segunda-feira, 13 de maio de 2013
VERSÍCULO DO DIA
"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês. Tomem sobre o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve".
Mateus 11:28-29-30
acesse o nosso site www.radioestacaolivre.com
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"Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu darei descanso a vocês. Tomem sobre o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve".
Mateus 11:28-29-30
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5 frases femininas que irritam os homens
Aparentemente, as mulheres não são as únicas a se irritarem com as frases ditas pelo sexo oposto
1 – “Estou quase pronta, só falta a maquiagem”
Acredite, ele não acha. Discutir a relação é um hábito, em geral, defendido pelas mulheres e odiado pelos homens. Para nós, é importante falar sobre um problema ou desentendimento e resolver as coisas de uma vez por todas mas, para eles, essa pergunta desencadeia uma longa conversa desnecessária, que poderia ser substituída por um porre juntos ou por uma noite de amor, para fazer as pazes. É o que afirma Matheus, de 25 anos.2 – “Precisamos conversar, não acha?”
3 – “Nada”
4 – “Você não acha que eu estou gorda?”
5 – “Faça o que você quiser”
5 frases que ele não deveria, mas diz
Conheça frases que as mulheres não gostam e não merecem ouvir do companheiro
2 – Nossa! Que gata essa sua amiga e que pernas ela tem!
3 – Você não sabe cuidar da casa e nem cozinhar como a minha mãe
4 – Sem mim você não é nada
5 – Mulher minha não sai assim, vá se cobrir!
5 coisas que toda mulher deveria saber antes de iniciar uma dieta
Dicas valiosas para garantir bons resultados e manter a saúde em dia
acordo com seu formato de rosto
Elas podem garantir volume, afinar o rosto ou até dar movimento aos fios
Cortar a franja é uma ótima opção para quem quer dar uma melhorada no visual sem passar por uma transformação drástica. Ela pode emoldurar o rosto, esconder partes indesejadas, disfarçar ou salientar o formato do rosto, dar mais movimento e leveza ao cabelo e até interferir na expressão. Por outro lado, uma franja não adequada é capaz de estragar o visual inteiro.
A cabeleireira do salão Go Hair, em São Paulo, Rute dos Santos ensina quais são os cortes de franja mais indicados para cada formato de rosto e tipo de cabelo.
Rosto redondo – franja mais longa nas laterais, para afinar a face, e desfiada nas pontas, para dar movimento.
Rosto quadrado – franja dividida no meio ou na lateral (jogada para o lado), na altura do olho ou nariz. Não deve ser usada na altura da boca para baixo, para não deixar a face ainda mais quadrada.
Rosto fino e comprido – franja na altura dos olhos ou até na altura das sobrancelhas. Para criar volume, deve ser mais espessa.
Testa grande – o ideal é a franja na altura dos olhos, jogada para frente e levemente desfiada nas pontas, para esconder a testa.
Cabelo ondulado – a franja pode combinar com o estilo do cabelo e ter uma leve ondulação, mas, neste caso, deve ser longa e jogada para o lado.
Cabelo encaracolado – franja enroladinha não fica legal. O ideal é sempre usar escova e secador para modelar. Também não deve ser jogada pra frente, mas sim camuflada no cabelo, dando uma ideia de forma.
Cabelo curto – os cortes mais conservadores não ficam muito bem com a franja demarcada. É legal quando ela se mistura com o cabelo, apenas destacando o rosto. Já as mais ousadas podem usar a franja longa e desfiada, bem estilosa.
Cabelo comprido em camadas – é legal usar a franja também em camadas, como uma continuação do resto do cabelo, dando movimento. Inicie as camadas na altura do nariz e termine na altura do ombro.
Cabelo comprido reto – franja desfiada, um pouco mais longa e jogada para o lado. Não deve ser “retona” como o cabelo.
Outras dicas:
- A franja, quando é muito pesada, tende a esquentar a testa e provocar suor. Isso aumenta a oleosidade e a tendência ao surgimento de acne. Prefira franjas mais leves e desfiadas.
- Uma dica para quem tem o cabelo muito fino é criar volume na parte frontal. Isso pode ser feito simplesmente cortando uma porção maior do cabelo, tornando a franja mais espessa.
- A manutenção do corte da franja deve ser mais frequente do que o resto do cabelo. As curtinhas, que ficam na altura das sobrancelhas ou dos olhos, devem ser aparadas a cada mês. Já as mais longas podem ser refeitas de dois em dois meses.
