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Histerectomia causa aumento de peso?

O procedimento cirúrgico pode causar alterações hormonais que estariam relacionadas ao ganho de massa corpora

histerectomia causa aumento de peso Histerectomia causa aumento de peso?

Chama-se “histerectomia” o procedimento cirúrgico através do qual os médicos retiram por completo o útero da paciente. Este tipo de intervenção é indicada para pacientes com enfermidades benignas no útero que não tenham respondido adequadamente a outros tratamentos utilizados anteriormente. Os problemas relacionados ao endométrio configuram a principal causa da necessidade de histerectomia, mas há outros problemas contra os quais ela também é recomendada.
Apesar de ser um procedimento bastante invasivo, uma vez que se trata da subtração completa de um órgão, a histerectomia é relativamente simples e sua recuperação não costuma ser dispendiosa. O período de internação normalmente varia entre 48 e 96 horas e, após receber alta, a mulher pode ir para casa, guardando repouso até que se sinta completamente recuperada.


Uma vez que o útero é completamente retirado, naturalmente, a mulher não passará mais pelos ciclos menstruais. No entanto, se os ovários não tiverem sido também retirados na operação, as alterações hormonais seguirão acontecendo todos os meses, de modo que a única coisa que não acontecerá é o sangramento, de fato. Caso os ovários tenham sido extraídos, as alterações hormonais sofridas pela mulher serão similares às da
 menopausa Além disso, será impossível engravidar após o procedimento.Consequências da histerectomia

Os ovários produzem o estrógeno, que desempenha uma série de funções no organismo, ajudando a prevenir a osteoporose e os problemas do coração, por exemplo. Por esse motivo, é provável que o ginecologista receite uma reposição ormanal

Histerectomia e o ganho de peso

Algumas pacientes, após passarem pelo procedimento, relataram um ganho repentino de peso. De fato, este efeito colateral é relativamente comum em pacientes no pós-operatório, e pode estar relacionado a alguns fatores distintos. A medicina ainda não conseguiu explicar de forma detalhada as razões desse aumento de peso, mas existem algumas teorias que devem ser consideradas.
A primeira delas relaciona a gordura ao aumento da produção do hormônio masculino, também conhecido como progesterona. Outra atribui o aumento de peso à diminuição dos níveis de estrógeno no sangue. O tempo de recuperação após a cirurgia de histerectomia também pode ser um fator determinante para o aumento de peso, já que a prática de exercícios físicos ficará bastante restrita por algum tempo, até que a paciente seja liberada para tanto.

Dicas para perder peso após a histerectomia 
Não há comprovação médica de que a histerectomia cause, de fato, ganho de peso, mas há diversos relatos de mulheres que foram submetidas ao procedimento e notaram um aumento significativo.
Em primeiro lugar, como suas atividades físicas estão restritas, é importante estar constantemente atenta para não comer em excesso. Lembre-se que as calorias ingeridas não poderão ser gastas através de exercícios e, por isso, tente se controlar melhor.
Investir em exercícios menos dispendiosos, como a ioga ou o pilates, por exemplo, pode ser uma boa maneira de voltar à ativa após o período inicial de recuperação, desde que esse tipo de atividade seja liberado pelo médico responsável. Além disso, também vale a pena dar preferência a alimentos leves e sem muita gordura.
Se possível, procure um nutricionista para ajudá-la a organizar sua alimentação, mas mantenha constantemente o acompanhamento com o ginecologista responsável pela operação. Ele poderá te orientar para que sua rotina de exercícios seja saudável e direcionada para o pós-operatório.

Dicas para emagrecer sem sacrifício


Com a chegada do verão sempre surgem dietas mirabolantes para ficar em forma a tempo de colocar aquela roupa que já não serve mais. E vale de tudo, desde a dieta da lua, que determina a ingestão de líquidos com baixo teor calórico durante as mudanças de fase da lua, até a dieta dos pontos onde o indivíduo controla tudo o que come por meio de pontos que equivalem a cerca de três calorias cada um.

Para tentar desvendar os segredos desses regimes e descobrir se realmente são eficazes, a nutricionista Dafne Oliveira, colaboradora do site Comida e Receitas, preparou algumas dicas para você emagrecer de forma saudável e sem sacrifícios.
Dietas como as que foram exemplificadas acima não costumam ser recomendadas por profissionais. "Elas são extremamente restritas, monótonas, pobres em nutrientes e antioxidantes e, em sua maioria, levam muito em consideração somente a quantidade de calorias dos alimentos e não a sua composição nutricional", revela Dafne.
Apesar da ingestão de poucas calorias a perda de peso acaba não sendo tão considerável, pois acaba prejudicando o organismo por causa da falta de nutrientes. Os alimentos diet e/ou light comumente utilizados em regimes possuem muitos conservantes e diversos aditivos artificiais. 
"Estas dietas provocam o conhecido "efeito sanfona", ou seja, o indivíduo emagrece enquanto segue a dieta, mas por não aguentar segui-la por muito tempo, volta a comer igual ou mais do que comia antes", afirma a nutricionista.
Para não passar o verão sofrendo a nutricionista dá algumas dicas para manter um emagrecimento adequado. "A dieta ideal parte de um simples conceito: equilíbrio. Assim como mostra a pirâmide alimentar, podemos comer de tudo, contanto que haja um equilibro no consumo de cada um dos alimentos", diz Dafne.
Para tanto, a nutricionista recomenda uma reeducação alimentar. Verduras, legumes, frutas, pães, grãos e massas integrais devem ser ingeridos em maior quantidade. Já os refrigerantes, alimentos embutidos, doces, frituras e sal devem ter o seu consumo reduzido. 

