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Saúde

Como comer de forma saudável fora de casa

Veja as dicas de uma nutricionista para trazer mais saúde ao seu prato mesmo comendo em restaurantes ou lanchonetes

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Opções de restaurantes, refeitórios e lanchonetes nas ruas é o que não faltam. Com variedade de cardápios e comidas étnicas, é possível se alimentar diferentemente todos os dias. Mas a falta de higiene com o preparo e o armazenamento inadequado dos ingredientes pode levar a doenças e a infecções. Por isso, ficar atento ao que você coloca no prato quando come fora de casa é essencial, além de dar preferência a comidas saborosas e saudáveis.

Higiene do restaurante

Para a nutricionista Camila Fiorenzzi, observar detalhadamente o ambiente é item de avaliação no momento da refeição. “Fique atento a limpeza do local, a disposição das mesas e a higienização do ambiente. Observar se o restaurante é limpo é essencial para a seleção”, diz.
Observe como os alimentos são servidos. “Devem estar perfeitamente cobertos para a proteção de insetos, dispostos em refratários de alumínio e sob ação direta do fogo. Dessa forma estarão sempre quentinhos e livres de insetos que podem causar doenças”, comenta a nutricionista.


O café matinal é a primeira refeição do dia e deve ser bem elaborado.”É importante caprichar no café da manhã, pois é uma refeição bem importante. Iogurtes, leite com café, granola e frutas não pode faltar”, diz Camila.
Café da manhã

Se você for a uma lanchonete ou padaria, prefira lanches naturais e acrescente sucos naturais para reforçar a nutrição.
Restaurantes oferecem variedade de pãezinhos, mas fique sempre atenta à quantidade.”Não é proibido comer pão, mas coma moderadamente. Substitua a manteiga, por exemplo, pelo queijo branco”, afirma a nutricionista.

Almoço: faça você mesma o seu prato

Não deixe de lado as saladas na hora do almoço. “Nos restaurantes é possível encontrar variedade de folhas. Faça um prato diversificado: alfaces, cenouras raladinhas, azeitonas, queijo branco, tomate, pepino, por exemplo. Capriche com molhos.”, recomenda Camila.
Consuma também os carboidratos moderadamente. “Não esqueça do arroz, mandioca e das proteínas, como frangos, carnes e peixes”, comenta a nutricionista.
Apesar de tentador, não troque uma refeição completa no almoço por um lanche ou salgadinho. É importante fazer uma refeição completa para garantir os nutrientes necessários para o dia.

Jantar

É recomendado comer alimentos mais leves à noite. “Uma salada ou sopa de legumes é sempre bom! Você se alimenta bem, e levemente”, sugere a nutricionista. Na janta, evite a todo custo comer lanches pesados e controle o horário para não comer muito tarde.

Evite frituras e fast-food

Esqueça os alimentos fritos nos restaurantes. “Prefira sempre os cozidos ou os grelhados. Os fritos já não são tão saudáveis e comê-los fora de casa não é uma boa opção, pois podem prejudicar o estômago e causar enjoos ao longo do dia”, diz Camila.
Comer em restaurantes fast-food quando estamos fora de casa é muito tentador, por ser rápido e por saciar aquela vontade forte de comer, porém, optar por esses alimentos atrapalha sua nutrição e pode te levar à obesidade.


Quanto à bebidas, prefira os sucos naturais. “Deixe de lado os refrigerantes. Os sucos naturais ou em polpa são recomendados no dia-a-dia.”, comenta Camila.
Bebidas e sobremesas

Sobremesas saudáveis são sempre muito bem vindas. “Prefira as frutas e gelatinas, ainda mais em dias quentes. São sobremesas refrescantes e super saudáveis”, afirma a nutricionista Camila.

Tempo de refeição

Embora a rotina de trabalho seja intensa, é preciso respeitar exatamente o horário de cada refeição.”Não coma correndo. Faça o seu horário tranquilamente, mastigue bem os alimentos e sinta o sabor de cada um deles. Uma refeição saudável não é somente ter alimentos de qualidade no prato, mas também, se alimentar calmamente e em horários recomendados pelo seu nutricionista”, sugere Camila.

Não pule refeições

O recomendado é se alimentar, pelo menos, de 3 em 3 horas. Dessa forma, você estará sempre com algo no estômago e não terá tanta fome na próxima refeição. “Leve sempre uma fruta com você onde você estiver, seja no trabalho ou algum outro lugar que não seja sua casa. Se lá tiver uma geladeira, leve sucos ou saladas de frutas em uma pequena porção”, diz Camila.
Siga as dicas da nutricionista e fique sempre atenta a higienização do restaurante. O importante é se alimentar corretamente e respeitar o horário de almoço. Alimentando-se bem e com saúde você terá melhor disposição e desenvolverá melhor suas tarefas do dia-a-dia.

O que comer depois de malhar?

Saiba como se alimentar corretamente depois de pegar pesado no treino na academia

comer depois malhar O que comer depois de malhar?
Tomar a decisão de sair do sedentarismo e mexer o corpo fazendo exercícios são atitudes importantes para manter a saúde e conquistar uma boa forma física. Só que uma das dúvidas – e também um dos principais erros – de quem começa uma atividade física é saber o que comer depois de malhar.
É importante saber que, mesmo fazendo dieta e encarando a malhação para perder peso, é imprescindível comer algo antes e depois de treinar.

