Quer se isolar? E se seu sofá fosse uma bolha?



Feito isso, façam um prospecto dos gastos variáveis mensais (conta telefônica, conta de energia, gastos com roupas, alimentação etc) para adicionarem isso na análise.Um dos primeiros passos para que vocês consigam equilibrar os gastos e ganhos e conseguir economizar, é sentarem juntos e verem o que cada um ganha e listar todos os gastos fixos do mês (aluguel, mensalidade da escola dos filhos etc).
Mantenham registro sobre tudo o que entra (salário) e tudo o que sai do seu orçamento (contas, gastos mensais) para facilitar o controle e análise da vida financeira do casal.Organizando as finanças dessa forma, vocês juntos conseguem equilibrar os gastos de ambos e ainda conseguem poupar o necessário para os projetos financeiros do futuro.

Faça uma lista Para minimizar os gasto no supermercado, basta seguir algumas dicas básicas.
Faça uma lista do que é necessário ser substituído e compare com a lista fornecida pela escola. Assim você terá uma lista final de tudo o que precisa. Fique de olho nos pedidos exagerados de algumas instituições e verifique até onde é legal pedir todos aqueles produtos.Uma das primeiras coisas que você e seu filho devem fazer é conversar sobre a conservação dos materiais e conferir o que ainda está em bom estado e pode ser usado neste novo ano escolar. Mostre a ele que muitos materiais, se bem cuidados, duram mais e assim vocês podem economizar. Fazendo isso, você já aproveita o momento para ensiná-lo noções de como administrar seus bens e dinheiro.
Algumas farmácias possuem um cartão chamado de “cartão fidelidade”, onde eles disponibilizam esse cartão para o paciente como uma alternativa de mantê-lo como cliente, e na apresentação do mesmo nas próximas compras, recebe descontos diferenciados, sendo também uma forma de economizar, principalmente para pessoas que utilizam medicamentos continuamente.Dessa forma, uma alternativa para se economizar com os gastos na farmácia, é a procura por medicamentos genéricos, onde, salvo exceções, são medicamentos mais baratos quando comparados com seus medicamentos de referência. Assim, seu farmacêutico pode lhe orientar na troca correta desses medicamentos.
Sabe aqueles dias que você gostaria de se isolar de tudo e de todos? Seja por cansaço, desânimo, tristeza ou por uma "bela" TPM. Todos temos dias assim. Isolar-se e ficar quieto em um canto parece um sonho que agora pode se tornar realidade. Foi lançado o cocoon concpt, o "grande amigo" dos dias de TPM e de mau humor.
Esse móvel vem com três módulos que podem ser trocados e que lembram vagamente peças gigantes de Lego. É um sofá cama com uma bolha ao redor, que isola completamente a pessoas que está dentro. Ideal para se isolar do mundo, seja para pensar, ler, estudar ou até mesmo dormir.
É uma peça muito bonita e diferente se adequando bem aos mais diversos ambientes como salas, quartos e jardins. Ao mesmo tempo que a bolha ao redor traz o isolamento, o fato de ser uma bolha transparente, permite que toda a área e a paisagem externa possa ser visualizada e admirada.
Como módulos diferentes podem ser adicionados no casulo é possível transformá-lo em local para dormir, ler, acessar a internet, armazenar alguns objetos na lateral e até mesmo cozinhar! Há como fazer um fogão funcionar com algumas baterias que são disponibilizadas em um dos módulos, além disso, ele pode ser colocado diretamente no chão, elevado ou preso ao teto! Quer mais do que isso? Sim, ele tem mais novidades, pode ser preso em árvores, através de um incrível sistema de redes.
Os três módulos básicos já vem com as peças iniciais e os demais, como o da cozinha, precisam ser adquiridos separadamente. As cores são muito fortes, diferentes e divertidas. A peça deve começar a ser vendida no Brasil ainda em 2013. Quem vai querer um
- Diâmetro: 1800 milímetros
- Peso (vazio): 97 kg
- Peso (incluindo os módulos padrão): 135 kg
- Carga máxima (no chão): 250 kg
- Carga máxima (em líquido): 200 kg
Descubra quais são os alimentos com ação antirrugas
Além de saborosos, leves e saudáveis, alguns alimentos podem ajudar a retardar o envelhecimento da pele
Conforme os anos vão se passando, mais difícil se torna conviver com os primeiros sinais do envelhecimento. O corpo já não tem a mesma disposição física, o metabolismo se torna mais lento e perder peso se torna uma tarefa ainda mais difícil. Mas, entre todas essas transformações, existe uma que incomoda um pouco mais, pois não ter muito como disfarçar, afinal, está na cara. São as rugas, sinais que insistem em aparecer para nos lembrar de que a idade chega e não perdoa.
De onde vem as rugas?
As rugas são resultado de um fenômeno fisiológico evolutivo e irreversível do envelhecimento da pele. Elas formam um pregueamento da superfície causado pela degeneração e diminuição de seus tecidos elásticos e de sustentação. As rugas denotam a idade biológica de cada pessoa, o que nem sempre tem a ver com a idade cronológica. Isso acontece porque além do envelhecimento natural, outros fatores como exposição ao sol, fumo e poluição contribuem para acelerar o envelhecimento da pele.
Como exposto acima, as rugas fazem parte de um processo evolutivo e natural de envelhecimento cutâneo, por isso, cedo ou tarde elas vão aparecer. Entretanto, existem recursos que podem retardar o maior tempo possível esse processo.Como proteger a pele do aparecimento de rugas?
Além do uso de cremes, tratamentos estéticos e cuidados como evitar a exposição ao sol, alguns alimentos possuem propriedades capazes de prevenir ou retardar surgimento das rugas.
Alimentos que combatem o surgimento das rugas
De acordo com um estudo recente realizado pela Universidade Hallym, na Coreia do Sul, frutas como o morango e a romã, ajudam a prevenir o envelhecimento precoce de pele. Essas frutas são ricas em ácido elágico, um poderoso antioxidante. Na pesquisa, os cientistas expuseram células à radiação UVB, responsável pela vermelhidão e que pode causar câncer. Em seguida, adicionaram extrato de ácido elágico às culturas celulares. A pele tratada com a substância teve menos inflamações provocadas pelo excesso de exposição solar e a atividade das substâncias que contribuem para a degradação do colágeno também foi reduzida.
O colágeno é extremamente importante para ele, pois sem ele as células perdem a elasticidade e as rugas aparecem. Como a pesquisa foi feita in vitro, não existe um dado que informe a quantidade de frutas necessária por dia para garantir uma pele jovem, mas o que se sabe é que incluir tais alimentos no cardápio, além de saboroso, também pode ajudar a combater as rugas.
Em outro estudo realizado na Universidade de Manchester, na Inglaterra, o molho de tomate se mostrou um forte aliado na manutenção de uma pele jovem. Na pesquisa, foram acrescentadas 55 gramas de molho (o equivalente ao que consumimos em um prato de macarronada) à dieta diária de um grupo de mulheres com média de 30 anos. Os resultados mostraram que o licopeno, substância presente no tomate, tem a capacidade de reduzir a ação dos raios UVA, principais responsáveis pelo fotoenvelhecimento.