"Uma pessoa que come de tudo deve ingerir os alimentos mais próximos do pico da pirâmide em quantidade reduzida ou moderada e os alimentos da base em maior quantidade. Tal quantidade varia muito de indivíduo para indivíduo e também conforme o objetivo e meta de cada um", conclui
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Dieta do flash


 

Você já ouviu falar na dieta do flash? A tal dieta consiste em fotografar a comida antes de se alimentar. O resultado da dieta vai depender do efeito que essa fotografia vai causar em você.

Segundo uma pesquisa, tirar foto das refeições faz pessoas comerem menos. No entanto, os especialistas alertam que a prática pode aumentar a ansiedade.

A dieta do flash pode até parecer piada, mas o estudo, publicado em uma revista científica, afirma que, por ter provas fotográficas de quanto eles próprios estão se alimentando, essas pessoas acabam sentindo-se culpadas sobre a qualidade e a quantidade do que eles estão comendo. Estas agendas fotográficas também tornam mais fáceis manter um guia sobre o número de calorias consumidas, dizem cientistas.


Muitos especialistas argumentam que os diários da comida, onde o consumo diário é anotado em um bloco de notas (conheça o Diário de Calorias), pode ajudar a não comer demais.

Eles funcionam deixando a pessoa envergonhada de si mesma fazendo a comer menos todos os dias. Entretanto, manter uma agenda consome muito tempo, além de ser um tanto complicado. Em um estudo foi pedido que 43 pessoas gravassem o que eles ingeriram por uma semana, em palavras e em imagens.

Quando os investigadores criaram questionários aos voluntários, os diários fotográficos foram muito mais eficazes e precisos em demonstrar as calorias e um poderoso "desincentivo" paracomer demais.
Um voluntário disse aos investigadores: "Eu tinha que pensar mais cuidadosamente sobre o que eu ia comer porque eu tive que tirar uma foto". Outro voluntário da dieta do flash disse que o diário fotográfico melhorou a qualidade de sua dieta. "Percebi que não havia muitas verduras na minha dieta, o que significa que eu deveria tentar comer mais legumes e frutas."
Em contrapartida, os diários que eram escritos depois de cada refeição e não forneceram um lembrete poderoso do tamanho e qualidade das refeições e lanches. "Globalmente, os participantes demonstraram maior consciência da sua dieta ao visualizar as fotografias do que refletindo sobre as suas notas escritas," disseram os pesquisadores.
Durante o estudo, os voluntários usaram máquinas fotográficas descartáveis. Mas os investigadores disseram que câmeras digitais dariam resultados mais imediatos. 

Estudos revelaram que pessoas que fazem uma nota do que comem perdem três vezes mais peso do que aqueles que simplesmente tentam comer mais saudavelmente. Parece que a dieta do flash é um bom abrir de olhos.

Dieta radical pode reverter diabetes


Um estudo publicado em uma revista científica no Reino Unido sustenta que uma dieta radical de 600 calorias por dia, durante oito semanas, pode reverter diabetes tipo 2 em pessoas recém-diagnosticadas com a doença.
O artigo da Universidade de Newcastle mostrou que a dieta reduziu os níveis de gordura no fígado e no pâncreas de 11 pacientes estudados, ajudando os níveis de insulina a voltar ao normal.
Todos os pacientes haviam sido diagnosticados com diabetes tipo 2 até quatro anos antes. Três meses após o tratamento, sete estavam livres da doença. O nível de produção de insulina se manteve estável mesmo após a volta à alimentação normal.

O diretor do Centro de Ressonância Magnética da Universidade de Newcastle, Roy Taylor, disse que não recomenda a dieta e que o experimento teve como única finalidade observar efeitos científicos.

"Esta dieta foi usada apenas para testar a hipótese de que, ao perder peso substancialmente, as pessoas 'perdem' também a diabetes", disse o acadêmico.
"Embora este estudo seja com pessoas diagnosticadas com diabetes apenas nos últimos quatro anos, há potencial para as pessoas com diabetes de mais longo prazo tentarem reverter as coisas", acrescentou.
A diabetes tipo 2 ocorre quando a produção de insulina é insuficiente ou não funciona corretamente. Dá-se então um acúmulo de açúcar no organismo.
A dieta fez com que os participantes da pesquisa cortassem radicalmente a ingestão de calorias por dois meses, consumindo apenas legumes sem amido e alimentos dietéticos líquidos.
Depois de uma semana fazendo o experimento, os pesquisadores observaram que os níveis de açúcar no sangue dos pacientes antes do café da manhã já haviam voltado ao normal.