Após os treinos, o ideal é fazer uma refeição rápida, de fácil digestão e ingerir líquidos para recuperar e manter a hidratação. Pode ser um suco de frutas, um isotônico, um iogurte, biscoitos integrais ou uma fruta.
Ao fim de qualquer tipo de exercício físico, o metabolismo fica naturalmente acelerado por algumas horas. Por isso, a principal preocupação não deve ser acelerá-lo ainda mais na tentativa de potencializar os resultados do treino e a queima de gordura, mas sim repor os nutrientes perdidos para que o corpo se recupere rapidamente.
Até duas horas depois de ter se exercitado, faça uma refeição completa com minerais e vitaminas (presentes na salada), carboidratos (arroz, batata, macarrão), proteínas (leite, frango, peixe, carne vermelha, ovo) e gorduras amigas da saúde, como o azeite.

Você é vitima de violência silenciosa?

Acusações frequentes podem denunciar um comportamento abusador

voce e vitima de violencia silenciosa Você é vitima de violência silenciosa?

As agressões só são reconhecidas quando estas são aparentes, pois a grande maioria das pessoas tende a menosprezar as agressões emocionais.
Segundo o Wikipédia, violência é um comportamento que causa intencionalmente dano ou intimidação moral a outra pessoa, ser vivo ou dano a quaisquer objetos. Tal comportamento pode invadir a autonomia, integridade física ou psicológica e mesmo a vida de outro.

Porém, a violência psicológica é muito frequente, onde o violador sempre atua com intenção de destruir a autoestima do outro. Isso vai acontecendo de forma insidiosa, com ataques verbais destituindo frequentemente, até que obtenha controle doentio sobre o parceiro.
É frequente ouvirmos relatos de situações onde o parceiro menospreza e ou intimida o companheiro, mas normalmente essas situações são vistas somente como ciúmes, controle e de alguma forma não tem o mesmo peso de quando ouvimos dizer que alguém foi espancado.
Como essa agressão muitas vezes acontece de forma sutil, o outro não tem a percepção do que está acontecendo, sendo frequente o agressor responsabilizar o parceiro de erros e comportamentos inexistentes, onde o agredido acaba tomando para si uma culpa por nunca agir corretamente, mesmo que a agressão não faça sentido.
Com a autoestima rebaixada, acaba perdendo o referencial próprio, chegando acreditar que o erro está em si mesmo, como se tivesse menos valor que o agressor.
O agressor na verdade sente uma necessidade de mostrar para outras pessoas que ele sim é a vítima, desqualificando o companheiro e se colocando como um ser desvalorizado e desprezado, quando na verdade ele desempenha esse papel, sempre manipulando situações.
Podemos citar o exemplo de uma mulher que sempre chamou a atenção de outros homens por sua beleza e após o casamento o marido começa a apontar defeitos em seu corpo e rosto, criticando as roupas que usa, justamente com o intuito que ela se sinta feia, atingindo a autoestima da companheira.

Engana-se quem acredita que esse tipo de violência aconteça somente com as mulheres. Já existem estudos que mostram que homens também são vítimas de suas parceiras.
Desta forma, a parceira passa a usar roupas que desvalorizam seu corpo e o marido fica satisfeito por outros homens não a olharem, e que ela mesma não se sinta confiante a respeito de si mesma.
O levantamento do Ministério da Saúde feito em 2008 e 2009 mostra que 20,8% das notificações de violência doméstica sofridas por homens são do tipo psicológico. O mesmo levantamento mostra que a agressão psicológica sofrida por mulheres é motivo de 49,5% das notificações, quase se igualando ao índice da violência física, 52%.
Desta forma fica clara a importância de identificar quando o relacionamento entre o casal está adoecido e procurar tomar providências efetivas, pois os filhos acabam internalizando esse padrão de casamento como padrão, sofrendo consequências como baixa autoestima, tristeza e insegurança.
Outro problema que também ocorre na família são as situações em que o pai ou a mãe diz ao filho “você é burro” ou ainda “você não sabe de nada” caracterizando a violência silenciosa, a qual, por sua vez, pode ter um impacto negativo forte na autoestima da criança.
Diminuir o outro usando as palavras é uma forma de violência e não deve ser ignorada e muito menos incentivada. Se você sofre com esse problema nas suas relações, não hesite em procurar ajuda com um psicólogo.

Violência contra a mulher

Descubra porque muitas mulheres ainda sofrem em silêncio e saiba como fazer a sua parte para acabar com a violência doméstica

violencia contra a mulher Violência contra a mulher
Recentemente, o serviço governamental Data Senado realizou uma pesquisa com mulheres em 119 cidades brasileiras para apurar informações sobre a violência doméstica. Entre as mais de mil entrevistadas, 66% acreditam que a violência contra a mulher aumentou e 60% afirmam que a proteção da mulher contra a violência doméstica melhorou, em contrapartida.
Do total de mulheres, pelo menos metade já conheceu alguma mulher que sofreu violência doméstica e entre essas, a violência física foi a mais citada entre as mulheres ouvidas. Porém, por que será que mesmo com tantos recursos disponíveis para fazer valer a Lei Maria da Penha, muitas mulheres ainda sofrem caladas?