Veja na galeria abaixo os alimentos que possuem propriedades antirrugas e entenda como eles agem no seu corpo garantindo a manutenção da beleza.
Morango
É uma fruta com baixo valor calórico, fonte de vitamina C, ácido fólico, betacaroteno (pró-vitamina A, cálcio, fósforo, ferro, potássio, fitonutrientes (antocianinas e elagitaninas). Possui propriedades antioxidantes que auxiliam no combate da degradação celular e combatem os radicais livres que causam o envelhecimento da pele. Fonte de ácido elágico, um antioxidante encontrado em framboesas e em outros legumes, que tem efeito fotoprotetor.
Incluindo esses alimentos ao seu cardápio, junto com uma dieta equilibrada, você garante não só benefícios à sua pele, mas ao corpo como um todo. Cuide-se!
Veja quais alimentos ajudam na luta contra o tabagismo
A escolha dos alimentos adequados pode te ajudar a parar de fumar
Quando pensamos em hábitos difíceis de nos livrar, qual a primeira coisa que vem à mente? Certamente, a maioria responderia ‘fumar’. Muitas pessoas têm demonstrado estarem dispostas a abandonar o hábito e para isso elas têm recorrido a tratamentos médicos ou ainda, às terapias.
Porém, estudos recentes apontam que a reeducação alimentar em sido muito mais eficiente na luta contra o tabagismo. Selecionamos 4 sugestões de alimentos que podem ajudar nessa batalha. Confira.
Alimentos que ajudam a parar de fumar
1 – Água
Procure tomar muita água. A água pode ser o primeiro passo para parar de fumar, pois auxilia o organismo na eliminação das toxinas e ajuda a diminuir a ansiedade toda vez que pensar em acender um cigarro. Beber muita água é um dos primeiros hábitos novos – e mais saudáveis – que vão começar a fazer parte da sua rotina. Portanto, adote o hábito de beber água sempre que tiver vontade de fumar.
Um copo de leite também pode ser um dos grandes aliados nessa luta. Pesquisas publicadas na revista científica Nicotine & Tobacco Researchconfirmam que tanto o leite quanto os seus derivados, como queijo ou iogurte, não só ajudam a eliminar a nicotina do organismo do fumante, como também alteram o sabor do cigarro, fazendo-o ter um gosto terrível.2 – Derivados do leite
3 – Frutas, legumes e verduras
Além do leite e seus derivados, há ainda outros alimentos que pioram o sabor do cigarro: as frutas, os legumes e as verduras. Uma grande vantagem no consumo desses alimentos é que além de ajudar a pessoa a parar de fumar, eles fornecem uma grande quantidade e variedade de vitaminas e minerais contribuindo para uma vida mais saudável com uma série de benefícios tanto físicos, quanto mentais.
4 – Alimentos crocantes
Mais uma vez, estudos publicados na revista Nicotine & Tobacco Research demonstram que os alimentos com textura crocante tendem a satisfazer mais as necessidades daquelas pessoas que estão tentando parar de fumar, além de, assim como a água, diminuir a ansiedade. Cenoura, maçã, nozes, amendoim e pipoca são bons exemplos.
Alimentos que devem ser evitados
Alguns alimentos, como o leite e as frutas, auxiliam no combate ao tabagismo, enquanto outros podem aumentar a vontade de fumar. Esse é o caso da carne vermelha. Bebidas como o álcool e o café, além de pedir por um cigarro, melhoram o sabor do cigarro, logo, devem ser evitados.
No final das contas é importante lembrar que livrar-se do vício do cigarro é um desafio que exige coragem e atitude. A força de vontade precisa ser grande para colocar hábitos novos e mais saudáveis no lugar, mas vale a pena, pois é sua saúde e seu bem-estar que estão em questão.
Dicas para encorajar seu marido a economizar mais
Organizar-se financeiramente como um casal não é uma tarefa tão difícil quanto parece
Morar junto tem seu lado romântico e também o seu lado prático. Quem vive uma vida de casal, dividindo a mesma cama e as mesmas despesas, nem sempre tem as mesmas convicções a respeito da administração de suas finanças. E essa diferença pode causar um desconforto ou até mesmo problemas financeiros para o casal.
Para que ambos falem a mesma língua quando se trata de dinheiro, é importante conversar, expor ideias e encorajar comportamentos financeiramente adequados.
Se na sua casa você cuida bem do seu dinheiro e consegue poupar sempre que quer ou precisa, mas seu marido não, confira as dicas para auxiliá-lo a cuidar melhor de suas finanças e assim consequentemente, contribuir mais com as despesas e ajudar a economizar quando necessário.
Feito isso, façam um prospecto dos gastos variáveis mensais (conta telefônica, conta de energia, gastos com roupas, alimentação etc) para adicionarem isso na análise.Um dos primeiros passos para que vocês consigam equilibrar os gastos e ganhos e conseguir economizar, é sentarem juntos e verem o que cada um ganha e listar todos os gastos fixos do mês (aluguel, mensalidade da escola dos filhos etc).
Com essas informações em mãos, vocês poderão identificar e conversar sobre quais desses gastos podem ser minimizados. Seja optando por um pacote mais simples no celular, diminuindo o tempo no banho para gastar menos energia ou ainda cortando alguns itens supérfluos da lista de gastos.
Fazendo isso, vocês se envolverão juntos na administração das finanças de ambos. Desta forma, não parecerá que você quer controlar o que ele gasta, mas sim, que você deseja trabalhar junto dele em busca de mais economia para adquirir bens de custo mais alto no futuro, como uma casa ou um carro.
Depois de analisarem onde podem gastar menos, se verificarem que é possível que sobre algum dinheiro após pagar as contas, determinem um valor para poupar todo mês e investir ou deixar na poupança. O valor não precisa ser alto, vocês verão que mesmo juntando pouco, com o tempo, o valor cresce sem que se perceba.
Mantenham registro sobre tudo o que entra (salário) e tudo o que sai do seu orçamento (contas, gastos mensais) para facilitar o controle e análise da vida financeira do casal.Organizando as finanças dessa forma, vocês juntos conseguem equilibrar os gastos de ambos e ainda conseguem poupar o necessário para os projetos financeiros do futuro.
Tentem combinar de conversar um com o outro antes de tomarem decisões a respeito do dinheiro. Isso é importante para que um não deixe que o outro acabe fazendo algo do qual se arrependerá. E também é uma maneira de manterem uma certa cumplicidade financeira.
E quando forem fazer compras, seja de roupas ou sapatos ou até mesmo de supermercado, por que não fazer isso juntos? Costumamos gastar de forma mais inconsequente quando não temos alguém do nosso lado para ajudar dando uma opinião, ou até mesmo, segurando o cartão de crédito.