Três meses após o fim da dieta, quando os participantes haviam voltado a se alimentar normalmente com ajuda de nutricionistas e dicas de alimentação saudável, os médicos perceberam que a maioria já não sofria da condição.


Alimentação correta para os diabéticos








Não há uma dieta específica para todos os pacientes com diabetes. Segundo a endocrinologista Luciana Tupy Tavares, o que existe são orientações sobre quais alimentos devem ser evitados, como, por exemplo, aqueles ricos em carboidratos, pois a ingestão elevada dos mesmos leva ao aumento do açúcar no sangue, aumento de triglicérides (gordura) e redução de HDL (colesterol "bom").

Para uma boa saúde os pacientes devem ingerir quantidades adequadas de carboidratos, proteínas e gorduras saudáveis, vitaminas, minerais, fibras e água.

As frutas não são proibidas. Elas contêm fibras, vitaminas e minerais, além de satisfazerem a necessidade de "comer algo doce". Os pacientes podem ingerir em média cinco porções de frutas por dia e devem dar preferência às frutas inteiras, ao invés do suco de fruta.
De acordo com Luciana, os pacientes diabéticos devem evitar alimentos ricos em açúcar pois os mesmos são digeridos muito facilmente e elevam rapidamente a glicose sanguínea . Os exemplos são: chocolate, mel, geléia, pudim, leite condensado, bolo, sorvete, doces e biscoitos.
Os polissacarídeos (carboidratos maiores) são absorvidos mais lentamente e podem ser consumidos com moderação, pois não causam elevações tão rápidas da glicose sanguínea. Os exemplos são: pão, arroz, feijão e massas.
"Os pacientes diabéticos devem ter o hábito de sempre ler os rótulos dos alimentos antes do consumo. Na grande maioria dos casos os pacientes diabéticos são obesos. E, portanto, uma dieta com quantidade reduzida de calorias é fundamental para a perda de peso. A perda de peso melhora um dos principais mecanismos fisiopatológicos da doença, que é a resistência à ação da insulina, hormônio produzido pelo pâncreas que é responsável pelo metabolismo da glicose", explica a endócrino.
Os alimentos mais recomendados são:
- Carboidratos e gordura monoinsaturada devem juntos ser parte de 60/70% da nossa ingestão diária.
- Óleos monoinsaturados: óleo de oliva, de canola, amêndoas ou abacate. A diferença prática entre as gorduras saturadas e as insaturadas é que as primeiras são sólidas em temperatura ambiente, ao contrário das insaturadas que são líquidas.
- Carnes de aves, vitela e peixe como substitutos de carnes vermelhas visando manter o teor baixo de gorduras saturadas.
- Ingestão protéica diária deve ficar entre 10/20% das calorias totais.
Fibras devem ser ingeridas numa quantidade de 50 gramas por dia, pois têm efeito benéfico na glicemia (taxa de açúcar do sangue), lipemia (taxa de gordura ) e insulinemia ( quantidade de insulina). Os exemplos são: pão integral, arroz integral e vegetais cozidos com a casca.
- Dar preferência ao leite desnatado pelo ter menor de gordura.
- Optar por alimentos assados, cozidos ou grelhados.

"São muitos os casos dos pacientes diabéticos que não seguem as orientações de dieta e muitas vezes os fatores responsáveis são a complexidade desnecessária das informações", revela a especialista.
Devemos ainda acrescenta que os pacientes devem procurar respeitar os horários normais da alimentação, porém com alguma flexibilidade em relação aos horários.

"Podemos respeitar algumas preferências individuais de alimentação em relação à freqüência e horário das refeições, por exemplo, algumas pessoas gostam de três refeições por dia, enquanto outros preferem duas refeições e dois lanches. Porém ‘pular’ o horário habitual das refeições pode levar à fome exagerada e compulsão alimentar. Quando o paciente diabético tipo 2 passa a ser tratado com insulina, o horário das refeições e quantidade de carboidratos passa a ser muito importante", conclui.




Onde encontrar as vitaminas em cada alimento







Querendo saber onde encontrar nos alimentos as principais vitaminas? A nutricionista clínica funcional Renata Kutwak listou as principais vitaminas que o organismo precisa, quais suas funções e em quais alimentos encontrar. Confira!

Vitamina A - é uma vitamina lipossolúvel, chamada de retinol em referência à retina, pois apresenta papel essencial na visão, crescimento e desenvolvimento ósseo, imunidade e reprodução normal.

É encontrada na carne de fígado, na cenoura, no espinafre, na batata-doce, melão, brócolis, damasco.



Vitamina C - Conhecida como a vitamina antiescorbuto, é facilmente absorvida a partir do intestino delgado para o sangue. Também é uma vitamina considerada antioxidante e auxilia a absorção de ferro.
"Além disso, está envolvida na absorção de colágeno, substância proteica da qual depende a integridade das estruturas celulares em todos os tecidos fibrosos, incluindo o tecido conjuntivo, cartilagem, dentina, pele e tendão. Também está envolvida na cicatrização de feridas, fraturas, sangramentos gengivais e reduz a suscetibilidade às infecções", explica a nutricionista. Onde encontrar: acerola, pimentão verde, abacaxi, goiaba, laranja, tangerina, morango, kiwi, limão.