Surpreendentemente, algumas dessas mulheres agredidas também deixam de denunciar os agressores, pois acreditam que eles vão parar de ser violentos e que aquela foi a última vez. Outras mulheres ainda deixam de denunciar o agressor porque a
 Lei Maria da Penha impede que elas retirem a queixa na delegacia, em determinados casos.O principal motivo, segundo a pesquisa, é o medo da vingança do agressor. Entre outras razões pelas quais a mulher não denuncia e leva adiante o processo estão a preocupação com os filhos, a dependência financeira do agressor, a vergonha da agressão e a falta de conhecimento dos direitos que ela tem.

Por que esses homens agridem suas companheiras?

Em geral, os principais motivos que levam os homens a cometer violência contra a mulher são ciúmes e o uso de bebidas alcóolicas. Outras razões como traição, separação e falta de dinheiro também aparecem na pesquisa, porém são menos expressivos.
Dentre os agressores, normalmente estão o marido ou companheiro atual e surpreendentemente ex-maridos, ex-namorados e ex-companheiros.

Lei Maria da Penha

A lei nº 11.340 foi criada para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher das mais diversas maneiras. A lei foi batizada com esse nome, em homenagem à farmacêutica Maria da Penha, mulher que sofreu duas tentativas de homicídio por parte de seu marido, sobreviveu e criou coragem para denunciá-lo após a segunda.
De acordo com a Lei Maria da Penha, existem cinco tipos de violência doméstica:
  1. Violência física: se refere à condutas que ofendam a integridade e a saúde corporal da mulher;
  2. Violência psicológica: diz respeito às ações que causem danos psicológicos e emocionais à mulher, como humilhação, ameaças e constrangimento;
  3. Violência sexual: está relacionada às práticas sexuais como presenciar ou participar de relação sexual sem o consentimento da mulher, bem como forçar aborto, gravidez, prostituição ou impedir o uso de contraceptivos;
  4. Violência patrimonial: se refere às situações em que o agressor destrói ou retém objetos pessoais, documentos e até recursos financeiros destinados ao trabalho ou à outras necessidades da mulher;
  5. Violência moral: diz respeito à calúnia, difamação e injúria contra a mulher agredida.
Segundo a pesquisa DataSenado, infelizmente apenas 28% das mulheres que sofrem agressão denunciam seus companheiros, enquanto 23% não faz nada a respeito. Porém, a única forma de coibir essa ação violenta e fazer valer a lei e os nosso direitos é denunciando o agressor e levando isso até o fim.
A lei pode levar o agressor a ser preso, ou no mínimo, pagar uma ação de alimentos para as crianças, ficar distante da vítima ou mudar da casa onde vivem. O agressor pode também ser obrigado a passar por um processo de reeducação para reaprender o convívio harmonioso e saudável com as mulheres – sem violência.

Como ajudar uma mulher que sofre violência doméstica

Essas dicas vão te ajudar a saber o que fazer quando conhece alguém que sofre violência domestica. Aprenda a agir da melhor forma nesses casos e tentar impedir maiores danos à esta mulher.
  • Tenha em mente que o agressor não é vitima e deve ser punido de acordo com a lei;
  • Evite debochar da situação, porque isso pode piorar ainda mais a autoestima da vítima e fazer com que a situação pareça menos grave do que realmente é;
  • Não dê razão ao agressor independente dos motivos que ele teve para cometer esse crime;
  • Não julgue a vítima se ela resolver dar mais uma chance ao agressor. Em vez disso, tente aconselhar essa mulher sem dizer que ela está errada em continuar com ele, afinal é difícil ter ideia da ligação que há entre vítima e agressor;
  • Dê apoio à vitima no que for necessário: fazer a denúncia, encontrar um lugar seguro para ficar, ajudar a procurar aconselhamento psicológico e a conseguir um advogado para cuidar do caso;
  • Acompanhe a vítima até a delegacia ou ao hospital se for necessário, colete informações e evidências que considere importantes e se tiver alguma dúvida contate o número 180.
Se você sofre ou conhece alguém que sofre violência doméstica, não deixe de fazer sua parte. As denúncias podem ser feitas na Delegacia da Mulher ou em delegacias comuns.
A própria vítima ou conhecidos da vítima também podem ligar para o 180 (Central de Atendimento à Mulher) para buscar mais orientações à respeito da violência doméstica e como proceder em caso de agressão.

Um cafézinho contra a depressão

Dentre os possíveis benefícios do café, a sua ação contra a depressão desponta como um dos principais

Estudos apontam que uma entre cinco mulheres pode ter depressão ao longo da vida. Porém, uma pesquisa mais recente traz um fio de esperança a quem sofre com a depressão, mas que não recusa um bom cafezinho diário.

O consumo de café e a depressão nas mulheres

O estudo foi realizado na Harvard School of Public Health e analisou por uma década o consumo de café de mais de cinquenta mil mulheres. Os resultados demonstraram que as mulheres que bebiam menos café eram também as mais depressivas. Por outro lado, as mulheres sem sinais de depressão consumiam uma quantidade regular de cafeína.