- Fazer escova progressiva só na franja é uma boa ideia para quem tem o cabelo enrolado e quer evitar o trabalho de modelá-la todos os dias.
- A franja, quando é muito pesada, tende a esquentar a testa e provocar suor. Isso aumenta a oleosidade e a tendência ao surgimento de acne. Prefira franjas mais leves e desfiadas.
- Uma dica para quem tem o cabelo muito fino é criar volume na parte frontal. Isso pode ser feito simplesmente cortando uma porção maior do cabelo, tornando a franja mais espessa.
- A manutenção do corte da franja deve ser mais frequente do que o resto do cabelo. As curtinhas, que ficam na altura das sobrancelhas ou dos olhos, devem ser aparadas a cada mês. Já as mais longas podem ser refeitas de dois em dois meses.
- Fazer escova progressiva só na franja é uma boa ideia para quem tem o cabelo enrolado e quer evitar o trabalho de modelá-la todos os dias.
Se você tem vontade de usar franja, mas não quer correr o risco de cortar e se arrepender depois, pode apostar nas franjas postiças. A dica é do responsável por cabelo e maquiagem da grife Oh, boy!, que desfila hoje no Fashion Rio. Inspirado nos anos 60 e na top Twigy, a franja complementou o coque-banana e deu um novo ar ao visual das modelos. “A franja rejuvenesce, muda o visual e te deixa com um look novo. É uma ótima opção.”
E para usar é fácil. Basta prender o cabelo, já que a franja vem junto com o 'topo' da cabeça, que precisa de uma base para se firmar, e prender com grampos ou tic-tacs. O spray ajuda a fixar e dá o acabamento final.
Para os olhos, a dica são os cílios postiços embaixo e o lápis branco para abrir o olhar. “Os cílios postiços ficam bem naturais. É um make mais para a noite, mas dependendo do trabalho, do compromisso, dá para usar durante o dia também e, à noite, pesar um pouco mais e caprichar na boca”.
O fim dos cabelos brancos?
Cientistas criam pílula que pode atrasar o processo do nascimento de fios brancos
hormonal no corpo da mulher
Seu uso não faz bem à saúde e deve ser restrito a casos extremos
A pílula do dia seguinte é um contraceptivo que só deve ser usado em casos extremos. Ela não faz bem à saúde da mulher, pois é uma bomba de hormônios. Usada em casos de esquecimento da pílula convencional ou rompimento da camisinha, por exemplo, ela é um método de emergência. Por isso mesmo costuma levantar muitas dúvidas quanto ao modo de usar, sua eficácia e riscos. Para esclarecer melhor o tema, conversamos com a ginecologista e obstetra Dra. Karina Zulli. Veja os tópicos:
Preservativo X pílula do dia seguinte
O uso do preservativo deve ser regra em toda relação sexual. Além de evitar a gravidez indesejada, ele previne todas as doenças sexualmente transmissíveis. Já a pílula do dia seguinte só protege de uma gravidez indesejada. Ela deve ser tomada somente em casos extremos.
Pílula anticoncepcional X pílula do dia seguinte
A pílula do dia seguinte cai como uma “bomba” hormonal em nosso corpo. Um comprimido dela equivale a 10 comprimidos de anticoncepcional comum. Ela é composta de dosagens hormonais muito altas, isso aumenta a chance de trombose, câncer, náuseas, vômitos e outras doenças. O correto é fazer o uso do anticoncepcional mensalmente e evitar, ao máximo, o uso da pílula do dia seguinte.
Mesmo tomando a pílula do dia seguinte é possível engravidar?
Sim. Como todo método há um risco de falha. A chance de engravidar é de 3 a 5% se ingerida respeitando os horários corretos contidos na bula.
Se eu tomar repetidas vezes ela perde o efeito?
Não. A pílula do dia seguinte não tem um efeito de “acúmulo” no corpo da mulher. A pílula não deixará de ser menos eficaz. O que acontece é que a mulher acaba se expondo a uma situação recorrente e que prejudica, e muito, o corpo dela. O uso da pílula do dia seguinte não faz bem a saúde da mulher. Mas mesmo assim, elas tomam a pílula para evitar uma gravidez indesejada.
Ela é um método abortivo?
Não. Se a mulher estiver grávida e tomar a pílula do dia seguinte não surtirá efeito algum. As substâncias medicamentosas que têm na pílula não passam ao bebê.
Preciso de receita médica para comprar a pílula?