Vitamina D- Vitamina reconhecida como anti-raquitismo, encontrada primeiramente no óleo de figado de bacalhau, capaz de curar o raquitismo, mas sua forma ativa necessita da síntese renal. Onde encontrar: arenque (peixe), salmão, leite de vaca, sardinha, fígado de frango, óleo de figado de bacalhau.
Vitamina E - Vitamina antioxidante, protege as membranas celulares da deterioração por radicais livres e é reconhecida como uma vitamina antienvelhecimento. Onde encontrar: amêndoas, óleo de milho, óleo de soja, gema de ovo, nozes, gérmen de trigo.
Folato - É essencial na divisão celular, formacão de hemácias e leucócitos na medula óssea e para sua maturacão. Onde encontrar: vegetais de folhas verdes, bife de boi magro, feijões, lentilhas, aspargos, brócolis, couve.
Ácido pantotênico - Está envolvido na síntese de colesterol, fosfolipídeos, hormônios esteroides. É essencial no metabolismo celular. Onde encontrar: fígado, gema de ovo, leveduras.
Biotina - Também conhecida como vitamina H, funciona como coenzima para reações envolvidas na síntese de aminoácidos e purinas e é importante na produção de ácidos gordos, que são essenciais na manutenção de pele, cabelo, unhas, bem como todo o restante tecido conjuntivo. Onde encontrar: cogumelos, gema de ovo, fígado, frutas (melão, morangos,melancia).


Vitamina B1 (Tiamina) - tem papel fundamental na transformação energética e condução de membranas e nervos. Possui elementos de defesa contra infecções, ajuda nos desenvolvimento dos dentes e a conservação do esmalte, no desenvolvimento ósseo e ajuda na proteção respiratória.
Onde encontrar: fígado, vísceras, legumes, grãos integrais, germe de trigo, gema de ovo.


Vitamina B2 (Riboflavina) - funciona como coenzima FAD, componente essencial à produção deenergia através da cadeia respiratória. Age na regeneração sangüínea, no trabalho cardíaco, aparelho ocular e no fígado. Ajuda na cicatrização de feridas nos lábios, língua, ferida na boca. Onde encontrar: leite, queijo cottage, vísceras, carnes magras, folhas verde-escuras.


Vitamina B3 (Niacina) - funciona como componente das coenzimas NAD e NADP, que estão presentes em todas as células. É importante para a manutenção do equilíbrio da pele e sistema nervoso. Onde encontrar: peixes, amendoim, leite, legumes, aves, carnes magras.


Vitamina B6 (Piridoxina) - São coenzimas relacionadas ao metabolismo proteico, auxiliando na manutenção do sistema imunológico. Onde encontrar: carne de porco, vísceras, legumes, banana, batata, aveia.


Vitamina B12 (Cobalamina) - Efetiva no tratamento de anemia permiciosa. É uma substância cristalina vermelha e hidrossolúvel. A cor vermelha deve-se ao cobalto. É fundamental ao funcionamento do trato gastrintestinal, medula óssea e tecido nervoso. Onde encontrar: fígado de boi, leite, ovos, peixe, queijos e carnes.




O papel das fibras na dieta alimentar



As fibras alimentares vêm despertando grande interesse pelos inúmeros benefícios à saúde. Estudos experimentais estão revelando efeitos inéditos da fibra alimentar e também dos nutrientes e elementos biologicamente ativos ligados à fibra, na redução do colesterol e triglicérides sanguíneos, controle da glicemia e na manutenção do peso corporal.

De acordo com a gerente de nutrição do Hospital do Coração (HCor), Rosana Perim, a fibra alimentar, em decorrência de suas propriedades e efeitos fisiológicos, é um componente indispensável na alimentação, podendo desempenhar papel coadjuvante ou como terapêutica principal.
Para atingir os benefícios propostos, é necessário incluir na dieta o consumo de frutas, verduras, legumes, leguminosas e cereais integrais, como a aveia.
"Devido aos efeitos fisiológicos diferentes das fibras, é recomendado uma alimentação diária equilibrada e balanceada composta de variados alimentos fontes de fibras solúveis e insolúveis", destaca Rosana.
As fibras alimentares determinam efeitos fisiológicos diferentes em cada segmento do trato digestivo. Na boca, promovem alterações na textura dos alimentos, necessitando maior tempo de mastigação, aumentando assim a sensação de saciedade.
No estômago, determinados tipos de fibras, como as mucilagens e as gomas, retardam o esvaziamento gástrico de líquidos e aceleram o esvaziamento dos sólidos.
No intestino delgado, é o local onde ocorre maior parte dos processos de digestão e absorção dos alimentos e a principal ação da fibra é de fixar substâncias orgânicas e inorgânicas, diminuindo ou retardando a absorção.
No intestino grosso, a fibra acelera o trânsito, diminuindo a absorção de líquidos e levando a um aumento da massa fecal. Portanto, quando agem no trato gastrointestinal, fibras solúveis e insolúveis possuem efeitos diferentes. 