Como economizar no supermercado
Maneiras práticas para reduzir os gastos com as compras da casa
Equilibrar as contas domésticas é um desafio e tanto. Aqueles que conseguem guardar dinheiro para uma reserva de emergência ou para um objetivo a longo prazo podem ser considerados quase heróis das finanças domésticas uma vez que, para a maioria, sempre acaba sobrando mês ao final do salário.
Algumas atitudes simples precisam ser adotadas quando essa situação se torna frequente e começa a se agravar a cada novo mês. Usar o cartão de crédito e outras medidas paliativas nem sempre é a melhor opção, já que essas contas também deverão ser pagas no futuro próximo. Dessa forma, vale a pena investir em algumas mudanças de comportamento para arrancar o problema pela raiz, livrando-se dos gastos em excesso e não apenas maquiando-os com soluções temporárias.
Uma das mudanças mais importantes para quem precisa cortar gastos diz respeito às compras da casa. Segundo Luiz Carlos Ewald, economista e autor do livro “Sobrou dinheiro!: lições de economia doméstica”, a família brasileira gasta cerca de 25% de sua renda com alimentação. Isso significa que, se você mora sozinha, anda comendo um quarto do seu salário todos os meses.
Faça uma lista Para minimizar os gasto no supermercado, basta seguir algumas dicas básicas.
Abra os armário, olhe como está a geladeira verifique seus estoques e faça uma lista de compras antes de partir para o supermercado. Anote o que é necessário trazer para casa e em quais quantidades. Uma boa maneira de saber quanto comprar é começar a fazer uma média de consumo durante dois ou três meses. Assim você evita excessos e, consequentemente, desperdícios de produtos e dinheiro.
Aproveite as ofertas
Se possível, vá mais de uma vez por mês ao supermercado. Dessa forma você poderá aproveitar as melhores ofertas de cada lugar.
Caso você não disponha de muito tempo, aprenda a optar pelas marcas mais baratas. Acredite: centavos a menos em cada produto representam uma boa economia no final do mês.
Não vá ao mercado com fome
“Não é fome, é vontade de comer” – esta é uma confusão comum. A chamada fome psicológica é uma armadilha na hora de fazer compras. A fome fisiológica, que é a fome de verdade, induz à esse outro tipo de fome, que te faz sair comprando todas as guloseimas que encontra pela frente. O problema é que, além de não consumir tudo o que comprou no impulso, essas guloseimas encarecem a conta.
Limite o orçamento
Ao se preparar para ir ao supermercado, determine um limite de gastos especialmente para isso e tente permanecer dentro dele.
Como economizar na compra de material escolar
Dicas práticas para você gastar menos no início do ano
As aulas estão prestes a voltar e você já está se preocupando com os gastos exorbitantes de material escolar, matrícula das crianças entre tantos outros gastos que se acumulam no início do ano.
Para aliviar um pouco os seus gastos, selecionamos dicas práticas para você aplicar quando se trata de fazer a compra do material escolar dos seus filhos. Assim, você poupa mais e tem menos dor de cabeça nessa época do ano, que deveria ser de tranquilidade devido à proximidade da temporada de férias.
Faça uma lista do que é necessário ser substituído e compare com a lista fornecida pela escola. Assim você terá uma lista final de tudo o que precisa. Fique de olho nos pedidos exagerados de algumas instituições e verifique até onde é legal pedir todos aqueles produtos.Uma das primeiras coisas que você e seu filho devem fazer é conversar sobre a conservação dos materiais e conferir o que ainda está em bom estado e pode ser usado neste novo ano escolar. Mostre a ele que muitos materiais, se bem cuidados, duram mais e assim vocês podem economizar. Fazendo isso, você já aproveita o momento para ensiná-lo noções de como administrar seus bens e dinheiro.
Com a lista em mãos, o próximo passo é pesquisar preços. Você pode checar valores das mercadorias online e conferir seus preços nas lojas físicas também. Outra medida que você pode tomar ao se preparar para as compras de material escolar é definir um orçamento e tentar não ultrapassá-lo.
Você pode também levar o seu filho junto para fazer as compras e começar a aprender o valor de cada produto que ele utiliza. Pode pedir que ele te auxilie somando o valor de cada material comprado e assim vocês trabalham em grupo para o bem dos dois.
Mostre a ele também que ele nem sempre precisa comprar o material do seu personagem preferido, mas sim personalizar um caderno ou estojo sem estampa com adesivos e recortes da preferência dele. Essa é uma alternativa barata e divertida aos produtos com marcas de personagens de desenhos e filmes.
Lembre-se de guardar todos os comprovantes de compra e as notas fiscais, pois caso você perceba algum defeito com os materiais a troca poderá ser feita sem maiores complicações.
Outra opção para quem quer economizar é comprar em maiores quantidades se reunindo com outros pais. Converse com os pais dos colegas de classe de seu filho e se organizem para fazer uma compra em grupo e pechinchar mais um desconto.
Isso é interessante porque além de ser econômico, nivela o tipo de material que os colegas de classe usam e assim ninguém vai com material de qualidade muito superior ou muito inferior para a escola, evitando constrangimentos entre os alunos.
Portanto, planeje suas compras e coloque seu filho para te ajudar e aprender a economizar também. Assim você economiza e ensina a ele lições úteis para a vida.
Como economizar na farmácia
Optar por medicamentos genéricos é uma das alternativas recomendadas para poupar dinheiro com os gastos na farmácia
Cada vez mais, as pessoas procuram alternativas para reduzir os gastos no fim do mês; no entanto, quando o assunto é saúde, não dá para brincar.
Muitas pessoas utilizam medicamentos de uso contínuo, ou seja, aqueles que normalmente são indicados para o tratamento de doenças crônicas e/ou degenerativas e existem também os imprevistos, como gripes e resfriados por exemplo, e o uso de medicamentos pode se fazer necessário.
Algumas farmácias possuem um cartão chamado de “cartão fidelidade”, onde eles disponibilizam esse cartão para o paciente como uma alternativa de mantê-lo como cliente, e na apresentação do mesmo nas próximas compras, recebe descontos diferenciados, sendo também uma forma de economizar, principalmente para pessoas que utilizam medicamentos continuamente.Dessa forma, uma alternativa para se economizar com os gastos na farmácia, é a procura por medicamentos genéricos, onde, salvo exceções, são medicamentos mais baratos quando comparados com seus medicamentos de referência. Assim, seu farmacêutico pode lhe orientar na troca correta desses medicamentos.
Em relação à medicamentos de uso contínuo, alguns laboratórios oferecem um desconto para o paciente. Para isso, o próprio paciente deve se informar com seu médico e com o laboratório que produz o seu medicamento, se este faz parte do programa de descontos.
Alguns exemplos são: o Programa Vale mais saúde da Novartis, o Programa Faz bem da AstraZeneca, o Programa Saúde Extra do laboratório Bristol-Myers Squibb, o qual é direcionado para pacientes diabéticos, entre outros.
Além disso, pesquisar o preço em várias farmácias também é uma boa opção para economizar, observando promoções e descontos, podendo gerar uma economia superior à 30%.
Existe também um programa do governo chamado de “Programa Farmácia Popular”, que além de atender usuários dos serviços públicos de saúde, atende também pessoas que utilizam os serviços privados de saúde e têm dificuldades de adquirir os medicamentos que necessitam.
