios morais e éticos com certeza se solidificarão, de modo que nossas crianças saberão o caminho a tomar”.
A espiritualidade é uma forma simples e coerente de ensinar val morais, éticos e familiares para os pequenos. Crianças que recebem noções referentes ao tema crescem com uma melhor estrutura emocional e moral.


A partir do momento em que seu filho demonstrar interesse por uma ou outra religião, passe a dialogar com ele sobre a necessidade derespeitar as escolhas religiosas das demais pessoas. Isso é importante para evitar que ele desenvolva preconceitos de qualquer espécie quanto às demais crenças e doutrinas religiosas.Não estimule o preconceito

Essa dica também é válida para o caso de a criança acabar seguindo a mesma religião dos pais.Estimular comportamento e discriminação ou ideias pré-formuladas sobre realidades que você não conhece de maneira apropriada, além de errado, prejudica o relacionamento de seus filhos com o restante da sociedade.
Em um mundo em que a integração entre diferentes mentalidades e ideologias é cada vez mais difundida, vale a pena passar esse tipo de valor positivo para as novas gerações.

Medo de engravidar pode desencadear gravidez psicológica

Os sinais são iguais os de uma gestação e são causados inconscientemente

medo excessivo de engravidar pode desencadear gravidez psicologica Medo de engravidar pode desencadear gravidez psicológica

Os sintoma são de uma gravidez e incluem enjoos, atrasos na menstruação, mudanças no corpo, aumento do abdômen e dor nos seios, mas o teste simplesmente dá negativo. Neste caso, é possível que a mulher esteja passando por uma gravidez psicológica. A psicóloga, especialista em psicologia obstétrica, Elisangela Batista Secco, explica que o diagnóstico da pseudociese, nome cientifico do distúrbio, é realizado através de exames de concentração hormonal HCG e, em alguns casos, com ultrassonografia para complementar a análise.
As causas para a gravidez psicológica podem ser muitas, pois tudo depende do histórico de cada mulher. “Os conflitos são inconscientes e podem estar relacionados tanto com o desejo intenso de engravidar, quanto com o medo da gestação. Situações de perdas e confusões relacionados à feminilidade e ao papel social que a mulher exerce, muitas vezes também contribuem para o surgimento do distúrbio”, explica.
Depois de diagnosticada com pseudociese, a mulher precisa passar por um tratamento psicoterápico e, muitas vezes, médico, com administração de remédios que têm o objetivo de eliminar os sinais de uma gestação. “Esse processo é importante porque todos os sintomas são parecidos com o de uma gravidez real e não são provocados conscientemente pela mulher”, alerta a especialista.


É preciso ter cuidado e trato ao lidar com uma mulher que passou por uma gravidez psicológica, por isso a especialista explica que muitas vezes o tratamento psicoterápico se estende ao marido e a família da paciente. “As mulheres e familiares em geral ficam muito tristes, pois a possibilidade de estar grávida gera uma série de expectativas em relação a espera do bebê, e muitas vezes todo esse sofrimento e frustração pode dar vasão a quadros depressivos”, alerta.
Apoio da família

Para ajudar, a família da mulher precisa apoia-la para que ela não se sinta sozinha. Além disso, é importante que as pessoas ao redor, como amigos e parentes, não a pressionem tentando convence-la da não gravidez. “Mesmo após o diagnóstico de que não há um bebê no útero da mulher, ela não pode controlar os sintomas. É absolutamente involuntário”, explica.
A médica alerta ainda que as chances de reincidência do distúrbio são poucas, mas elas existem. “Na maioria dos casos o tratamento medicamentoso associado à terapia e ao apoio familiar, permite um prognóstico favorável. Mas em casos mais graves, quando o quadro de pseudociese está associado com outros fatores, como psicose, há chances maiores de ocorrer reincidência”, finaliza a psicóloga.

Operação verão pode desencadear efeito sanfona

Ações preventivas levam a perda de peso de forma saudável

operacao verao efeito sanfona Operação verão pode desencadear efeito sanfona
Com a chegada do verão, nos deparamos com o calor, férias, praia e, consequentemente, costas e barriga de fora, vestidos curtos e biquíni. O que para muitas é algo natural, para outras é um verdadeiro caos em função do peso estar acima do desejado. Começa a corrida contra o tempo, afinal janeiro está bem próximo.
Assim, muitas mulheres acabam recorrendo a várias estratégias para perder peso rápido. Porém, a grande maioria delas tem efeito temporário, voltando a ganhar todo peso perdido após o verão. Como vivemos a era do imediatismo, nunca nos planejamos na busca de nossos objetivos, queremos tudo para já, e com o peso não é diferente.