Muitos trabalhos relacionaram os benefícios de dietas enriquecidas com fibras originárias da aveia, especificamente nas doenças cardiovasculares, onde o FDA (Food and Drugs Administration) declara que a fibra solúvel dos alimentos do tipo flocos de aveia, farelo de aveia e farinha de aveia integral, como parte de uma dieta pobre em gorduras saturadas e colesterol, pode reduzir o risco de doenças cardíacas. 



Muito Cansado? Veja o Que 

pode estar por trás Disso Tudo!



O estresse do dia a dia e a necessidade de fazer diversas coisas ao mesmo tempo podem fazer a fadiga perturbar a rotina, o que torna difícil até mesmo atividades corriqueiras. No entanto, nem sempre essa fadiga quer dizer que você está precisando apenas de um descanso. Confira o que pode estar por trás dessa sensação de cansaço incessante.
Pouco tempo de sono
O período do sono serve para repor nossas energias. É nesse período que acontece a síntese de proteínas, fazendo com que o cansaço do dia desapareça. Assim, se não há o tempo de sono adequado, a fadiga bate à porta.
“A quantidade de sono necessária depende do cansaço físico e mental, da idade e até da genética de cada indivíduo. Em média, um adulto deve dormir entre sete e oito horas por dia”, explica Shigueo Yonekura, neurologista e especialista em sono do Instituto de Medicina e Sono.
Para que o seu sono tenha qualidade, é necessário que ele passe por todos os estágios, sendo cinco ao todo. Os dois primeiros representam o sono superficial, consumindo entre 55 e 60% do tempo dormido. Nos estágios três e quatro, acontece o descanso “físico”, que dura 20% do tempo. O quinto e último estágio ocupa os 20% restantes do tempo e nele acontecem os sonhos, considerados importantes para preservar a memória.
Apneia do sono
Esse distúrbio é caracterizado pelo fechamento repetitivo da passagem do ar pela garganta durante o sono, podendo interromper a respiração por até 40 segundos. Essas pequenas paradas fazem com que o indivíduo acorde durante a noite, interrompendo o sono. “Fadiga, falta de concentração, alteração de humor e perda de memória e libido são sintomas comuns de quem sofre de apneia”, conta o neurologista Shigueo Yonekura.
Para detectar o problema, é necessário procurar ajuda médica, pois apenas exames em um laboratório de sono podem indicar o distúrbio. Em alguns casos, o tratamento se restringe à perda de peso, já que a gordura em excesso na região do pescoço estreita ainda mais a laringe, provocando a doença.
Sedentarismo
Subir um lance de escadas e já ficar cansado é apenas um dos incômodos que a vida sedentária traz. É comum pessoas que não fazem nenhuma atividade física se sentirem fadigadas ao menor sinal de esforço.
Isso se deve à falta de condicionamento do sistema cardíaco, ou seja, o coração não bate saudável a ponto de mandar sangue para o corpo todo. Desse modo, explica o cardiologista João Vicente da Silveira, do Hospital São Luiz, por causa do acúmulo de ácido lático nos músculos, o sistema muscular acaba fraco.
Para resolver esse problema, não há outra solução: mexa-se! “O sedentário tem que se mexer, fazer caminhada, natação, hidroginástica”, aconselha João Vicente, que lembra que a falta de tempo ou dinheiro não é desculpa para ficar parado. Descer do ônibus a dois ou três pontos de seu destino, caminhar até a padaria ou o banco, trocar o elevador pela escada são dicas valiosas para quem ainda insiste em dar desculpas.
Anemia
A sensação de fadiga pode estar ligada a essa doença, que nada mais é do que a diminuição da hemoglobina, responsável pelo transporte de oxigênio e nutrientes pelo corpo.
“Quem tem anemia acaba transportando menos substâncias, o que não é aceito pelo organismo. O coração exige mais trabalho, levando ao fracasso dos músculos”, esclarece o nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da ABRAN (Associação Brasileira de Nutrologia). Com tratamento, a fadiga desaparece completamente.
Alergia ao glúten
Quem possui essa alergia alimentar, segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, sente-se sem energia para nada. Ele explica que isso acontece porque a glutenina, proteína formadora do glúten, provoca uma irritação no intestino, diminuindo a absorção de outras substâncias. Por isso, é importante detectar rapidamente a alergia ao glúten.
Consumo de café
Quem diria! A cafeína, conhecida por fornecer energia, pode ser o agente causador da fadiga inexplicável. Essa substância é termogênica, logo, obrigará teu organismo a gastar mais energia. No entanto, quando você não tem essa energia para gastar, tudo o que fica é o cansaço, a moleza… “Ela não dá energia, só estimula a gastar”, sintetiza o nutrólogo José Alves Lara Neto.
Desidratação
O consumo de água adequado é vital para o bom funcionamento do organismo. Assim, o corpo desidratado está disfuncional. “A água serve pra manter a temperatura do corpo. Se você não toma muita água, o seu organismo vai esquentar e cansar muito rápido”, conta o nutrólogo José Alves Lara Neto.
Para saber qual é a quantidade certa de água que você deve consumir diariamente, multiplique seu peso por 0,03. Seguindo esse cálculo, uma pessoa de 70 quilos deve tomar, aproximadamente, 2,1 litros de água por dia.
Cigarro
Mais um motivo para largar o cigarro: ele te cansa, e por vários motivos. O primeiro deles, segundo a pneumologista Maria Vera Cruz de Oliveira Castellano, do Hospital do Servidor Público Estadual é que quem fuma tem maior concentração de monóxido de carbono no sangue, que compete com o oxigênio para fazer ligação com a hemoglobina. Assim, o fumante tem menor concentração de oxigênio correndo pelo sangue, o que dá a sensação de fadiga.