Para saber se seu medicamento é vendido na Farmácia Popular, acesse o site do portal da saúde, e veja a lista de medicamentos contemplados pelo programa.
Se informe, procure auxilio com seu médico e seu farmacêutico, pois assim você continuará zelando por sua saúde, e mantendo seu orçamento equilibrado ao final do mês.
Como economizar água e energia elétrica
Atitudes simples para poupar seu dinheiro economizando água e energia elétrica
Fazer economia é sempre bom. E não precisa ser só na hora de aproveitar uma liquidação daquelas e comprar um sapato maravilhoso que está com um desconto imperdível. Você pode começar poupando dinheiro o supermercado ou cortando despesas extras da família. Apertando daqui e dali, tudo se ajeita.
Pequenas atitudes diárias também podem fazer uma diferença e tanto no final do mês e reduzir o orçamento doméstico. Seguindo algumas dicas simples de como economizar água e energia elétrica você sente a diferença no bolso. Quer saber como fazer?
- Mofo e bolhas na pintura da casa indicam vazamentos e mesmo pequenos, devem ser reparados imediatamente porque aumentam o consumo de água;Economizando água
- Feche a torneira enquanto escova os dentes e o chuveiro enquanto se ensaboa;
- Faça o mesmo ao lavar a louça, só abra a torneira quando for enxaguar os pratos;
- Você pode economizar água armazenando água da chuva em baldes para lavar o quintal ou regar o jardim;
- A água da máquina de lavar pode ser reutilizada para limpar os banheiros e limpar a conzinha. Você gasta menos água e ainda economiza sabão em pó.
Economizando energia elétrica
- Desligue ou tire da tomada todos os aparelhos da casa que não estão em uso;
- Outra dica para economizar energia elétrica é juntar o máximo de roupa possível para colocar na máquina e lavar tudo de uma vez;
- Os filtros do ar condicionado devem ser limpos regularmente. O acumulo de poeira dificulta a circulação do ar e aumenta o gasto de energia;
- Na hora de passar roupa, aproveite o calor do ferro e dê preferência para as peças leves, depois passe as mais grossas;
- Troque as lâmpadas incandescentes por fluorescentes compactas;
- Tire a prova se você está desperdiçando energia elétrica: Coloque uma folha de papel entre a porta e o gabinete da geladeira. Se a folha deslizar, a borracha precisa ser trocada;
- Fique atenta ao selo do Procel, o Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica, que indica o gasto energético de cada eletrodoméstico. O selo traz letras que A a G e quanto mais próximo de A, mais econômico o aparelho.
Thomas Jefferson disse a famosa frase: "Quando se está zangado, conte até 10 antes de falar. Se estiver muito irritado, vá até o 100". Segundo o professor de comunicação e psicologia da Universidade de Ohio, Brad Bushman, pessoas irritadas ficam altamente excitadas e acabam dizendo coisas que mais tarde vão se arrepender. Ao contar lentamente, a sua pressão arterial e cardíaca têm a chance de voltar ao normal, diminuindo a excitação.
Mesmo se você não esquecer o incidente, em última análise, perdoar uma pessoa que o tenha provocado é uma excelente maneira de dominar a raiva. O perdão pode ajudá-lo a parar de ruminar, quando os pensamentos não saem da sua cabeça como um pesadelo. "Isso não significa que você tenha de achar que o que o outro lhe fez é bem, apenas vai ajudar você a parar de se consumir pela raiva.
Outra maneira de aplacar a raiva é buscar uma distração. Podem ser palavras cruzadas, desenhar, cozinhar, andar com o cachorro. Antes te tentar resolver o problema, o diretor de medicina comportamental Kueny, da Universidade de Nebraska, afirma que a pessoa deve avaliar o quanto está irritada. Se numa escola de 1 a 10 ela considerar valores entre 5 e 10 o melhor é se distrair antes de tomar uma decisão.
Respirar de forma profunda é uma boa maneira de acalmar-se, já que respirações lentas vão abrandar o ritmo cardíaco. De acordo com a Sociedade Americana e Psicologia, o ideal é fazer respirações por meio do diafragma, e não aquelas pequenas somente que enchem o peito com pouco ar. Ouvir música calma e praticar exercícios de relaxamento muscular também podem ajudar.
Pessoas que são capazes de discernir que estão com raiva e que lidam com esse sentimento são menos propensas a recorrer à agressividade ou violência. Quem consegue colocar suas emoções em categorias distintas estão em mais sintonia com seu interior. Assim, quando esses indivíduos estão bravos, são mais rápidos para lidar eficazmente com as emoções negativas e distrair-se menos com ineficientes estratégias de enfrentamento, como consumo excessivo de álcool ou abusar de outras substâncias.
Escrever permite que você abrande o sentimento ruim e ajude a pensar qual a melhor forma de lidar com o problema. Quando você reage imediatamente a algo, a decisão é baseada na emoção. Mas quando para pensar um pouco escrevendo, a chance de resolver da melhor forma é muito melhor.
Em vez de sair gritando, tente se acalmar no quarto e fazer algo para dissipar a raiva, como ler um livro, escutar uma música. Depois que você estiver se sentindo mais calmo, é hora de conversar e colocar tudo em pratos limpos.
O exercício aeróbico, incluindo caminhada rápida ou corrida, pode ser uma ótima maneira de lidar com a raiva. Quando você pratica exercício libera adrenalina, sua, respira de forma mais ofegante, sensações bem parecidas com a raiva. No entanto, vai perceber que tais sintomas não estão ligados a um sentimento ruim, mas a algo bom. A atividade física também libera endorfinas, substâncias químicas no cérebro que ajudam a nos acalmar e a gerir as nossas emoções.
Nunca, jamais, envie um e-mail quando você está realmente chateado. Se você quer escrever algo para a pessoa deixe o e-mail pelo menos 24 horas na sua caixa de rascunhos. Depois releia-o. Você vai ver que isso lhe dá tempo para elaborar uma resposta sensata e racional para a situação.
Pesquisas mostram que o simples fato de mostrar gratidão por algo faz com que a pessoa fique mais feliz e contente. Claro que isso parece impossível quando se está bravo. Você não precisa ser grato a quem lhe ofendeu, mas você poderia ser grato por outras coisas na sua vida, grandes e pequenas. Pesquisadores da Universidade da Califórnia dizem que praticar a gratidão constante pode até melhorar a saúde.
Medir o quão intensa está a sua raiva antes de começar a despejar sua ira é uma boa forma de evitar entrar numa discussão. Você não deve falar quando está com raiva. É melhor parar e dar um tempo. Quando você achar que sua raiva é gerenciável e você pode efetivamente expressá-la sem ser destrutivo, está na hora de lidar com a situação.
Pesquisadores mostram que se a pessoa conseguir rezar pelo outro que a deixou com raiva, acaba conseguindo abrandar um sentimento ruim. A oração faz com que você dissipe seus pensamentos negativos. Se você não gosta de rezar, tente gastar alguns minutos pensando de forma sensata sobre aquilo que lhe deixou com ódio.