Sempre com a orientação médica, porém farmácias não fazem restrição nenhuma. É importante lembrar que sempre antes de ingerir a pílula do dia seguinte é imprescindível que você consulte o seu ginecologista. A pílula pode dar vários efeitos colaterais na mulher.
Como a pílula deve ser tomada?
Existem dois tipos de pílula do dia seguinte: uma em uma dose única que deve ser tomada em até 72h após a relação sexual e, a outra, em duas doses. Sendo um comprimido ingerido logo após a relação e o outro 12h depois. Mas ressalto que antes de comprar o medicamento consulte o seu médico. Isso é de extrema importância.
Métodos que interrompem a
menstruação têm seus prós e contras
Medicamentos podem reduzir cólicas, TPM e incidência de tumores
Cólicas, inchaço, dores de cabeça, mau humor… Muitas mulheres sonham em se verem livres desses incômodos característicos do período menstrual. Para isso, há quem recorra aos métodos que interrompem a menstruação. São medicamentos que alteram os hormônios responsáveis pelo espessamento do endométrio, a camada interna do útero, de forma a não deixar que ele espesse, e, portanto, não sangre. Entre os principais métodos estão os anticoncepcionais orais, o dispositivo intra-uterino, vaginal ou subcutâneo, os adesivos cutâneos e os injetáveis.
A ginecologista e obstetra Karina Zulli, do Hospital e Maternidade São Luiz, explica que qualquer mulher pode interromper a menstruação, desde que não haja alguma contra-indicação para uso hormonal contínuo, como doenças pessoais ou familiares, trombose e câncer de mama ou endométrio. “Não existe idade mínima para começar, mas o ideal é apenas que se espere completar o primeiro ano da primeira menstruação – devido à fase de crescimento feminino até este momento. A partir daí, qualquer mulher assistida por um profissional da saúde pode se beneficiar de qualquer um destes métodos”, afirma.
A menstruação pode ficar interrompida por tempo indeterminado, até que haja desejo reprodutivo. “É mito acreditar que anos de exposição ao bloqueio menstrual possa agregar qualquer risco à gestação. Ao longo dos anos, a contar da criação dos anticoncepcionais na década de 60, a quantidade hormonal existente em qualquer um dos métodos oferecidos tornou-se extremamente baixa e, comparativamente à época de lançamento, praticamente inofensiva”, esclarece a ginecologista. “O que fica claro é que as mulheres, através dos anos, postergaram o desejo da maternidade de forma significativa, deixando para decidir após os 35 e perto dos 40 anos. Isso sim é a grande mudança da dificuldade hoje de engravidar, e não o tempo do uso de qualquer método para evitar menstruação”.
Entre os benefícios apresentados, estão a redução da incidência de tumor de ovário, tratamento da TPM, e bons resultados em relação à cura ou amenização das cólicas. Mas assim como qualquer método hormonal, os que interrompem a menstruação podem apresentar algum efeito colateral. Por isso é de suma importância que tudo seja feito com assistência médica. Entre as queixas mais comuns de pacientes, estão a retenção de líquido e dores de cabeça, mas é preciso avaliar cada caso antes de afirmar que a causa é apenas por culpa do hormônio. De qualquer forma, é recomendável escolher os que possuem a menor quantidade hormonal, ou apenas um hormônio único na fórmula. “Há uma ampla gama de métodos com a mesma finalidade disponíveis hoje no mercado, e certamente existe algum que pode trazer mais benefício que desconfortos colaterais. Raras pacientes não conseguem se beneficiar de qualquer um dos métodos, ou qualquer posologia, e acabam precisando realmente lidar com os ciclos menstruais”, explica.
Traição, doenças podem abalar os relacionamentos mais sólidos
Até que ponto uma traição afeta de fato uma relação antiga?
Psicóloga: Uma traição sempre deixará uma marca muito grande em todos envolvidos. Quem foi traído já tem a informação de que esta pessoa pode ter um conceito ético a respeito da traição (ou seja, ele sabe que não deve) mas não tem um conceito moral (pois mesmo sabendo que não deveria o fez). A confiança poderá ficar abalada. Sem falar nos possíveis sentimentos de vingança, algo do tipo “ele cedeu às tentações, também tenho direito de ceder, não necessariamente trair, mas de ter uma vida mais livre”.
Quem traiu sofre tanto com a culpa mas também tem referencias sobre onde errou para ser pego, e pode considerar que da próxima vez “fará melhor e não será descoberto”.
É possível e viável perdoar uma traição?