Porém, esse
 efeito do café na mulher só está associado às bebidas que contém cafeína. Segundo a pesquisa, o café descafeinado não altera as chances que a mulher tem de sofrer de depressão.De acordo com a pesquisa, as mulheres que bebiam entre duas e três xícaras de café por dia tinham a chance de sofrer de depressão diminuída em até quinze por cento. Estima-se, ainda, que as mulheres que bebiam quatro ou mais xícaras de café por dia poderiam ter essas chances reduzidas em até vinte por cento.
Infelizmente, o estudo aponta apenas que há uma associação entre o consumo de café e a baixa propensão a ter depressão nas mulheres. Ainda não há provas de que beber café diariamente diminua necessariamente a chance de ela ter a doença.

Café pode diminuir as chances de suicídio

Uma pesquisa anterior à essa identificou uma relação entre o consumo regular de café e uma determinada redução no risco de cometer suicídio. O que reforça ainda mais os resultados da pesquisa recente da Harvard School of Public Health, afinal depressão e suicídio também tem uma forte ligação.
Outro fato interessante relacionado à depressão e consumo de café é que algumas mulheres que tem depressão sofrem também com insônia e ansiedade , o que faz com que elas bebam ainda menos café.
Portanto, especialistas acreditam que ainda é cedo para receitar o consumo de café como tratamento contra depressão, afinal não se sabe ao certo ainda se as depressivas bebem menos café porque estão em depressão, ou se estão em depressão porque bebem menos café.
Porém, analisando de uma perspectiva otimista, o café revigora as energias e dá mais ânimo para enfrentar o dia. Por isso, acredita-se que beber café regularmente faz bem, mas não é necessário exagerar. Quem sofre de enxaqueca, por exemplo, sabe que o café pode desencadear uma crise. Então, nada de começar a beber um litro de café por dia, beba moderadamente e se deleite nos benefícios do consumo de café.

Depressão: um medo real

Procurar ajuda especializada ajuda na superação da dor

depressao um medo real Depressão: um medo real
Quando falamos em depressão, temos a impressão de estar entrando em contato com alguns fantasmas, pois é uma doença que vai se apropriando de nosso ser, nos carregando para o fundo do poço.
Ela faz parte do grupo de doenças da nossa atualidade. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde, em Genebra), ela está entre as três doenças que agravam cada vez mais a qualidade de vida das pessoas. Essa doença afeta duas vezes mais as mulheres, do que os homens.

Diante desses fatos, ficamos assustados com a crescente onda de depressão que vemos em nossa volta, sejam na família, com amigos, vizinhos, ou em alguns casos, até em nós mesmos.
A Organização Mundial de Saúde (OMS) alerta que até 2020 a depressão passará da 4ª para a 2ªcolocada entre as principais causas de incapacidade para o trabalho no mundo. No mundo, estima-se que 121 milhões de pessoas sofram com a depressão – 17 milhões delas somente no Brasil e, segundo dados da OMS, 75% dessas pessoas nunca receberam um tratamento adequado.
O corpo grita a sua maneira, tentando nos mostrar que algo não vai bem, e que precisamos procurar uma forma de solucionar questões tanto orgânicas como emocionais, que em sua totalidade nos leva a ficar doentes.
Quando começamos a sentir uma tristeza profunda, da qual não temos controle, passam–se dias, semanas, meses e o quadro não melhora, precisamos de ajuda especializada. Poder avaliar as causas que estão nos mobilizando é o primeiro passo, pois muitas vezes uma simples intervenção pode modificar o quadro, em outras situações, precisamos ir mais a fundo, verificar o ponto central da doença, antes que ela tome conta. Nesses momentos, quando deixamos com que os sintomas tomem conta, podemos identificar:
  • Falta de otimismo, humor deprimido;
  • Dificuldades em pegar no sono, ou mesmo dormir em excesso (fuga);
  • Atividades antes prazerosas se tonam pesadas;
  • Dificuldade de concentração;
  • Sentimento de pesar ou fracasso;
  • Alteração no quadro alimentar.
O desequilíbrio bioquímico dos neurônios que são responsáveis pelo controle do estado de humor, como também acontecimentos estressantes na vida das pessoas podem desenvolver o quadro depressivo. Alguns exemplos de eventos estressantes são perda de pessoa querida, perda ou mudança de emprego, doença grave, decepções amorosas, mudança de cidade.
Porém cada ser humano é único, e o grau de vulnerabilidade também, não sendo o mesmo acontecimento vivenciado de forma idêntica, de uma pessoa para outra.
Sendo assim, o trabalho do psiquiatra como do psicólogo são fundamentais nesses casos, onde serão avaliadas várias situações de vida, tanto orgânicas como emocionais, na busca de um equilíbrio e enfim, o bem estar do paciente.
Falar das dores que lhe consomem, favorece a reflexão do andamento da vida de cada indivíduo, favorecendo mudanças na vida real, ou mesmo reorganização de crenças, atitudes, que de alguma forma o impede de alcançar a felicidade.
O mais importante é olhar para esse momento, identificar o que precisa ser mudado e partir em busca do recomeço.