O programa mostra que, apesar de muitos deficientes estarem casados e felizes ou não terem dificuldades para namorar, outros enfrentam uma gama variada de reações e, às vezes, atitudes estranhas, principalmente quando o par não sofre de deficiência.
O programa discute também a era dos encontros pela internet e um novo dilema surgido com ela: um deficiente deve revelar sua condição imediatamente ou esperar que as pessoas o conheçam melhor antes de contar sobre sua deficiência.
Este é o caso de Jenni, que é hetero-romântica e, apesar de não ter nenhum interesse em sexo, ainda sente atração por pessoas do sexo oposto e está em um relacionamento com Tim, de 22 anos.
A assexualidade foi objeto de poucos estudos científicos, segundo Carrigan, porque até 2001 não havia uma comunidade assexuada e, portanto, um objeto a ser estudado. "Houve muitas pesquisas sobre transtorno do desejo sexual hipoativo, que é classificado como um transtorno de personalidade, e é quando você não sente atração sexual e sofre por conta disso. Então, muitas pessoas que depois foram definidas como assexuadas podem ter sido vistas anteriormente como alguém que sofria desse transtorno", diz Carrigan.
Apesar de assexuados às vezes sofrerem discriminação, Carrigan diz que o preconceito é diferente da "fobia" que lésbicas e gays podem sofrer. "É mais uma questão de marginalização, porque as pessoas não entendem a assexualidade." "A revolução sexual mudou muito a forma como lidamos com o sexo e como pensamos nisso como sociedade. Algumas pesquisas me dão uma sensação de que há um grau de sexualização excessiva na sociedade, as pessoas simplesmente não entendem a assexualidade", diz Carrigan.
O cérebro pode ser ansioso ou excitado, disse Holstege, mas não ambos. Durante o orgasmo, ele descobriu, que a atividade em regiões cerebrais associadas com a ansiedade despenca. Esse fenômeno pode explicar porque as mulheres com baixos níveis de desejo sexual, muitas vezes têm altos níveis de ansiedade, segundo o pesquisador.
Veja 13 formas de lidar com a raiva e sentir-se bem
Todos sentem raiva em determinado momento da vida. Mas se você tem depressão, outros sintomas como tristeza, medo, dificuldade em dormir, e mudanças no apetite são bem comuns.
De acordo com a psiquiatra Carol Bernstein, professora da Escola de Medicina em Nova York, se a pessoa achar que está muito mal-humorada, irritada, rabugenta e com o pavio curto, pode estar com depressão. O primeiro passo é procurar uma terapia para tratar do problema. No entanto, outras coisas podem fazer você se sentir melhor e também diminuir a raiva, mesmo se seu quadro não for de depressão. Veja a seguir o que fazer, segundo o site Health.com.
Contar até 10 (ou 100)
Thomas Jefferson disse a famosa frase: "Quando se está zangado, conte até 10 antes de falar. Se estiver muito irritado, vá até o 100". Segundo o professor de comunicação e psicologia da Universidade de Ohio, Brad Bushman, pessoas irritadas ficam altamente excitadas e acabam dizendo coisas que mais tarde vão se arrepender. Ao contar lentamente, a sua pressão arterial e cardíaca têm a chance de voltar ao normal, diminuindo a excitação.
Perdoe
Mesmo se você não esquecer o incidente, em última análise, perdoar uma pessoa que o tenha provocado é uma excelente maneira de dominar a raiva. O perdão pode ajudá-lo a parar de ruminar, quando os pensamentos não saem da sua cabeça como um pesadelo. "Isso não significa que você tenha de achar que o que o outro lhe fez é bem, apenas vai ajudar você a parar de se consumir pela raiva.
Tente se distrair
Outra maneira de aplacar a raiva é buscar uma distração. Podem ser palavras cruzadas, desenhar, cozinhar, andar com o cachorro. Antes te tentar resolver o problema, o diretor de medicina comportamental Kueny, da Universidade de Nebraska, afirma que a pessoa deve avaliar o quanto está irritada. Se numa escola de 1 a 10 ela considerar valores entre 5 e 10 o melhor é se distrair antes de tomar uma decisão.
Respire profundamente
Respirar de forma profunda é uma boa maneira de acalmar-se, já que respirações lentas vão abrandar o ritmo cardíaco. De acordo com a Sociedade Americana e Psicologia, o ideal é fazer respirações por meio do diafragma, e não aquelas pequenas somente que enchem o peito com pouco ar. Ouvir música calma e praticar exercícios de relaxamento muscular também podem ajudar.
Não negue que está irritado
Pessoas que são capazes de discernir que estão com raiva e que lidam com esse sentimento são menos propensas a recorrer à agressividade ou violência. Quem consegue colocar suas emoções em categorias distintas estão em mais sintonia com seu interior. Assim, quando esses indivíduos estão bravos, são mais rápidos para lidar eficazmente com as emoções negativas e distrair-se menos com ineficientes estratégias de enfrentamento, como consumo excessivo de álcool ou abusar de outras substâncias.
Escreva sobre o problema
Escrever permite que você abrande o sentimento ruim e ajude a pensar qual a melhor forma de lidar com o problema. Quando você reage imediatamente a algo, a decisão é baseada na emoção. Mas quando para pensar um pouco escrevendo, a chance de resolver da melhor forma é muito melhor.
Não faça tempestade em copo d'água
Em vez de sair gritando, tente se acalmar no quarto e fazer algo para dissipar a raiva, como ler um livro, escutar uma música. Depois que você estiver se sentindo mais calmo, é hora de conversar e colocar tudo em pratos limpos.
Faça exercícios
O exercício aeróbico, incluindo caminhada rápida ou corrida, pode ser uma ótima maneira de lidar com a raiva. Quando você pratica exercício libera adrenalina, sua, respira de forma mais ofegante, sensações bem parecidas com a raiva. No entanto, vai perceber que tais sintomas não estão ligados a um sentimento ruim, mas a algo bom. A atividade física também libera endorfinas, substâncias químicas no cérebro que ajudam a nos acalmar e a gerir as nossas emoções.
Pratique a compaixão
Fazer algo de bom para alguém de quem você está com raiva parece incompatível. No entanto, pesquisas mostram que a compaixão pode também dissipar a raiva da outra pessoa. Um estudo recente descobriu que responder solidariamente quando um colega lhe trata de forma ríspida é uma boa forma de resolver uma situação tensa.
Fazer algo de bom para alguém de quem você está com raiva parece incompatível. No entanto, pesquisas mostram que a compaixão pode também dissipar a raiva da outra pessoa. Um estudo recente descobriu que responder solidariamente quando um colega lhe trata de forma ríspida é uma boa forma de resolver uma situação tensa.
Não envie e-mail quando você está com raiva
Nunca, jamais, envie um e-mail quando você está realmente chateado. Se você quer escrever algo para a pessoa deixe o e-mail pelo menos 24 horas na sua caixa de rascunhos. Depois releia-o. Você vai ver que isso lhe dá tempo para elaborar uma resposta sensata e racional para a situação.
