VERSICULO DO DIA
Oséias, 6:3 - Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a sua vinda é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra.
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VAMOS LER SOBRE SAÚDE
A longevidade é necessariamente uma coisa boa?
Todos anos, aumenta o número de pessoas idosas tanto nos países desenvolvidos como nas nações em desenvolvimento, graças às descobertas da medicina
Na Califórnia, a forma física é levada a um extremo. Há lojas em Beverly Hills, local conhecido por sua obsessão com a imagem, apinhadas com comprimidos e fórmulas que visam prolongar a vida. Em Santa Monica, há tantos programas de treinamento ''boot camp'' e tantas sessões de ioga em parques públicos que autoridades locais já pensam em impor um limite.
''Na Califórnia, você pessas se exercitando às 5h15 e isso ou faz bem a eles ou faz parte de uma psicose neurótica séria na qual eles estão infelizes porque estão ficando mais velhos'', afirma Ed Saxon, que produziu o filme Fast Food Nation, em 2006.
''Uma pessoa de 55 anos imaginando que se parece com alguém de 25, se submetendo a cirurgias e se exercitando fanaticamente para que isso aconteça, tudo isso me parece uma má ideia. A obsessão em parecer mais jovem do que você realmente é."
Além da loucura em torno da forma física, existem os conselhos incessantes em torno do que se deve comer para se permanecer jovem. Eu deveria tomar mirtilo, couve batida ou comer torrada sem glúten? E vinho tinto faz bem para mim ou não? E quanto a chocolate?
Pode ser desconcertante, mas o objetivo é claro. A morte tem de ser adiada o máximo possível.

Alguns afirmam que obsessão com vida longa está levando a 'incapacidade prolongada'.
Incapacidade prolongada
''Nos Estados Unidos, se assume como fato que a longevidade é algo bom'', afirma Susan Jacoby, autora do livro Never Say Die (Nunca Diga Morrer, em tradução literal).
''Muito dessa crença irracional de que há coisas que você pode fazer para se assegurar contra a velhice e a doença tem a ver com o fato de que nós, nos Estados Unidos, realmente não gostamos de envelhecer'', comenta a escritora.
Jacoby, de 67 anos, faz duras críticas ao que chama de ''lixo sobre estilo de vida'' e ''lixo de suplementos alimentares''.
''Se você for olhar com mais atenção para essas pessoas que te dizem que você pode ser uma pessoa saudável aos 120, existe um homem ou uma mulher vendendo alguma coisa'', comenta.
A verdade, diz a autora, é que a maior parte das pessoas que vivem além dos 90 irão morrer após passar ''um período prolongado de incapacidade''.
''Nós estamos acreditando nesse mito de que como estamos atualmente mais saudáveis do que nunca aos 67 anos, estaremos assim também aos 87 ou aos 97. Mas a verdade é que graças a alguns avanços duvidosos da medicina moderna, que mantém pessoas vivas não importa o quê, é que será preciso refletir mais sobre como cuidar dessas pessoas.''
Em 1980, James Fries, professor de medicina da Universidade de Stanford, anteviu uma sociedade em que doenças crônicas seriam adiadas e reduzidas. Nessa sociedade, pessoas levariam vidas saudáveis e morreriam de forma relativamente rápida, reduzindo a quantidade de deficiência e incapacidade.
Fries chamou a isso de ''morbidez comprimida'' e seu trabalho foi creditado como o marco das origens do paradigma moderno para se envelhecer de forma saudável.
O problema é que é mais fácil aconselhar pacientes sobre como prolongar suas vidas saudáveis do que reduzir qualquer período de saúde em declínio.
Boa morte
Joseph e Anne Gias são um casal saudável na faixa dos 60 anos, mas eles se preocupam com os percalços da velhice. ''Não quero passar dos 80. Eu creio que entre os 80 e os 85 as pessoas se deterioram muito. Já vi muita deterioração nessa faixa etária e não quero que isso aconteça comigo'', afirma Anne.