Fobia: quando o medo se torna doença

Além de causar grande sofrimento, as fobias podem afetar seriamente a vida das pessoas

fobia medo doenca Fobia: quando o medo se torna doença
Sabe aquela sensação de que algo ruim pode acontecer, aquele incômodo diante de um objeto, de uma pessoa, animal ou até uma situação? É o medo, que funciona como uma defesa quando a pessoa se depara com algo que represente uma possível ameaça, seja ela física ou psicológica.
Apesar de ser um sentimento normal, o medo pode se tornar um distúrbio quando passa a ser persistente e excessivo. Diferente do medo normal, a fobia se transforma em algo exagerado e irracional, fazendo com que a pessoa tente evitar o que ativa o medo e suporte as situações e objetos temidos com grande ansiedade e angústia.

Para as pessoas que têm alguma
 fobia, a sensação de medo vem acompanhada de uma ansiedade intensa e em alguns casos, ocorrem até sintomas físicos que vão de taquicardia, vertigens, suor excessivo, tremores, até crises de pânico.Se para algumas pessoas andar de elevador, por exemplo, é uma situação que não oferece perigo, para quem tem claustrofobia pode causar um desconforto e tanto.
fobia não tem idade pode aparecer, o transtorno pode surgir desde a infância até a fase adulta e sua intensidade varia de pessoa para pessoa. É possível que a pessoa com algum tipo de fobia consiga levar uma vida normal, sem que esse medo excessivo interfira negativamente nas atividades cotidianas. Existem três tipos de fobia: agorafobia, fobia social e as fobias específicas. Saiba um pouco sobre cada tipo.

Agorafobia

É um transtorno de ansiedade que geralmente está ligado à crises de pânico. A pessoa sente medo de estar em ambientes fechados ou em situações em que seria difícil escapar ou receber socorro no caso de uma emergência. O agorafóbico evita elevadores, locais com grande aglomeração de pessoas como cinemas, shoppings, shows, enfrentar congestionamentos, estar em ônibus, aviões, metrô, passar por túneis e pontes. Nos casos mais graves, a agorafobia pode comprometer a vida social e profissional de uma pessoa.

Fobia social

Quando precisamos nos expor publicamente, é comum que a situação gere ansiedade e apreensão. Mas para quem sofre de fobia social, atividades como trabalhar, escrever ou falar na frente de outras pessoas causam pavor. O contato com outras pessoas é visto como ameaça, pois pode causar alguma situação de humilhação, a pessoa imagina que pode fazer algo que seja considerado ridículo ou embaraçoso como gaguejar, ter um “branco” ou falar alguma besteira.

Fobias específicas

As fobias específicas são muitas. Algumas delas são relacionadas a animais, objetos e situações mais conhecidas enquanto outras, são bastante diferentes, inclusive no nome. Medo de altura, de baratas, cobras, cachorros, abelhas, medo de dentista, de injeção, de escuridão, de trovão. Confira alguns nomes de fobias curiosas:
  • Ablutofobia – medo de lavar-se ou de tomar banho
  • Anuptafobia – medo de ficar solteiro(a)
  • Astenofobia – medo de desmaiar
  • Brontofobia- medo de trovões e relâmpagos
  • Coulrofobia – medo de palhaços
  • Eisoptrofobia – medo de espelhos ou de se ver no espelho
  • Iatrofobia – medo de ir ao médico
  • Levofobia – medo das coisas que ficam ao lado esquerdo da pessoa
  • Tripanofobia – medo de injeção
  • Unatractifobia – medo de pessoas feias
  • Hipnofobia – medo de dormir; horror ao sono
  • Fonofobia – medo e horror à sua própria voz e pavor de falar alto
  • Fobofobia – medo dos seus próprios medos; de ter algum tipo de fobia

Ter um animal de estimação faz bem para o desenvolvimento das crianças

Independente da idade do seu filho, ter um bichinho pode ajudá-lo a aprender diferentes habilidades e a ter responsabilidade

ter um animal de estimacao faz bem para o desenvolvimento das criancas Ter um animal de estimação faz bem para o desenvolvimento das crianças