Tente ser grato
Pesquisas mostram que o simples fato de mostrar gratidão por algo faz com que a pessoa fique mais feliz e contente. Claro que isso parece impossível quando se está bravo. Você não precisa ser grato a quem lhe ofendeu, mas você poderia ser grato por outras coisas na sua vida, grandes e pequenas. Pesquisadores da Universidade da Califórnia dizem que praticar a gratidão constante pode até melhorar a saúde.
Espere para falar
Medir o quão intensa está a sua raiva antes de começar a despejar sua ira é uma boa forma de evitar entrar numa discussão. Você não deve falar quando está com raiva. É melhor parar e dar um tempo. Quando você achar que sua raiva é gerenciável e você pode efetivamente expressá-la sem ser destrutivo, está na hora de lidar com a situação.
Faça uma oração
Pesquisadores mostram que se a pessoa conseguir rezar pelo outro que a deixou com raiva, acaba conseguindo abrandar um sentimento ruim. A oração faz com que você dissipe seus pensamentos negativos. Se você não gosta de rezar, tente gastar alguns minutos pensando de forma sensata sobre aquilo que lhe deixou com ódio.
Saiba o que a cor da sua lingerie diz sobre você
De acordo com uma pesquisa realizada recentemente, 79% das mulheres disseram que a compra de lingerie é "muito importante" para elas.
As entrevistadas afirmaram que compram lingerie para construir autoconfiança, sentir-se poderosa e, claro, seduzir. Segundo um estudo realizado pelo The Sexy LingerieShop, a maioria das mulheres não percebem que a cor das roupas íntimas dizem muito sobre o relacionamento amoroso e sobre a vida em geral. Mas, os resultados as surpreenderam.
Apenas 3% das mulheres falaram que comprar calcinha e sutiã não é nada importante. Além disso, a maioria das mulheres que comprarm as peças, 46%, estão entre os 21 e 30 anos. A partir dos 60 anos, essa porcentagem é quase nula, apenas 3%.
Veja o que elas falaram sobre as cores, segundo a pesquisa:
Preto: são práticas. O preto sempre parece limpo e pode ser usado com vestidos pretos. Mulheres que usam a cor são corajosas, fortes e ambiciosas. Elas têm tendência em serem líderes em um relacionamento e conseguem, às vezes, esconder suas emoções.
Branco: a cor é usada para enfatizar a beleza natural das mulheres. As que usam, são confiantes, calmas, sérias, amáveis e cuidadosas. Tendem a ser honestas e entender as próprias emoções. Elas são inocentes na cama, mas normalmente estão dispostas a aprenderem coisas novas.
Azul: são muito românticas. Têm muito contato com as emoções e amam a ideia de se apaixonarem. Têm um gosto único e bom olho sobre a moda. São independentes e sabem se portar e levar uma multidão. Podem ser tanto brincalhonas quanto sérias na cama. Gostam de carinho depois do sexo.
Vermelho: são apaixonadas e cheias de energia. Estão plenamente conscientes do poder da sua beleza. Sabem como agradar no quarto, mas esperam reciprocidade completa. Podem ser um pouco dramáticas, mas isso faz parte de seu fascínio.
Deficientes relatam dificuldades e desafios em relacionamentos amorosos
As dificuldades e desafios enfrentados por deficientes quando o assunto é namoro são tema de uma série transmitida pela TV britânica nesta semana. Em diversos relatos, deficientes físicos e mentais contam as barreiras que têm de superar para conquistar uma vida amorosa bem-sucedida.
Adrian Higginbotham, de 37 anos, conta que para ele, que é cego, as dificuldades começam no primeiro contato, o ponto de partida para qualquer relacionamento. "Você não pode entrar em uma sala de modo casual e dar aquela olhada. Você não pode sorrir para alguém que você já viu duas vezes anteriormente passando pela rua", diz Higginbotham.
Com um título provocante, o programa The Undateables (que poderia ser traduzido como "Os Inamoráveis") conta histórias como a de Higginbotham e virou alvo de discussões acaloradas nas redes sociais, principalmente por conta do título.
O programa mostra ainda uma agência de namoros especializada em pessoas com dificuldade de aprendizagem, a "Stars in the Sky", que assegura que seus clientes cheguem seguros ao local do encontro e os ajuda a encontrar "a pessoa certa". A agência diz já ter organizado mais de 180 encontros desde 2005, com saldo de um casamento, uma união entre pessoas do mesmo sexo, três noivados e 15 relacionamentos sérios.
Reações
O programa mostra que, apesar de muitos deficientes estarem casados e felizes ou não terem dificuldades para namorar, outros enfrentam uma gama variada de reações e, às vezes, atitudes estranhas, principalmente quando o par não sofre de deficiência.
Lisa Jenkins, de 38 anos, relata sua experiência em um encontro com um amigo de um amigo que não sabia que ela tinha paralisia cerebral. "Nós entramos em um bar e ele imediatamente desceu os degraus diante de nós. Eu tentei descer, mas simplesmente não consegui. Não havia corrimão", conta.
Quando seu acompanhante perguntou se algo estava errado, Jenkins teve de contar sobre sua paralisia cerebral. "Eu podia ver a mudança em seu rosto. Ele ficou instantaneamente menos atraído por mim", diz.
"Eu já tive homens que se sentiam atraídos por mim, mas achavam que havia algo de errado com eles por isso." Jenkins conta que já chegou a ouvir de um potencial pretendente que ele "sempre teve interesse por sexo bizarro".
Em uma sondagem feita em 2008 pelo jornal britânico The Observer, 70% dos entrevistados disseram que não fariam sexo com um deficiente.
Shannon Murray, uma modelo na casa dos 30 anos, há 20 em uma cadeira de rodas, conta que, quando era adolescente, alguns rapazes lhe ofereciam uma bebida e em seguida perguntavam se ela ainda podia fazer sexo.
Internet
O programa discute também a era dos encontros pela internet e um novo dilema surgido com ela: um deficiente deve revelar sua condição imediatamente ou esperar que as pessoas o conheçam melhor antes de contar sobre sua deficiência.
Murray - que tem sempre em seu telefone uma lista de bares e restaurantes com acesso fácil para cadeiras de rodas, com medo de parecer pouco independente em um primeiro encontro - diz que já fez os dois. Ela conta que em apenas uma ocasião um pretendente resolveu abandonar a relação após descobrir que ela era deficiente.
Murray diz que tentou também a abordagem oposta, colocando em um site de relacionamentos comum uma foto em que sua cadeira de rodas era bem visível e uma frase bem-humorada, dizendo que, se o interesse da pessoa era escalar o Everest, ela não poderia ir junto, mas ficaria no campo base e tentaria manter a barraca aquecida. "Esperava que, revelando minha deficiência assim, no início, geraria menos interesse, mas acabei recebendo mais respostas do que quando escondia a cadeira. Fiquei entre as cinco mulheres que receberam mais atenção no site naquela semana", conta.