A despeito dos temores de Anne, há exemplos de pessoas que levaram vidas longas e saudáveis. Quando Besse Cooper morreu em dezembro do ano passado, aos 116 anos, ela era a mulher mais velha do mundo.
De acordo com relatos, ela estava com uma saúde incrível e nunca se queixou de dores. Ela levava uma vida ativa e se recusava a comer ''porcarias''.
No seu último dia de vida, ela comeu um generoso café da manhã, fez o cabelo e viu um vídeo de Natal com amigos.
Besse morreu em paz à tarde, após ter sofrido problemas respiratórios. Ela é um raro, mas bom exemplo da morbidez comprimida, a que se referia James Fries - uma vida longa e saudável e uma boa morte.
''Na Califórnia, você pessas se exercitando às 5h15 e isso ou faz bem a eles ou faz parte de uma psicose neurótica séria na qual eles estão infelizes porque estão ficando mais velhos'', afirma Ed Saxon, que produziu o filme Fast Food Nation, em 2006.
''Uma pessoa de 55 anos imaginando que se parece com alguém de 25, se submetendo a cirurgias e se exercitando fanaticamente para que isso aconteça, tudo isso me parece uma má ideia. A obsessão em parecer mais jovem do que você realmente é."
Além da loucura em torno da forma física, existem os conselhos incessantes em torno do que se deve comer para se permanecer jovem. Eu deveria tomar mirtilo, couve batida ou comer torrada sem glúten? E vinho tinto faz bem para mim ou não? E quanto a chocolate?
Pode ser desconcertante, mas o objetivo é claro. A morte tem de ser adiada o máximo possível.
Alguns afirmam que obsessão com vida longa está levando a 'incapacidade prolongada'.
Incapacidade prolongada
''Nos Estados Unidos, se assume como fato que a longevidade é algo bom'', afirma Susan Jacoby, autora do livro Never Say Die (Nunca Diga Morrer, em tradução literal).
''Muito dessa crença irracional de que há coisas que você pode fazer para se assegurar contra a velhice e a doença tem a ver com o fato de que nós, nos Estados Unidos, realmente não gostamos de envelhecer'', comenta a escritora.
Jacoby, de 67 anos, faz duras críticas ao que chama de ''lixo sobre estilo de vida'' e ''lixo de suplementos alimentares''.
''Se você for olhar com mais atenção para essas pessoas que te dizem que você pode ser uma pessoa saudável aos 120, existe um homem ou uma mulher vendendo alguma coisa'', comenta.
A verdade, diz a autora, é que a maior parte das pessoas que vivem além dos 90 irão morrer após passar ''um período prolongado de incapacidade''.
''Nós estamos acreditando nesse mito de que como estamos atualmente mais saudáveis do que nunca aos 67 anos, estaremos assim também aos 87 ou aos 97. Mas a verdade é que graças a alguns avanços duvidosos da medicina moderna, que mantém pessoas vivas não importa o quê, é que será preciso refletir mais sobre como cuidar dessas pessoas.''
Em 1980, James Fries, professor de medicina da Universidade de Stanford, anteviu uma sociedade em que doenças crônicas seriam adiadas e reduzidas. Nessa sociedade, pessoas levariam vidas saudáveis e morreriam de forma relativamente rápida, reduzindo a quantidade de deficiência e incapacidade.
Fries chamou a isso de ''morbidez comprimida'' e seu trabalho foi creditado como o marco das origens do paradigma moderno para se envelhecer de forma saudável.
O problema é que é mais fácil aconselhar pacientes sobre como prolongar suas vidas saudáveis do que reduzir qualquer período de saúde em declínio.
Boa morte
Joseph e Anne Gias são um casal saudável na faixa dos 60 anos, mas eles se preocupam com os percalços da velhice. ''Não quero passar dos 80. Eu creio que entre os 80 e os 85 as pessoas se deterioram muito. Já vi muita deterioração nessa faixa etária e não quero que isso aconteça comigo'', afirma Anne.
A despeito dos temores de Anne, há exemplos de pessoas que levaram vidas longas e saudáveis. Quando Besse Cooper morreu em dezembro do ano passado, aos 116 anos, ela era a mulher mais velha do mundo.