Uns simplesmente amam. Outros têm arrepio só de pensar em ter um. De uns tempos pra cá, especialmente por conta das redes sociais, animaizinhos invadiram nosso cotidiano, mesmo que não tenhamos um em carne e osso dentro de casa. E não há como não se encantar com a graça e os exemplos de lealdade desses bichanos.
Para quem tem filhos pequenos, muitas vezes eles manifestam o desejo de ter um cãozinho ou gatinho. Nada mais natural, afinal, animais fazem parte do universo infantil desde cedo. Seja em casa com seus brinquedos, na televisão ou na escola, eles permeiam o imaginário das crianças.
Histórias com imagens de animais selvagens, grandes, proporcionam aos pequenos a sensação de aventura e compreensão de valores como poder, hierarquia, respeito e limites. Já animais pequenos geram sensação de graça, ternura e encantamento.
Ter um animal de estimação como um cachorro ou gato pode trazer muitos benefícios para o desenvolvimento de crianças de todas as idades. Com eles, os pequenos podem aprender noções de companheirismo, lealdade e responsabilidade.Aqueles que ainda não têm um bichinho, mas são tomados por pedidos dos filhos pra adquirir um, muitas vezes fica a dúvida: será que é uma boa ideia? Será que será bom pra criança, e para o próprio animalzinho?
Para bebês, o convívio com um animalzinho auxilia em seu desenvolvimento psico-motor e de sua orientação espacial ao, por exemplo, engatinhar atrás do bichinho ou jogar a bolinha pra ele, e emocional, ao achar graça das artimanhas do bicho e estabelecer com ele uma relação de afetividade e companheirismo.
Além disso, quando o bebê passa a mão no bichinho, visualiza suas formas, sente seu cheiro e diferencia um latido de um choro, por exemplo, suas percepções táteis, visuais, auditivas e olfativas estão sendo aperfeiçoadas.
Já com crianças maiores, um animal pode ajudar e muito na educação dos pequenos.
Pra aqueles que ainda não possuem um, antes de adquiri-lo, coloque para a criança de forma muito clara todas as responsabilidades que acompanham ter um animalzinho, e que eles necessitam de muitos cuidados. E questione a criança se ela considera justo deixar esse dever só para o papai e para a mamãe, que já têm tantos outros afazeres.

E o principal: caso a criança não cumpra com o combinado, não faça por ela. Cobre. Em última instância, coloque de forma bem firme que não fará o que ficou combinado que ela faria, e que se ela não fizer, o animal ficará sem comer, por exemplo, e questione-a de forma objetiva se ela acha isso justo.
Esclareça pra criança que, diferentemente de um bicho de pelúcia, eles sentem fome, sede, frio e precisam de atenção e carinho. Assim, estabeleçam de forma democrática com a criança alguns deveres com o animal que serão dela como, por exemplo, trocar a comida dele ou limpar seu xixi.
E uma última dica: não compre um bichinho. Adote. Com tantos precisando de um lar em canis espalhados por todos os cantos do Brasil, com certeza vocês encontrarão um que atenderá suas necessidades e se encantarão.
A partir de pequenas atitudes como essas, possibilita-se à criança compreender noções de responsabilidade, autonomia e sentimento de solidariedade. E o principal: sua casa terá uma luz diferente, que só um bichinho é capaz de gerar.

Terapia ocupacional e o desenvolvimento de crianças especiais

Através de brincadeiras, os profissionais da área estimulam o desenvolvimento infantil para proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes

terapia ocupacional ajuda o desenvolvimento de criancas especiais Terapia ocupacional e o desenvolvimento de crianças especiais

Segundo dados da Associação Baiana de Síndrome de Down – Ser Down, no Brasil, nascem aproximadamente oito mil bebês com essa deficiência por ano. Essas crianças têm atrasos nas funções motoras e mentais, mas podem levar uma vida normal: brincar, estudar e interagir com outras pessoas. Para isso, podem trabalhar o desenvolvimento neuropsicomotor através de terapia ocupacional.
Desde cedo, como instinto natural, as crianças têm vontade de conhecer o mundo através de brincadeiras, que é uma maneira de explorar o ambiente onde vivem. E cuidar da ocupação é princípio básico da terapia ocupacional. Por isso, para trabalhar o desenvolvimento motor e mental de uma maneira com que realizem atividades esperadas para a idade, os profissionais da área trabalham com o “brincar”.
Para a terapeuta ocupacional Ana Lúcia Barbosa Alves, a interação com atividades lúdicas, como são as brincadeiras e os jogos, é importante para o bom andamento da terapia. “Quando uma criança não apresenta o desenvolvimento que é esperado para a sua idade, nós buscamos fazer coisas que a façam acompanhar as demais”, diz.

Segundo Ana Lúcia,
 crianças com a síndrome de down do tipo mosaico podem responder ao tratamento mais facilmente. Mesmo assim, cada uma apresenta os resultados de uma forma, já que o grau de acometimento da síndrome é diferente em cada caso e pode ser intelectual ou motor. “Hoje, já têm bebês de dois anos nas terapias e isso é muito bom, os resultados aparecem mais rápido”, conta.síndrome de down acontece quando existe um cromossomo a mais nas células de uma pessoa. As células de um indivíduo normal têm 46 cromossomos e de uma pessoa com down, 47. Essa anomalia genética, no entanto, tem variações das quais surgem três tipos de condição: trissomia simples, translocação e mosaico; que é a mais rara, em apenas 2%, e acomete apenas parte das células.
Os downs já provaram que estão aptos a realizar todas as atividades que uma pessoa sem a síndrome consegue fazer. Quem não se apaixonou por Clara, personagem vivida por Joana Mocarzel, da novela Páginas da Vida? Em 2006, quando a novela foi ao ar na rede Globo, a menina tinha apenas 7 anos. Mesmo com pouca idade, ela mostrou ao Brasil que uma pessoa com down consegue brincar, ir à escola e interagir com outras crianças. No entanto, esse desenvolvimento pode ser mais facilmente alcançado por meio de tratamentos, e a terapia ocupacional é um deles.

A terapia online é realmente eficaz?

Sites especializados oferecem consultas através da tela do computador, veja como eles funcionam

a terapia online e realmente eficaz A terapia online é realmente eficaz?