Psicóloga: É possível sim. Mas é difícil. Perdoar não significa esquecer, pois ninguém tem amnésia deliberada. Mas definir que não mais sofrerá com o ocorrido. Será muito difícil, mas necessário caso decida perdoar, não voltar a este assunto a cada pasta de dente deixada aberta na pia.
Considerar se é viável é o mesmo que fazer apostas na Bolsa de valores, podemos ter fortes intuições, grandes informações, mas a realidade futura só será conhecida no futuro. Ninguém conhece o ser humano completamente. A própria pessoa não se conhece, oferecer garantias não significa 100% de certeza de que nunca mais trairá. Mas a outra parte pode sentir se quer entrar nessa aposta.
Por que as pessoas pensam que o casamento pode impedir uma traição?
Psicóloga: Pura ilusão, prima irmã da ilusão de que um filho melhorará o casamento.
O casamento é um compromisso com maior vinculo do que um namoro, noivado, pessoas que moram juntas, mas não há papel assinado que impeça comportamentos.
Por que a traição acontece?
Psicóloga: 1001 motivos. Pessoas que não conseguem ceder ao prazer imediato e mesmo sabendo que estão arriscando um relacionamento estável e bom o fazem. Pessoas que estão em dúvida quanto a manter o relacionamento atual e querem “provar um pouco do que há lá fora”. Pessoas que simplesmente não tem coragem de romper o relacionamento e o boicotam de tudo quanto é forma torcendo que o outro tome a iniciativa e termine tudo. Pessoas inconsequentes que acreditam que tem o direito de ter quantos relacionamentos quiserem, e que isso não é um problema, mas normalmente será problema se seu parceiro (a) o trair também.
O que o casal deve fazer depois de uma traição?
Psicóloga: Definir se foi traumático o suficiente para romper de vez esta relação ou se há margem para conversar e tentar retomar a relação. Se houver margem um psicólogo de casal ajudará muito, pois será o facilitador de um reinicio.
É possível a relação ficar mais forte?
Psicóloga: Sim, é possível. Toda situação traumática tem apenas dois caminhos: fragiliza ou fortalece. A maioria dos casos saem fragilizados, os que conseguem sair fortalecidos são aqueles que trabalharam muito bem esta situação, que procuraram ajuda profissional e se comprometeram fortemente.
Se o parceiro sofresse um acidente grave e ficasse com sequelas, ou se recuperasse de uma doença como um câncer:
Como o parceiro que está saudável deve agir?
Psicóloga: Seria injusto definir o comportamento do parceiro. Ele também sofre e pode ser que não tenha condições psicológicas de lidar com isso. Toda vez que a vida oferece uma situação para a qual a pessoa não tem estrutura para lidar, terá direito de “pirar”. Se esta pessoa optar por deixar o parceiro podemos dizer que não teve uma conduta de moral elevada, mas talvez a situação possa ter atingido seu limite de superação.
O ideal seria manter-se companheiro até o fim e usar esta situação para lapidar suas próprias capacidades e perceber que pode ser muito mais forte do que imaginava. Aí sim esta pessoa terá orgulho de si mesma para o resto da vida e poderá usar esta força para ser um pai (ou mãe) melhor, um profissional melhor, etc.
Como o casal supera o caso de uma sequela mais grave, como uma amputação? É possível?
Psicóloga: Olhando para frente e não para trás. Se manter seus olhos no que tinha a agora perdeu... está mesmo perdido. Mas se olhar para tudo o que pode ser feito agora, o quanto podem ajudar um ao outro e até mesmo outras pessoas a superação terá seu significado real e não terão apenas se conformado ou aprendido a lidar com os limões da vida.
Se superados os problemas, a relação ficará mais forte?
Psicóloga: Se os problemas forem realmente superados sim, mas se conseguiram apenas “suportar” ou apenas aprenderam a respirar fundo e ir em frente com certeza a relação ficará fragilizada.
Caso a pessoa não consiga lidar com a dificuldade, como ela deve agir? Uma separação nessa hora poderia afetar o doente? Ela deve continuar até a recuperação acabar?
Psicóloga: Psicólogo nenhum dirá o que a pessoa deve ou não fazer, mas o ajudará a conseguir sua meta. Se houver um desejo real de continuar até o fim ela encontrará caminhos para descobrir onde esta força está – obterá ajuda de amigos ou ajuda profissional de psicólogos.