De acordo com relatos, ela estava com uma saúde incrível e nunca se queixou de dores. Ela levava uma vida ativa e se recusava a comer ''porcarias''.
No seu último dia de vida, ela comeu um generoso café da manhã, fez o cabelo e viu um vídeo de Natal com amigos.
Besse morreu em paz à tarde, após ter sofrido problemas respiratórios. Ela é um raro, mas bom exemplo da morbidez comprimida, a que se referia James Fries - uma vida longa e saudável e uma boa morte.
Seios excessivamente grandes prejudicam a saúde
Mulheres com seios grandes podem sofrer dores na cabeça e nos ombros
Nos tempos atuais em que se diz muito sobre silicone e com várias mulheres querendo colocá-lo para aumentar os seios, é difícil ver a situação inversa. Mas ela existe e para muitas não é apenas uma questão estética, e sim de prevenção de doenças. Por isso existe a Mamaplastia Redutora, que nada mais é do que a redução das mamas.
Após a puberdade, os seios se tornam rígidos devido à quantidade de glândulas, que diminui consideravelmente ao longo do tempo. unido ao aumento da gordura e a tendência à ptose (queda da mama), causam desconforto estético e corporal. "As mamas muito volumosas e pesadas chegam até a causar dores nas costas e no pescoço de algumas mulheres, podendo causar também má postura pelo excesso de volume", afirma o diretor de um centro de cirurgia plástica, Arnaldo Korn.
Mulheres com seios grandes também podem sofrer dores na cabeça e nos ombros, além de em alguns casos, correrem o risco de desenvolver o câncer de mama, mais propenso neste tipo de situação. Outras se sentem muito envergonhadas e tem a impressão de que eles apenas atrapalham suas atividades diárias. Vestir sutiã, top e camiseta larga podem ser esses ‘sintomas’.
A Mamaplastia Redutora envolve a retirada do excesso de tecido e a moldagem e elevação das mamas. As técnicas e incisões são variadas e por isso devem ser discutidas com o médico responsável. As mais comuns são periareolar vertical, em L ou T invertido. O tempo médio da cirurgia pode variar entre duas e quatro horas e a internação é de 12 horas, com alta no mesmo dia.
As atividades normais podem ser retomadas após 30 dias da cirurgia plástica e as cicatrizes não aparecerão usando sutiã, biquíni ou maiô. "Caso a paciente engordar muito ou engravidar, os seios podem aumentar de volume novamente. Por isso é necessário pensar muito e discutir sobre os objetivos.", conclui Korn.
Mulheres com seios grandes também podem sofrer dores na cabeça e nos ombros, além de em alguns casos, correrem o risco de desenvolver o câncer de mama, mais propenso neste tipo de situação. Outras se sentem muito envergonhadas e tem a impressão de que eles apenas atrapalham suas atividades diárias. Vestir sutiã, top e camiseta larga podem ser esses ‘sintomas’.
As atividades normais podem ser retomadas após 30 dias da cirurgia plástica e as cicatrizes não aparecerão usando sutiã, biquíni ou maiô. "Caso a paciente engordar muito ou engravidar, os seios podem aumentar de volume novamente. Por isso é necessário pensar muito e discutir sobre os objetivos.", conclui Korn.
Balé é uma ótima opção para deixar o corpo em forma
Além de trabalhar pernas, braços e barriga, a atividade ajuda também a relaxar
Muitas pessoas desejam ficar em forma, mas nem sempre há ânimo para encarar a malhação tradicional das academias. A boa notícia é que existem maneiras diferentes de trabalhar o corpo, basta procurar uma que mais tenha a ver com o seu estilo.
“Uma ótima opção para quem não se adapta às atividades tradicionais é o balé. As aulas colocam as pessoas no eixo, ensina a conhecer melhor o próprio corpo, a se colocar na postura correta e a respirar. O segredo é usar o peso do corpo ao seu favor e aproveitar o prazer que a leveza dessa dnaça proporciona. De uma forma doce, o balé deixa o estresse do lado de fora da sala e faz com que o corpo das alunas alcancem posições improváveis e surpreendentes”, explica a bailarina e empresária Pat Sauer, do Espaço de Arte Sauer Danças, no Rio de Janeiro.