Com a correria do dia a dia, é normal que as pessoas busquem na internet, meios para facilitar e otimizar ainda mais o tempo. Para isso, empresas de todos os segmentos, como supermercados, lojas de cosméticos,drogarias, entre outros, oferecem serviços de compras através do computador.
Porém, uma prática que cada vez mais tem sido aceita e conquistado um grande número de adeptos é a terapia online. Já ouviu falar? Trata-se de sites especializados que com equipe de terapeutas e psicólogos são capazes de ouvir o desabafo de pessoas sem que haja a necessidade de ser uma consulta presencial, como é o item fundamental nas terapias em consultórios.
A pessoa não precisa se locomover até o consultório, há horários flexíveis e não há a necessidade de você mostrar o rosto ao especialista. “Trata-se de um serviço especializado que oferece sigilo ao paciente, mas é preciso tomar alguns cuidados, porque já ouvi casos de profissionais dizerem que são psicólogos, mas não passa de uma mentira. Por isso, as pessoas devem se preocupar e se atentar a vários itens antes de optar por esse tipo de consulta”, comenta a empresária P.V. que fez esse tipo de consulta.

Para garantir mais segurança à pessoa, os sites passam pela análise do órgão que emite um selo. “Esse selo deve estar estampado logo na página principal do site e ele garante que a pessoa será atendida por especialistas habilitados. Mas se mesmo assim houver dúvida do paciente, o melhor a se fazer é entrar em contato com o CFP”, explica P.V..
Por isso, é preciso checar cuidadosamente a procedência e o reconhecimento do serviço que você for aderir. “Infelizmente, não existem leis que protegem o internauta contra qualquer problema da internet. Por isso, há a necessidade da pessoa se autoproteger e verificar corretamente o site antes de aderir. Eu mesma fui orientada pelo meu psicólogo de buscar apenas os sites regulamentados pelo Conselho Federal de Psicologia”, comenta.

Como a terapia online funciona

Os casos que são aceitos e que podem ser passados pela terapia online são os mais simples. Os mais graves, devem ser feitos os tratamentos no próprio consultório médico. “As pessoas que procuram as consultas que são regulamentadas pelo Conselho Federal de Psicologia, primeiro farão um cadastro no site, que só será aprovado após a análise dos profissionais. Depois, ela compra créditos para as consultas. Por fim, o paciente agenda a conversa, que poderá ser feita através de texto ou vídeo”, explica a empresária.
Mas todo cuidado é pouco. É preciso se atentar e buscar sempre profissionais qualificados, independentemente de qual serviço você for aderir. “Outra opção também é que a pessoa consulte o seu próprio psicólogo ou médico que ela costuma frequentar para que ele indique o melhor site para a consulta. Foi o que eu fiz e deu super certo”, comenta.

Para quê serve a terapia?

Confira de que forma a terapia pode resolver os seus problemas.



para que serve a terapia Para quê serve a terapia?
No atendimento infantil, sempre explico de uma forma bem simples o que é fazer terapia: “Quando temos uma dor no braço vamos ao ortopedista, quando a dor é na garganta vamos ao otorrino e quando temos uma tristeza que não sabemos de onde vem, vamos ao psicólogo”. De fato é uma explicação simples, porém muitas pessoas não acreditam na eficácia da terapia e procura métodos mais rápidos e mais fáceis, o que muitas vezes (infelizmente) não traz resultados.
Antes de qualquer coisa é preciso saber que o psicólogo não é uma amigo “pago” e que apesar de aparentemente ser uma simples conversa, o terapeuta nunca dá conselhos ou opiniões sobre o que fazer. O trabalho do terapeuta é auxiliar o autoconhecimento. Costumo dizer que quando uma pessoa chega à terapia traz consigo um guarda-roupa bastante “bagunçado” e por conseqüência não conseguimos encontrar nada, por isso é preciso ver quais roupas estão limpas, as que estão sujas, as que não servem mais e as que nunca usamos e nem lembrávamos que existiam. Após arrumar o armário conseguimos enxergar o que antes era difícil. Quando estamos com o “guarda-roupa bagunçado” dificilmente conseguimos pensar e encontrar respostas para aquilo que queremos, por isso é comum quem está de fora ver mais claramente do que quem está dentro da situação (relacionamento conturbado, traição, etc). Então, em resumo o psicólogo não dá as respostas, mas ajuda as encontrá-las.