Outro motivo é que, entre os componentes do cigarro, estão alguns que aceleram o catabolismo – conjunto de reações metabólicas que liberam energia no organismo -, levando à perda desnecessária dessa energia. Além disso, a nicotina diminui a quantidade de oxigênio que chega à periferia do organismo, piorando o cansaço.
“Por último, quem fuma tem perda maior de função pulmão por causa da ação dos componentes do cigarro no órgão. Eles levam à inflamação dos brônquios, que ficam mais obstruídos. Vários componentes oxidantes destroem as ligações entre os alvéolos, causando enfisema pulmonar”, completa a pneumologista, enfatizando que isso leva à fadiga. Se esse é o seu caso, não há saída além de apagar o cigarro.
Diabetes
Quando mal controlada, essa doença também causa fadiga. O diabetes, explica o endocrinologista César Hayashida, do Hospital Santa Cruz, causa desequilíbrio no metabolismo, desequilibrando também a parte do controle de líquidos do corpo.
“Existe a deficiência relativa ou absoluta de insulina, então o metabolismo de nutrição não é feito de maneira adequada. Assim, há perda de liquido e desidratação”, pormenoriza. Esse desarranjo é o grande responsável pela fadiga em portadores do distúrbio. Com o controle da doença, entretanto, a fadiga tende a melhorar consideravelmente.
Distúrbios da tireóide (hipotireodismo ou hipertireodismo)
Embora sejam dois distúrbios extremos, tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem causar fadiga, embora não da mesma forma. No caso do hipertireoidismo, o doente tem o metabolismo acelerado, o que faz com que seu corpo faça um esforço desnecessário. Assim, mesmo sem qualquer atividade física, seu coração baterá mais acelerado. Em dias quentes, ela sente cansaço equivalente ao da prática de atividade física.
Já no hipotireoidismo, acontece o contrário. “Como também há alteração no funcionamento do coração, a pessoa fica cansada sem fazer esforço”, conta o endocrinologista César Hayashida. É como se tudo ficasse mais lento, até mesmo o cérebro, dificultando a execução de tarefas.
Síndrome da fadiga crônica (SFC) ou fibromialgia
A síndrome da fadiga crônica (SFC) é um mal sem causa identificada, comumente associada à fibromialgia, onde o quadro de cansaço não melhora nem com o descanso. É complicado, até mesmo para especialistas, separar essa síndrome da fibromialgia, que é uma síndrome de amplificação dolorosa não inflamatória e crônica de difícil diagnóstico. Isso porque a fadiga aparece na grande maioria dos casos de fibromialgia, que também pode estar relacionada a dores e distúrbios do sono do paciente.
“A fibromialgia é uma doença que tem a fadiga como um dos sintomas principais. Ao mesmo tempo, na síndrome da fadiga crônica, o principal sintoma também é a fadiga. Então, pode acontecer do paciente ter as duas doenças”, conta Roberto Heymann, coordenador do ambulatório de fibromialgia da Unifesp.
A fadiga causada por esses distúrbios é arrebatadora. O doente já acorda de manhã muito cansado, o que piora durante o dia e, apesar de descansar, o cansaço não melhora. Se esse quadro persistir durante três meses, é importante procurar um reumatologista, que saberá diagnosticar. “A fibromialgia é um diagnostico de inclusão, ou seja, se o paciente preenche os critérios, ele tem. Na SFC, você tem que afastar outras doenças”, explica Heymann, que reitera que, ao contrário de doenças virais ou autoimunes, nenhum dos dois distúrbios causa fadiga muscular, mas sim a falta de energia.
Embora ainda não exista tratamento adequado para essas síndromes, ele tem sido feito com o uso de antidepressivos, derivados de anfetaminas (para melhorar o quadro de falta de energia) e até mesmo GH (hormônio do crescimento), além de atividades físicas e medidas para a melhoria da qualidade de sono do paciente.
Depressão
Para o depressivo, é ainda mais difícil conseguir forças para realizar qualquer atividade, até mesmo as mais corriqueiras. A extrema falta de energia e vontade é um dos principais sintomas da doença, que também incluem queda de concentração, alterações do apetite e sono e pensamentos negativos constantes.
Depressão é coisa séria e exige tratamento adequado, que envolve terapia e uso de medicação. “Em geral, a fadiga melhora com o uso de antidepressivos, principalmente os que aumentam a noradrenalina”.
Estresse
Nosso corpo tem um balanço de forças motivadoras e calmantes – os sistemas noradrenérgico e serotoninérgico. Enquanto o primeiro faz com que você tenha força e vontade, o segundo está ligado à calma. Toda vez que o indivíduo passa por situações de estresse, há um descompasso desse balanço. “Se há predomínio da serotonina em relação à noradrenalina, há a fadiga”, explica Sérgio Klepacz, psiquiatra do Hospital Samaritano. Se esse é o seu caso, está na hora de relaxar!
Doenças cardíacas
A fadiga é o primeiro sintoma que indica que algo não está bem com o seu coração. Quando ele está fraco ou dilatado, não bombeia o sangue com eficiência, causando a fadiga. Por isso, a fadiga é o primeiro sintoma de inúmeras doenças cardíacas: angina, infarto agudo do miocárdio, pós-infarto, artérias entupidas, pressão alta, insuficiência cardíaca, arritmia, doenças valvulares, fibrilação atrial, entre outras.
“O sangue chega muito devagar em todas as partes do organismo, inclusive no cérebro, o que favorece o aparecimento do Alzheimer”, alerta o cardiologista João Vicente da Silveira. Por isso, ele ressalta a importância do check-up, principalmente a partir dos 40 anos.