Determinamos valores irreais e sacrificantes sem termos informações adequadas , o que leva o corpo responder a esse ataque, freando a perda de peso.Mas tenho uma má notícia, perder peso rapidamente não é a forma mais adequada de se manter magra, muito pelo contrário, é a forma mais rápida de engordar novamente, mantendo o efeito sanfona.
Vivemos em um país onde a valorização do corpo magro é cultuada e acabamos perdendo o referencial do que seria ou não adequado e saudável para usarmos como meta. Na busca do peso magro, precisamos nos lembrar de traçar parâmetros reais, levando em consideração a idade, altura, entre outros fatores que podem determinar ou não a perda de peso.
Esse processo gera decepção, indignação em muitas pessoas, mas se formos realizar um levantamento, iremos verificar que na grande parte dessa população, os regimes estão sendo realizados sem orientação de um profissional capacitado, o que leva ao efeito sanfona e um desestímulo muito grande.
A falta de percepção quanto às emoções determinam muito o processo, pois cuidar do corpo também significa olhar para o que sentimos, nos auxiliando a buscar nossos objetivos, como também podem nos levar a sabotar os mesmos.
O importante é ter consciência de que temos limitações, que caímos nesse processo, mas que podemos nos levantar, continuar e procurar ajuda para que esse projeto se torne efetivo. Quem sabe no verão que vem possa estar com o peso desejado, e feliz por ter conseguido mantê-lo durante o ano todo, curtindo muito a sensação de vitória.

Comprimento do cabelo traduz a personalidade da mulher

Especialista afirma que é possível sim caracterizar a personalidade da pessoa analisando a estrutura e estilo dos fios

comprimento cabelo traduz personalidade mulher Comprimento do cabelo traduz a personalidade da mulher
Longos, curtos, liso, enrolados. São tantos os estilos e modelos diferentes de cortes de cabelo que a mulher tem a opção de mudar o visual em qualquer momento. Porém, muito mais complexo do que se parece, a análise minuciosa dos fios podem classificar a personalidade e o tipo de pessoa.
De acordo com o especialista em comportamento humano, Felipe Okazaki, é possível sim caracterizar o estilo de mulher através do seu cabelo. “Os cabelos nos revelam a personalidade e sua atual postura de como a pessoa está encarando a vida e existem diferentes formas para lidar com esta pessoa também. As variações de estilos podem nos revelar o quão extravagante ou prática ela está, o quanto ela está amadurecida emocionalmente, quanto desprendimento esta pessoa tem com os outros”, comenta.

Segundo o especialista, mudanças drásticas no estilo do cabelo, por exemplo, mulher com cabelo longo e adota corte joãozinho, não interfere na pesquisa. “A análise do cabelo é justamente para demonstrar o que ela sente atualmente. Como ela está se projetando aos outros. Portanto se ela quer adotar um estilo de cabelos lisos, podemos dizer que ela está querendo adotar uma postura de pessoa mais prática. As atitudes alteram a personalidade”, explica.E para fazer essa análise, leva-se em conta a textura, o comprimento, o estilo dos fios e em outros casos, o contexto geral do rosto. “Muitas vezes a pessoa deixa o cabelo crescer também para cobrir uma cicatriz, uma alergia na nuca, portanto devemos ter cautela para analisar a personalidade somente pelos cabelos. Por isso muitas vezes outras leituras são necessárias, como a leitura do rosto e das mãos, pois elas podem revelar detalhes como saúde, estado financeiro, seu passado amoroso”, diz Okazaki.
Okazaki separou alguns casos mais comuns. Confira:


Segundo o especialista, normalmente são pessoas mais sensíveis e bem mais flexíveis. Ele sugere que para lidar com esse tipo de personalidade é bom evitar falar evite falar alto e rápido. “Use bastante palavras de sentimento: acolher, ajudar, sentir, saudade, emocionar, amar, coração, intuição”, comenta.
Cabelos Longos

Cabelos Médios

“Com personalidade versátil, normalmente essas pessoas estão passando por uma fase na qual buscam equilíbrio na vida a fim de se adaptar as situações, sejam elas novas ou não. Apreciam o dinamismo, sinceridade e autossuficiência”, explica.

Cabelo Curtos

Para Okazaki, são pessoas práticas. “Geralmente quem corta o cabelo curto deseja ser menos sensível e sofrer menos interferências na vida. Para lidar melhor com essa personalidade vá direto ao ponto! Explore palavras como: frequente, sempre, básico e prático”, sugere.

Cabelo Crespo

Segundo o especialista, essas pessoas tem dificuldade de deixar o passado para trás. “Essas pessoas vivem remoendo mágoas passadas. Para lidar melhor com essa personalidade mantenha o foco no presente”, diz.

Cabelo Liso

De acordo com o especialista, são pessoas com pensamento prático e linear. “Quem procura alisar o cabelo está de certa forma tentando deixar para trás o passado e seguir em frente. Para lidar melhor com essa personalidade evite enrolações, seja sempre objetivo”, comenta.

Franja para frente

“São indivíduos inseguros e que ainda não amadureceram o suficiente. Para lidar melhor com essa personalidade evite cobranças ou delegue muitas responsabilidades”, sugere.
E você, se encaixa em um desses perfis?

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