É um ato de coragem seguir em frente, e alguns ainda não estão preparados. Por isso, não basta ir ao psicólogo porque deu certo para amiga ou porque o marido quer, a vontade precisa partir de dentro e antes de tudo é preciso ter consciência de que mudar dá trabalho. Para os corajosos que aceitam seguir a terapia existe uma grande chance de melhor qualidade de vida e por conseqüência a felicidade. Digo grande chance, pois os resultados da terapia dependem 50% do sujeito e 50% do psicólogo, por isso é preciso estar atento nas qualificações do terapeuta, é importante verificar se ele está inscrito no conselho regional de psicologia, no site do
 Conselho Federal de psicologia  é possível encontrar o site dos conselhos regionais, outro dica é que a maioria dos psicólogos não cobram a primeira sessão, o que é uma ótima oportunidade de conhecer o profissional, e lembre-se que psicólogo não dá conselhos, não fala sobre questões religiosas e esotéricas.Muitas vezes, durante a busca por respostas nos deparamos com traumas que foram adquiridos, isto é, somos hoje o resultado de tudo aquilo que vivemos desde o nosso nascimento. As vezes uma mulher traída que sofre de depressão nada mais é do que a repetição da vida que sua mãe teve, e que por não ter outro exemplo acredita que aquele relacionamento é comum e que aquilo é amor. Com a terapia é possível reviver o trauma e reelaborar de uma forma positiva à caminho da cura. Infelizmente não posso afirmar que a terapia seja sempre agradável, pois reviver um trauma pode trazer muito sofrimento, e algumas pessoas preferem interromper as sessões do que enfrentar a dor.
Por fim, quem está a procura de alivio para o sofrimento ou em busca da felicidade pode encontrar na psicologia uma ótima ferramenta para ajudá-la, basta querer!

Para que serve o xampu roxo?

Saiba qual a finalidade do xampu roxo para os cabelos loiros

para que serve xampu roxo Para que serve o xampu roxo?
Nas prateleiras de perfumarias e mercados, existe uma grande variedade de xampus com tonalidades, perfumes e modelos diferentes. E para deixar o cabelo sempre bonito e com o efeito desejado, é preciso fazer a escolha certa, sempre sabendo a necessidade dos fios.
Você já ouviu falar que entre vários frascos de produtos específicos para cada tipo de cabelo ou tratamento, também existe um exclusivo para as loiras? Algumas mulheres até usam o xampu roxo, mas sem ao menos saber o por quê dessa tonalidade.

Os fios loiros, platinados ou com mechas em tons claros necessitam de cuidados especiais para evitar o aspecto amarelado, que deixa os fios com aparência de mal cuidados. E para isso, é preciso usar um xampu específico com tonalidade roxa ou violeta. Mas você sabe
 para que serve o xampu roxo?Se você já tem o cabelo loiro ou está pensando em mudar o visual radicalmente, saiba que além de precisar retocar a raiz com mais frequência, é necessário ter cuidados redobrados no dia-a-dia, principalmente na hora da lavagem.
O xampu roxo tem a finalidade de neutralizar e corrigir a tonalidade amarelada dos fios causadas pelos agentes externos como sol, poluição, água do mar, cloro de piscina e até mesmo fumaça de cigarro.

Mas para manter os fios sempre protegidos e bonitos, é preciso tomar alguns cuidados quanto ao uso do produto, pois o xampu roxo pode deixar os fios ressecados se usados de forma exagerada.
Quando aplicado nas mechas, o xampu roxo para cabelos loiros ajuda a trazer de volta a cor natural dos fios e os deixa mais resistentes, brilhantes e macios. Além disso, o produto também protege os fios dos raios solares, impedindo o desbotamento.
O recomendado é usar o xampu para cabelos loiros uma vez por semana ou caso os fios estejam muito amarelados, usar o produto em dias alternados até a tonalidade sumir. Após o uso do xampu roxo, é necessário fazer sempre uma boa hidratação nos fios. Para o uso diário, procure xampus e condicionadores de qualidade.

Para que serve o difusor de cabelos?

Descubra para que serve o difusor de cabelos e como usá-lo


difusor secador cabelo Para que serve o difusor de cabelos?
secador de cabelos é um companheiro inseparável de muitas mulheres, e não é só daquelas que gostam de escovar os cabelos para ter um liso impecável. Com a ajuda do difusor de cabelos, o secador também pode ser um grande aliado na finalização dos cabelos cacheados.

O que é difusor?

difusor é um acessório do secador de cabelos. Trata-se de uma peça de formato redondo que é encaixada na saída de ar do secador. Acompanha alguns modelos de secadores, mas também pode ser comprado separadamente.

Como usar o difusor 
Com o difusor, cabelos crespos, cacheados ou ondulados podem ganhar um toque especial. Ele ajuda manter o cacheado e o movimento natural dos cabelos. Isso porque o difusor seca os fios sem vento, distribuindo o ar do secador de uma forma homogênea e secando os cabelos através do calor. Como o calor se espalha, a forma original dos fios é mantida e não surgem os frizz, aqueles fiozinhos arrepiados.
Se você não tem idéia de como usar o difusor, saiba é muito fácil e não requer tanta habilidade. Você pode secar os cabelos com difusor em casa mesmo. Para garantir um resultado ainda mais bonito, lave os cabelos com shampoo e condicionador específicos para cabelos cacheados. Antes de enxaguar o condicionador, desembarace o cabelo com os dedos.
Depois de remover todo o condicionador, passe os dedos entre os fios novamente para garantir que o cabelo está desembaraçado. Com os cabelos úmidos, aplique um leave-in e amasse bem os fios.
Ligue o secador com difusor na temperatura mais baixa e posicione as o maior volume de cabelo possível dentro dele. Deixe o cabelo repousar no difusor até ficar completamente seco.
Confira o vídeo abaixo para entender melhor para que serve o difusor de cabelos e como usá-lo para ter cachos bem definidos.

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