Caso não haja desejo se continuar até o fim, por mais ética que esta decisão seja, é possível que esta pessoa simplesmente não tenha estrutura para lidar com situações fortes. Por exemplo, uma pessoa que nunca teve oportunidades de driblar adversidades, que sempre teve tudo facilitado e recebe um baque destes na vida adulta não terá de onde sacar estratégias para lidar com isso. Nada impede de construir estas estratégias agora, um bom psicólogo o ajudará nesta meta.
Claro que uma separação afeta o doente. Mais um componente para fragilizar quem não está bem. Deve ser considerado antes de tomar a decisão. Já atendi muitas pessoas em situações parecidas que, infantilmente, batem o pé dizendo que não tem culpa sobre o ocorrido mas agora tem que sofrer as consequências. Isso mesmo, assim é a vida, se quisermos passar uma vida sem riscos é só passar por ela dentro de casa, sem conhecer ninguém, sem namorar, trabalhar, ter amigos, etc. Vale a pena? Não!!!!!

1- É fato que cada casal tem uma frequência de relações sexuais, mas até que ponto é normal a correria do dia a dia reduzir a quantidade de relações? Qual o limite dessa interferência?
Psicólogo: O limite da interferência depende da forma como o casal lida com esses fenômenos externos a relação, como os impasses do cotidiano, o desgaste físico, as preocupações, etc. Podemos pensar que algumas pessoas utilizam o sexo como forma de aliviar essas tensões; entretanto outras não conseguem se desvencilhar destas situações e tem seu desempenho sexual prejudicado, tanto por disfunções sexuais, como por sequer haver a tentativa do ato.
Diante disso, é normal que ocorra uma redução, entretanto é necessário refletir até que ponto isso é apenas uma diminuição na frequência (por essas questões externas) e não um distanciamento efetivo-afetivo do casal.
E há de haver auto-crítica para que a relação não se reduza a afazeres cotidianos e o desejo, massacrado pelo hábito, deixe de existir
.
2- Existem casais que literalmente fogem do sexo. Em vez de investirem tempo nas preliminares e carinhos, partem para a rapidinha e, às vezes, nem isso. Você pode citar algumas situações que podem exemplificar essa fuga?
Psicólogo: Quando existem muitas desculpas que encubram e impossibilitem o coito, há alguma coisa que deve ser revista/repensada. E isso pode prejudicar o relacionamento do casal. Por exemplo: dores inventadas; desculpas de compromissos; problemas no trabalho; por a culpa nos filhos, ou seja,
sempre se joga a responsabilidade em algo externo, ou que fuja ao controle de um dos parceiros e que justifiquem o não ato sexual.
Se houver algo no parceiro que incomode, é importante conversar sobre isso. A questão é que há um moralismo muito grande no que diz respeito tanto às praticas quanto a discussão do sexo. E se torna tabu e as pessoas levam vidas sem uma efetiva realização sexual, porque muitas vezes fogem do assunto.
3- Já outros casais criam situações para tentar aguçar a aproximação e o desejo que acabam surtindo efeito contrário. Você pode indicar algumas situações que exemplifiquem esses erros?
Psicólogo: As surpresas são sempre válidas, mas se deve ter uma compreensão do parceiro. Não adianta propiciar uma situação que envolva praticas sexuais que o parceiro não aceite; ou ficar desapontado depois de um jantar romântico frustrado, não pela falta de entrega do parceiro, mas sim porque talvez, naquele dia ele estava cansado ou algo assim.
Friso que é sempre importante haver diálogo para saber quais são os limites, por onde começar, como inovar e assim se realizar.
4- De que forma o casal pode aumentar o desejo e a frequência no sexo? Quais dicas você daria?
Psicólogo: Buscando inovar situações de convívio como, por exemplo, irem a ambientes que não costumam ir, terem jantares românticos, viajarem, terem algum cuidado com o corpo (sem exageros) e manterem a higiene, darem vazão as fantasias.
5- Outras considerações:
Psicólogo: Sempre bom lembrar que uma vida sexual ativa é importantíssima no funcionamento de um casal. É interessante que os parceiros explorem/desvendem um ao outro para se conhecerem, e isso não apenas quanto ao corpo, mas com relação aos desejos mais secretos, aos quereres, as fantasias sexuais. É importante haver abertura, haver efetiva troca. O sexo não se dá apenas no momento do ato.
Também é normal que com o tempo, a frequência sexual diminua e que o casal não se procure tanto como no tempo em que havia “um mundo para ser descoberto”. E mesmo que a freqüência não seja a mesma, não quer dizer que não se pode aproveitar as ocasiões sexuais ao máximo.
CULINÁRIA
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