“Isso acontece porque o abdômen é um dos centros de força do corpo e, consequentemente, é muito exigido durante a execução das posturas. Os músculos ficam bem definidos, mas alongados. O resultado é completamente diferente daquele de quem costuma exagerar na musculação”, afirma Pat.A lista de benefícios para o corpo é enorme. Os movimentos de balé enrijecem a barriga, endireitam a coluna e alinham os ombros. As pernas e os braços são trabalhados ao máximo também.
Os saltos e giros do balé são responsáveis, ainda, pela queima de muitas calorias. “No balé as formas do corpo ficam mais harmoniosas e elegantes. São três fundamentos básicos: consciência do corpo, da respiração e da dinâmica. O corpo sozinho não é nada, no balé trabalhamos a concentração, equilíbrio, relação espacial, relação com os outros e comunicação corporal”. Outra vantagem do balé é que não existe aula sem aquecimento. Por isso o número de lesões é mínimo.
Ela diz que, quanto mais cedo se começar a praticar, melhor. Mas não existe idade limite para começar, e isso vale para qualquer pessoa, mesmo quem nunca tenha feito nenhum tipo de dança. “Só não dá para virar um bailarino profissional, claro, mas os resultados são ótimos, é só respeitar as limitações”, diz. Duas vezes por semana é o suficiente para ver os resultados.
Além de todos os benefícios para o corpo, o balé é também uma alternativa para relaxar das tensões do dia a dia. “No balé, a relação com os outros em uma sala de aula é fundamental e faz parte da disciplina. A vida que levamos hoje é mais estressante que antigamente. E, nas aulas, com a música clássica, todo mundo esquece um pouco os problemas de casa e do trabalho. Além de relaxarmos, os exercício estimulam a concentração, pois guardar as sequencias dos movimentos é excelente para o cérebro. Saímos da sala de balé relaxadas e leve como um pluma”, finaliza a bailarina Pat Sauer.
Vídeos: Alongamento para o ballet
Veja abaixo como é feito o alongamento e o aquecimento nas aulas de balé – essa preparação é essencial para evitar lesões durante a execução dos movimentos da dança.
Benefícios da dança para o corpo e para a mente
Descubra como a prática da dança pode te ajudar a melhorar o seu condicionamento físico
Não há quem não goste de dançar, não é mesmo? Existem as pessoas que não se preocupam com o olhar alheio e dançam sem pudor onde quer que estejam. Mas, há também quem prefira arriscar uns passinhos quando está sozinho em casa, em frente ao espelho. Não importa a maneira escolhida para “sacudir” o corpo, a única recomendação é que a dança realmente faça parte da rotina diária. Essa prática traz benefícios ao corpo e à mente.
Quem não tem disponibilidade para ir a uma academia ou não gosta de malhar, pode optar por fazer exercícios físicos a partir de coreografias para suas músicas preferidas. Ao fazer movimentos corporais para dançar, uma pessoa mexe com a frequência cardíaca, com a musculatura esquelética e com as articulações e, portanto, pode perder peso.
Além fazer bem para o corpo, a dança faz bem para a mente. “Dançar libera endorfina, a famosa e conhecida substância do prazer. Repare que não existe uma só pessoa que não fique alegre e feliz ao praticar coreografias. Portanto, esse é um exercício que interliga o corpo e a mente”, explica a psicóloga Vivian Mendes.Estima-se que em uma hora de dança seja possível gastar uma média de 300 a 400 calorias. E o melhor é que todos os tipos de dança têm esse potencial, não importa se é de salão, jazz, balé, pagode ou música contemporânea. A intensidade dos movimentos pode fazer uma pessoa gastar ainda mais calorias. Em academias especializadas, é possível encontrar profissionais para indicar a melhor atividade para cada aluno.