Casais na concorrência: como não arruinar a carreira (e a relação)

Trabalhar em cargos estratégicas em companhias rivais pode ser uma dor de cabeça para qualquer casal, mas é possível manter carreira e relacionamento em ordem


Casal
São Paulo – Não importa se existe amor e total coerência entre o casal. A relação a dois é aquele tipo de relacionamento complexo por definição. Agora, como manter o casamento ou o namoro em paz quando ambos trabalham em empresas que concorrem entre si no mercado?

Pior: como agir quando o casal atua em cargos estratégicos em companhias rivais? Quais os limites? Como lidar com questões sigilosas? Como manter o relacionamento em dia sem queimar a confiança e a reputação no trabalho?

“Não é fácil. Mas é um exercício diário que precisa ser trabalhado”, diz Rosanne Martins, especialista em Soluções em RH da De Bernt Entschev Human Capital. Veja como:
Coloque limites – e não os subestime
“A ética é o que vai fazer essa relação sobreviver”, afirma o consultor Eduardo Shinyashiki. Isso significa que, na prática, o casal terá que combinar entre si quais os princípios, valores e limites que norteiam o próprio relacionamento – com atenção especial ao tema trabalho.
Não é necessário, contudo, fazer da vida profissional um assunto intocável dentro do relacionamento ou, em outros termos, um tabu. “A rotina do trabalho, o clima da empresa, os resultados, estes pontos podem ser discutidos”, afirma o especialista. O problema, segundo ele, são os dados sigilosos e aquilo que afeta os concorrentes em questão.
Lembre-se: não é apenas a sua trajetória profissional ou o sucesso da empresa que estão em jogo quando informações confidenciais chegam aos ouvidos da concorrência. Mas também os esforços e a confiança que toda uma equipe depositou no seu trabalho.
E se alguma informação, sem querer, cair nos seus ouvidos: “A informação morre ali, como se você não soubesse de nada”

Saiba tudo sobre isquemia

Conheça os tipos de isquemia, saiba como se prevenir contra o problema e aprenda a identificar um AVC isquêmico

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A isquemia, ou acidente vascular cerebral isquêmico, é uma ocorrência perigosa que acontece quando uma obstrução em uma artéria bloqueia o fluxo de sangue que deveria irrigar uma área do cérebro. Como resultado disso, as células da área afetada morrem, causando diversas sequelas ou até mesmo a morte.
Após uma isquemia, a pessoa pode sofrer diversas complicações, como alterações comportamentais e cognitivas, dificuldades na fala, dificuldade para se alimentar, constipação intestinal, epilepsia vascular, depressão e outras implicações decorrentes da imobilidade e pelo acometimento muscular.

Alguns dos fatores de risco que contribuem para o seu aparecimento são: hipertensão arterial, a diabetes mellitus, as doenças cardíacas, a enxaqueca, o uso de anticoncepcionais hormonais, a ingestão de bebidas alcoólicas, o fumo, o sedentarismo e a obesidade.Um dos fatores determinantes para os tipos de consequências provocadas é o tempo decorrido entre o início da isquemia e o recebimento do tratamento necessário. Os danos são consideravelmente maiores quando o atendimento demora para ser iniciado.
Como estes fatores podem ser prevenidos ou tratados, 80% das isquemias poderiam ser evitadas.

Hábitos cotidianos para a prevenção da isquemia

  • Cuide da saúde cardiovascular, controle de pressão arterial, mantenha as taxas de colesterol e glicose em bons níveis;
  • Não fume;
  • Mantenha uma rotina ativa, faça exercícios físicos regularmente;
  • Alimente-se de maneira saudável, evite excesso de gordura, bebidas alcoólicas, açúca e sal.