Britânica de 21 anos conta como é ser assexuada
A britânica Jenni Goodchild, de 21 anos, se considera assexuada por não ter nenhum interesse em sexo, ainda que tenha um namorado."Para mim, basicamente, (ser assexuada) quer dizer que eu não olho para as pessoas e penso 'hmmm, eu gostaria de ter relações sexuais com você'. Isso simplesmente não acontece", diz ela.
A estudante da Universidade de Oxford faz parte de 1% dos britânicos que se identificam como assexuados. A assexualidade é descrita como uma orientação, diferentemente do celibato, que é visto como uma escolha. "As pessoas me perguntam: 'se você nunca experimentou, como você sabe?' Bem, se você é heterossexual, você já experimentou ter relações com uma pessoa do mesmo sexo? Como você sabe que não ia gostar então? Você simplesmente sabe que você não tem interesse nisso, independentemente de ter experimentado ou não", diz ela.
Na Grã-Bretanha, há um website dedicado à comunidade assexuada, a Asexual Visibility and Education Network (Rede de Visibilidade e Educação Assexual), que faz questão de frisar que a diversidade entre eles é tão grande como entre a comunidade "sexual".
O sociólogo Mark Carrigan, da Universidade de Warwick, explica que há, por exemplo, assexuados românticos e não românticos. "Assexuados não românticos não tem nenhum tipo de relação romântica, então em muitos casos eles não querem ser tocados, não querem nenhum tipo de intimidade física", diz Carrigan. "Os assexuados românticos não sentem desejo sexual, mas sentem atração romântica. Então, eles veem alguém e não respondem sexualmente a essa pessoa, mas podem querer ficar mais próximos, conhecê-la melhor, dividir coisas com ela."
Namorado
Este é o caso de Jenni, que é hetero-romântica e, apesar de não ter nenhum interesse em sexo, ainda sente atração por pessoas do sexo oposto e está em um relacionamento com Tim, de 22 anos.
Tim, no entanto, não é assexuado. "Muitas pessoas chegam a perguntar se eu não estou sendo egoísta de mantê-lo em uma relação que não vai satisfazê-lo e dizem que ele deveria namorar alguém como ele, mas ele parece bem feliz, então eu diria que ele é quem deve decidir isso", diz Jenni.
Segundo Tim, ele está gostando de passar tempo com Jenni e de conhecê-la melhor concentrando as atenções no lado romântico do relacionamento. "A primeira vez que Jenni mencionou durante uma conversa que era assexuada, meu primeiro pensamento foi: 'hmmm, isso é um pouco estranho', mas eu sabia que não deveria fazer suposições sobre o que isso significava", explica Tim. "Eu nunca fui obcecado por sexo. Eu nunca fui do tipo que tem que sair à noite e tem que achar alguém para ter uma relação sexual, só porque é isso que as pessoas fazem... então, não estou tão preocupado com isso."
Ainda assim, a relação de Jenni e Tim tem um lado físico, já que eles se abraçam e se beijam para expressar seu afeto um pelo outro.
Estudos científicos
A assexualidade foi objeto de poucos estudos científicos, segundo Carrigan, porque até 2001 não havia uma comunidade assexuada e, portanto, um objeto a ser estudado. "Houve muitas pesquisas sobre transtorno do desejo sexual hipoativo, que é classificado como um transtorno de personalidade, e é quando você não sente atração sexual e sofre por conta disso. Então, muitas pessoas que depois foram definidas como assexuadas podem ter sido vistas anteriormente como alguém que sofria desse transtorno", diz Carrigan.
A falta de pesquisas sobre o assunto dá margem a especulações sobre por que algumas pessoas não sentem desejo sexual. "Há pessoas que definitivamente veem isso como uma doença, que pode ser curada com remédios, outras perguntam se já chequei meus níveis hormonais, como se essa fosse uma solução óbvia", diz Jenni. "E há pessoas que vão ainda mais longe. Já me perguntaram se fui molestada quando era criança, que não é uma pergunta apropriada. E eu não fui."
Preconceito e marginalização
Apesar de assexuados às vezes sofrerem discriminação, Carrigan diz que o preconceito é diferente da "fobia" que lésbicas e gays podem sofrer. "É mais uma questão de marginalização, porque as pessoas não entendem a assexualidade." "A revolução sexual mudou muito a forma como lidamos com o sexo e como pensamos nisso como sociedade. Algumas pesquisas me dão uma sensação de que há um grau de sexualização excessiva na sociedade, as pessoas simplesmente não entendem a assexualidade", diz Carrigan.
Segundo a especialista em relacionamentos e sexualidade Pam Spurr, as pessoas conseguem falar sobre baixa ou alta libido, mas a assexualidade não é um assunto muito discutido abertamente. Carrigan acha que uma comunidade assexuada mais visível pode ter um efeito nas pessoas que não são assexuadas. "Não havia um conceito de heterossexualidade até haver homossexuais. Foi só quando algumas pessoas passaram a se definir como homossexuais que passou a fazer sentido para outras pessoas pensar em si mesmas como heterossexuais", explica Carrigan. "Se é verdade que até 1% da população é assexuada e mais pessoas vão saber que eles existem, será que isso vai mudar a maneira como pessoas 'sexuais' se veem? Porque não há hoje uma boa palavra para definir pessoas que não são assexuadas."
Estudo: filmes pornôs desligam parte do cérebro
Assistir filmes eróticos pode desligar a parte do cérebro que processa os estímulos visuais, descobriu pesquisa. Na maioria das vezes, assistir outros tipos de programas ou realizar tarefas envia o fluxo de sangue extra para esta região do cérebro. Quando as pessoas assistem pornografia o sangue é enviado para a parte responsável pela excitação sexual. As informações são do Huffington Post.
O cérebro não precisa tomar todos os detalhes visuais de uma cena de sexo, disse o pesquisador Gert Holstege, uro-neurologista da Universidade de Groningen, na Holanda. Segundo ele, quando você digita um texto ou desenha algo precisa prestar bastante atenção para não cometer erros, mas quando assiste a filmes pornôs já sabe exatamente o que está acontecendo e não precisa se atentar aos detalhes. "Não importa se a porta é verde ou amarela", disse Holstege.
Ansiedade x excitação
O cérebro pode ser ansioso ou excitado, disse Holstege, mas não ambos. Durante o orgasmo, ele descobriu, que a atividade em regiões cerebrais associadas com a ansiedade despenca. Esse fenômeno pode explicar porque as mulheres com baixos níveis de desejo sexual, muitas vezes têm altos níveis de ansiedade, segundo o pesquisador.
"Se você se está em uma situação muito perigosa, qualquer que seja o motivo, não tem sentimentos sexuais, porque tem que sobreviver por si mesmo, e não sobreviver para a espécie", explicou Holstege.
Análises do cérebro já tinham mostrado indícios de que imagens sexuais explícitas podem acalmar uma área do cérebro chamada área de Brodmann 17, também conhecida como córtex visual primário, uma região que faz a primeira transformação da informação visual de entrada no cérebro.