Quem pratica essa prazerosa atividade concorda com a especialista. “O que mais me fascina na dança é a facilidade com que é possível esvaziar a mente. Só pensamos nos movimentos e na música. Não sinto nada de stress ou outro aborrecimento enquanto danço ou a crio. A dança trabalha a saúde, a agilidade, a presença social, a mente e a estética física”, diz a professora e eterna admiradora de dança Giovana Grassi Salles.
A dança também é uma terapia para a alma. Os ritmos que têm maior apelo à sensualidade podem elevar a auto estima de uma mulher, e de homens também. Além disso, a atividade promove interação entre pessoas, o que pode diminuir a timidez, e ainda dá mais disposição para encarar as atividades e os problemas do dia a dia. “A dança muda muito a rotina de uma pessoa”, finaliza a psicóloga Vivian Mendes.
Os benefícios da dança do ventre
Além de trabalhar a sensualidade, a dança do ventre faz bem para o corpo e para a mente da mulher
Por trabalhar todo o corpo, a dança do ventre é considerada uma ótima opção para mulheres que não gostam de frequentar a academia, mas também não querem ficar sem praticar uma atividade física.
Os movimentos na região do abdômen, mais precisamente na região do ventre, fortalecem e tonificam os músculos. A prática da dança também proporciona maior flexibilidade ao corpo, promove a reeducação postural, ajuda a modelar as pernas, braços, cintura, quadris, costas e glúteos.
E as vantagens não param por aí. A dança do ventre pode auxiliar no processo de emagrecimento. Uma hora de aula pode queimar até 400 calorias.Outros benefícios da dança do ventre são o aumento da capacidade cardiorespiratória, a ativação da circulação sanguínea, melhor funcionamento do aparelho digestivo, dos rins e órgão sexuais. Entram na lista ainda o alívio das dores no corpo e nas articulações, da prisão de ventre e dos sintomas da menopausa.
Os benefícios físicos e emocionais fazem da dança do ventre uma terapia corporal e mental importante para trabalhar a autoestima, combater a depressão, estimular o convívio social, relaxar o corpo e combater o estresse. Quem pratica essa modalidade aprende a cuidar e aceitar melhor o próprio corpo, passa a observar que tem diversas qualidades que talvez nunca tenham sido trabalhadas antes.
Alimentação contra prisão de ventre
Frutas ricas em fibra são alguns dos alimentos recomendados para quem sofre com a constipação
A alimentação desempenha em papel de suma importância quando se trata de assuntos intestinais. As reações que o seu intestino têm dos alimentos que você consome podem dizer muito a respeito de como anda sua saúde.
Além do desconforto interno e das dores que ela causa, o inchaço que fica na região abdominal adiciona mais um ponto negativo a esse problema.A prisão de ventre é uma reação bastante incômoda que geralmente acontece devido à má alimentação ou à alimentação irregular.
Para evitar esse incômodo intestinal, é preciso fazer exercícios regulares e cuidar da alimentação. Confira os alimentos que você deve acrescentar às suas refeições para evitar o problema e dicas úteis a respeito da prisão de ventre.
Hidrate-se consumindo bastante água
Além de deixar sua pele bonita, consumir água ajuda a facilitar o processo de digestão e impede que as fezes fiquem ressecadas, o que pode causar grande desconforto.
Inclua frutas no cardápio
O bagaço das frutas ajuda a produzir o bolo fecal. As frutas que são ricas em fibras, ainda, favorecem a regularização do funcionamento do intestino e promovem a retenção de líquidos – o que evita que as fezes fiquem secas.
Recomenda-se ingerir laranja e mexerica com o bagaço e, também, frutas ricas em fibras como maçã, morango e a polpa do maracujá. Lembrando que quanto maior o consumo de fibras, maior deve ser a ingestão de água para evitar que as fibras deixem o bolo fecal ressecado.
Os iogurtes têm papel importante na facilitação da digestão. Atualmente, muitas empresas do ramo alimentício já disponibilizam iogurtes em versões específicas, ricas em fibras, para quem sofre com a prisão de ventre.Iogurtes também ajudam a evitar a prisão de ventre
Além disso, o consumo dos probióticos presentes nos iogurtes ajuda a regular a flora intestinal e promove melhoria no sistema imunológico. Iogurtes, quando consumidos com frutas como a ameixa, ajudam ainda mais a melhorar o funcionamento do intestino.