Como parte de uma série de estudos com tomografia cerebral, Holstege examinou o córtex visual primário de 12 mulheres pré-menopáusicas saudáveis heterossexuais. Todas estavam no controle da natalidade hormonal, suavizando quaisquer alterações no ciclo menstrual, relacionados ao desejo sexual ou excitação.
Cada mulher assistiu três vídeos ao mesmo tempo, enquanto eram feitas análises nos cérebros. Estas verificações detectaram alterações mínimas na quantidade de sangue que flui para qualquer dada região. Lugares com mais sangue fluindo para eles são considerados mais ativos.
É mentira? Veja 14 indicadores de que a pessoa está mentindo
"Mente aquele que diz que não mente", é assim que o perito em detectar mentiras e professor do Behavior Analysis Training Institute - instituto que treina a polícia americana para detecção de mentiras -, Wanderson Castilho, começa a entrevista ao Terra. Segundo ele, apesar do desprezo que todas as pessoas conservam pelos fatos que não condizem com a realidade, "quem nunca contou uma mentira?".
Talvez mentir não seja tão incômodo quando ouvir uma inverdade; mais do que isso, em casos policiais saber a verdade é fundamental. Além do polígrafo - detector de mentiras que mede pressão arterial, batimentos cardíacos, temperatura do corpo e dilatação da pupila - Castilho diz que descobrir quando alguém está mentindo se baseia em analisar os sinais emitidos pelo corpo deste indivíduo, tarefa que uma pessoa comum é capaz de fazer, se souber no que deve prestar atenção.
"Quando conversamos, mantemos um padrão. Pode falar rápido, devagar, alto ou baixo, mas sempre em um padrão. Quando a pessoa começa a mentir, este padrão muda", explicou. De acordo com o perito, o cérebro entra em um processo de criação. "Um exemplo é quando a namorada pergunta ao namorado: 'você saiu ontem à noite?' e ele, mesmo entendendo a pergunta, responde: 'o que?'". Esta pausa é o tempo que o cérebro encontrou para pensar em uma resposta.
Desviar o olhar, falar com muitas justificativas, mexer mãos e pés de forma frenética, mudar o tom de voz, entre outros sintomas, são indicativos de um mentiroso. O psiquiatra e diretor do Instituto de Neurolinguística Aplicada, Jairo Mancilha, explica que o corpo sempre é mais fiel à verdade do que a fala. "A fala é criada pelo consciente, mas os sinais do corpo são provocados pelo inconsciente e a pessoa não consegue controlar", disse ele.
"O cérebro não aceita a negação. É como: 'não pense em vermelho' e logo a pessoa pensa na cor vermelha. A mentira é uma negação à verdade que manifesta diversas alterações fisiológicas", acrescentou o perito em identificar mentirosos. O psiquiatra Mancilha reforça que não existe regra, mas alguns sinais são um alerta de que o indivíduo está mentindo; confira 14 indícios abaixo.
Desviar o olhar - Quando a pessoa mente, geralmente, tem dificuldade em manter o contato ocular com naturalidade, de acordo com o psiquiatra e diretor do Instituto de Neurolinguística Aplicada, Jairo Mancilha.
Olhar muito fixamente - Indivíduos que têm conhecimento de que o desvio do olhar é visto como sinal de mentira, podem fixar de forma exagerada os "olhos nos olhos" da outra pessoa. "Pessoas verdadeiras tentam transmitir a verdade, as mentirosas precisam convencer o outro a acreditar na história criada", afirmou o perito em detectar mentiras e professor do Behavior Analysis Training Institute, Wanderson Castilho.
Piscar - "Mentirosos tendem a dar piscadas mais longa", disse Castilho. Como efeito inconsciente, o cérebro em uma atitude de recusa ao que a pessoa está dizendo, provoca estas piscadas em que os olhos permanecem fechados por mais tempo do que o habitual, explicou o perito.
Voz - "O tom da voz perde a congruência, a voz não fica tão firme, pode ficar trêmula, cortada e sem fluidez", disse Mancilha. De acordo com Castilho, o tom de voz também pode ficar baixo e a fala ser projetada para dentro.
Mãos - Quando o organismo entra em estado de alerta, por nervoso ou ansiedade, a temperatura periférica tende a cair. Por isso, quando uma pessoa está mentindo pode ficar com as mãos e pés gelados, segundo Mancilha. Além disso, mãos trêmulas e agitadas também são indicadores da mentira, adicionou Castilho.
Pele - O nervosismo causado pelo ato de mentir pode alterar a cor e aparência da pele. "A pessoa pode ficar mais vermelha ou mais pálida", afirmou Mancilha. A sudorese repentina é outra característica da situação, segundo Castilho.
Fala - "Quem está mentindo dá mais rodeios, muitas justificativas, fala demais", caracterizou Mancilha. Quando alguém, que não tem o costume de ser prolixo, começa a demorar demais para chegar ao objetivo da conversa, existe chance de a história ser uma grande mentira.
Pausas - "A conversa está fluindo, de repente, um assunto faz a pessoa que está falando iniciar uma série de pausas na fala", exemplificou Castilho. De acordo com o perito, os intervalos podem indicar que o cérebro está criando as próximas informações.
Mãos nos bolsos - As mãos nos bolsos é um sinal de que a pessoa está escondendo algo, de que está fechada a dar ou receber informações, disse Castilho. As palmas das mãos abertas e viradas para a pessoa com quem se fala já indicam um sentimento muito mais tranquilo e confortável em relação ao assunto da conversa.
Olhar para o lado esquerdo - Para pessoas destras, o lado esquerdo é o da criação, portanto, quando uma pessoa é indagada e move os olhos para a esquerda, pode estar com a intenção de criar uma resposta, ou seja, uma mentira, explicou Castilho.
Olhar para o lado direito - Já olhar para o lado direito não é indício de mentira. De acordo com Castilho, o lado direito é o da memória, por isso, quando uma pessoa olha para a direita antes de falar, significa que está buscando informações na memória.
Saliva - Quando o corpo entra em alerta, por uma situação de estresse - que se aplica durante um relato mentiroso - o corpo para de produzir saliva e a pessoa começa a "engolir seco", disse Castilho. Isso varia de acordo com o nervosismo e tensão do mentiroso durante a fala, mas é comum que a boca fique seca, segundo o perito.
Coceiras - Outro sintoma da mentira é a coceira. O cérebro recusa a história falada e provoca estímulos que podem levar a mão à boca, ouvidos e cabeça. "É como se o cérebro transmitisse 'eu não quero falar isso', então a mão vai à boca; 'eu não quero ouvir isso', a mão passa pela orelha; ou 'eu não concordo com isso', e a pessoa coça a cabeça", explicou Castilho.
Face - De acordo com Castilho, a estratégia de análise da face é bastante usada para identificar mentirosos. Segundo ele, fala e feição devem estar congruentes, quando isso não ocorre, existe algo errado. "Uma pessoa que conta um evento como 'muito legal' não pode estar com uma face de desprezo ou tristeza. Se estiver, significa que o que ela está falando talvez não seja verdade", explicou.
Comentários
Postar um comentário