Acrescente alimentos crus e alimentos integrais à sua dieta
Acrescentar verduras e legumes ao cardápio garante alimentação rica em fibras e vitaminas, essenciais para um processo digestivo saudável. Substituir alguns alimentos por seus respectivos integrais também é uma ótima opção para quem quer se alimentar melhor sem excluir certos alimentos da sua refeição.
Alguns exemplos do que você pode consumir na sua forma integral incluem arroz, trigo, aveia, granola, pão e milho. Fazendo essas substituições você já garante uma melhoria no funcionamento do seu intestino.
Alimentos que você não deve ingerir em excesso
Alguns alimentos quando consumidos podem dificultar o processo de digestão e ressecar as fezes. Portanto, evite ingerir em excesso alimentos como bolachas e biscoitos que não são integrais, frituras e sobretudo os doces muito açucarados.
Tomando esses cuidados, você evita a constipação e percebe inclusive que o bom funcionamento do intestino promove a beleza da pele, deixando-a radiante e saudável. Sendo assim, vale a pena investir em uma alimentação equilibrada para evitar problemas intestinais.
Ervas medicinais na alimentação
Saiba como utilizá-las no dia a dia para ter uma alimentação mais saudável
Para realçar o sabor dos alimentos e dar um toque especial aos pratos do dia a dia, as ervas e especiarias são ideais. Além de garantir sabores diferenciados, a utilização de ervas medicinais na alimentação permite reduzir a adição de sal aos alimentos, o que traz grandes benefícios para a saúde. Graças às suas propriedades, as ervas também têm importantes funções no metabolismo e ainda podem ser usadas na cura de doenças.
Na hora de consumir as ervas e especiarias, é preciso ficar atenta à qualidade dos temperos. Só compre em locais seguros, onde você tenha certeza de que a procedência e o armazenamento são adequados. Ao comprar ervas industrializadas em lojas de produtos naturais, observe se elas seguem as normas de cultivo e colheita, processamento e se estão bem embaladas. Se preferir, você pode montar uma horta em casa e cultivar suas próprias ervas e especiarias para temperar os alimentos com ingredientes fresquinhos.
Alecrim: De sabor muito aromático, essa erva combina muito bem com batata, carne de frango, porco e peixe, em sopas e molhos. Combate a retenção de líquidos, elimina toxinas e é estimulante contra o cansaço mental.Conheça algumas ervas e especiarias que podem ser introduzidas do dia a dia para uma alimentação mais saudável e quais seus benefícios para a saúde.
Manjericão: É utilizado principalmente como tempero em molhos e ensopados. A folha do manjericão é rica em vitamina A, C K e ferro. É também fonte de cálcio, magnésio, potássio e fibras. Tem ação antisséptica, anti-inflamatória e desintoxicante, alivia os sintomas de gripe, resfriados, cólicas, náuseas, prisão de ventre e até mau hálito.
Gengibre: Dá um sabor especial aos e pratos à base de frutas e vegetais. Picante e aromático, o gengibre é rico em potássio, magnésio, cobre e vitamina B6. Pode ser utilizado para aliviar a dor de cabeça e os sintomas da TPM.
Hortelã: Tem um aroma inconfundível e pode ser utilizada como tempero ou ainda nós chás e sucos. Facilita a digestão de gorduras pelo organismo, é rica em flavonóides, além de ter ação anti-inflamatória.
Açafrão:- Pertence à família do gengibre, tem fragrância suave e aroma apimentado. Essa erva pode ser utilizada como corante e tempero. Sua raiz tem ação diurética, digestiva e é fonte de antioxidantes poderosos contra o câncer e doenças cardiovasculares.
Canela: É uma ótima aliada para controlar o nível de açúcar no sangue em diabéticos. Seu perfume estimula o apetite, melhora o processamento cognitivo do cérebro, estimula a atenção, a memória e a agilidade visual e motora.
Coentro: Do coentro aproveita-se se tanto as folhas como as sementes, sejam inteiras ou moídas. A erva é rica em fibras e antioxidantes, por isso previne as doenças cardiovasculares e o envelhecimento precoce.
Alimentação no verão
Adapte seu cardápio para ter uma alimentação saudável no verão
Para curtir a estação mais quente do ano de maneira saudável, é preciso ficar de olho na alimentação. O cardápio de verão deve incluir, além de uma alimentação balanceada, o consumo de muito líquido durante o dia.
Nos dias de calor nosso corpo precisa repor o líquido perdido. Por isso, o recomendado é consumir de oito a dez copos de água ao dia. O consumo de água é essencial para devolver ao corpo os líquidos e minerais. A água de coco, bebidas isotônicas e sucos naturais também são importantes, principalmente para pessoas que praticam esportes.
As verduras, frutas e legumes são alimentos muito saudáveis, leves, frescos, pouco calóricos e combinam bastante com a alimentação para o verão. Eles podem compor cardápios bastante nutritivos em qualquer refeição do dia, pois são alimentos ricos em água e ótimas fontes de vitaminas, fibras e minerais.
Prefira as carnes magras e carnes brancas, como as de peixe e frango, que são mais fáceis de serem digeridas. Os cereais integrais e os grãos também são boas opções para alimentação no verão.Consuma à vontade folhas verdes e legumes, mas fique atenta quanto ao tempero das saladas. Na dieta para o verão, a maionese e os molhos prontos podem ser substituídos pelo azeite, o limão, o vinagre e os molhos feitos com mostarda e iogurte.
Evite os industrializados, alimentos muito calóricos, gordurosos e as frituras, que tornam o processo de digestão mais lento, dando aquela sonolência e indisposição durante o dia.
Alimentação contra a gripe
Dicas para incrementar o cardápio de inverno com alimentos que reforçam o sistema imunológico e deixam a gripe bem longe
Há uma grande variedade de alimentos que são capazes de aumentar a imunidade do organismo e prevenir contra a gripe graças aos seus nutrientes e vitaminas. Por isso, ter uma dieta balanceada nos dias mais frios é essencial para a saúde.
Uma boa alimentação contra a gripe deve ser rica em frutas, verduras, legumes, carnes magras, peixes e cereais integrais. Estes alimentos apresentam fortes propriedades antioxidantes e fornecem nutrientes suficientes para que o organismo fique fortalecido e protegido contra infecções virais.
O alho e o gengibre são bastante eficazes no combate à gripe, pois apresentam excelente função oxidante para o organismo, assim como a pimenta e a mostarda que têm o poder de descongestionar as vias aéreas e ajudam a dissolver as secreções. Mas vale lembrar que para não perder as suas propriedades, a melhor forma de consumir o alho é refogado junto a outros alimentos.Uma boa alternativa para o consumo desses alimentos é na forma de pratos quentes como as sopas e canjas. Afinal, nada melhor que consumir pratos quentes nos dias de frio mais rigoroso. Além de leves e saborosos, eles são ótimas opções na alimentação contra a gripe, pois ajudam a acalmar dores na garganta, previnem contra o acúmulo do muco nasal nos pulmões e se o sal for usado com moderação no preparo, é possível diminuir o risco de desidratação causada pela febre.
Procure evitar o consumo exagerado de gorduras saturadas, açúcares e mantenha sempre uma dieta equilibrada e rica em alimentos que fornecem os aminoácidos que o corpo necessita para construir os componentes do sistema imunológico, como as carnes magras, lacticínios e ovos.
Além de muito saborosas, as frutas ricas em vitamina C são indispensáveis nos dias mais frios, pois são grandes aliadas contra a gripe e devem ser consumidas em forma de sucos naturais ou ao natural.
O chá quente também ameniza os sintomas da gripe combatendo a inflamação na garganta, tosses, nariz congestionado e dores de cabeça. Prepare receitas com as ervas e plantas como o eucalipto, gengibre, guaco malva e salsa.
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