Como identificar uma possível isquemia: os sintomas

  • Fraqueza nos membros: a súbita falta de força dos membros, que pode variar desde uma fraqueza muito suave até a paralisia total. Dormência, formigamento ou uma sensação de leves picadas de agulhas podem também estar presentes;
  • Assimetria facial: paralisia facial unilateral que preserva a metade superior da face. Há um desvio da boca na direção contrária ao lado paralisado;
  • Alterações da fala: afasia e a disartria.
  • A afasia ocorre quando há incapacidade do paciente em nomear objetos e coisas, repetir uma palavra dita ou, em alguns casos mais graves, escrever e compreender significados, perdendo a habilidade da linguagem globalmente.
    Na disartria o paciente perde a habilidade motora para mover os músculos da fala de modo a articular corretamente as palavras, às vezes tornando a comunicação incompreensível;
  • Confusão mental: perder a noção do tempo e espaço ou mesmo chegar a um nível de demência;
  • Alterações na marcha: dificuldade em andar ou manter-se em pé sem apoio por desequilíbrios, perda de força ou alterações na coordenação motora;
  • Crise convulsiva: abalos motores generalizados associados à perda da consciência.
Diante de uma suspeita de isquemia, por conta da presença de alguns dos sintomas, a pessoa deve ser levada imediatamente a um hospital. O médico pedirá uma tomografia ou uma ressonância magnética do cérebro para avaliar com exatidão a dimensão, a causa, o local e a gravidade da possível lesão.

Tipos de isquemia

  • Trombótica: entupimento por um coágulo formado numa artéria que irriga o cérebro devido à aterosclerose;
  • Por embolia: coágulo formado em outra parte do corpo e levado a uma artéria do cérebro pela circulação sanguínea;
  • Insuficiência circulatória: falha no coração, que deixa de bombear sangue suficiente ao cérebro.
Existem drogas capazes de evitar a morte ou as sequelas em quem é vitimado por uma isquemia. Estas desfazem os coágulos e reestabelecem prontamente a circulação, mas, para surtirem efeito, devem ser ingeridas no máximo três horas depois do início do ataque.

Tratamento após uma isquemia

Para que o paciente possa ter a recuperação de suas capacidades e uma melhora na qualidade de vida, ele deve ser analisado e tratado por uma equipe multidisciplinar de profissionais da saúde, como fisioterapeutas, médicos e psicólogos. A reabilitação deve começar no hospital e se prolongar conforme a necessidade de seu caso clínico.

Tudo sobre mioma

Os tumores benignos no útero são comuns entre mulheres em idade fértil, mas muitas nem desconfiam que tenham o problema por não notar nenhum sintoma

tudo sobre mioma Tudo sobre mioma
Os miomas, também conhecidos por fibromas, são tumores benignos que se desenvolvem no útero. Na maioria dos casos, são múltiplos e podem ter tamanhos variados: alguns podem medir menos de 1mm, outros podem ter até mais de 20cm de diâmetro.
Estes tumores não são cancerosos e não existe nada que comprove que o mioma se transforme em câncer ou aumente as chances do aparecimento de câncer do colo do útero ou de tumores malignos em outros órgãos.

Ainda não existem comprovações para as causas do aparecimento dos miomas, mas sabe-se que eles se originam de uma única célula, que começa a se multiplicar desordenadamente, formando o tumor.Os miomas uterinos são mais comuns em mulheres a partir dos 35 anos, mas qualquer mulher em idade fértil, dos 16 aos 55 anos pode ter.
Entretanto, existem fatores que predispõe o problema. Mulheres de raça negra, mulheres que ainda não tiveram filhos, com histórico familiar (mãe, avó, tia materna) de diagnóstico de mioma e obesas (com IMC acima de 30) são mais vulneráveis.

Sintomas do mioma

Quem tem mioma, não necessariamente, sente alguma coisa. Uma mulher de 20 anos pode ter mioma e não apresentar sintomas por muito tempo. Por isso, muita gente nem desconfia que tenha o tumor e na maioria das vezes eles é descoberto em exames de rotina.
Os sintomas dependem do número, tamanho, localização dos miomas e podem ser confundidos com outras doenças ou com alterações do ciclo menstrual. A mulher pode apresentar:
  • aumento repentino do período ou do fluxo menstrual;
  • cólicas menstruais intensas;
  • aumento do volume abdominal sem existir ganho de peso;
  • dor durante a relação sexual;
  • aumento na frequência de idas ao banheiro para urinar
  • prisão de ventre;
  • dores no baixo ventre, região lombar, flancos e pernas;
  • dificuldade para engravidar (mais de um ano tentando).
Ao notar algum dos sinais citados, o ideal é procurar o ginecologista para investigar as causas. Nem todo mioma uterino exige tratamento imediato, só quando desenvolve sintomas importantes, mas devem receber acompanhamento anual com consulta e exames.

Miomas e gravidez

Os miomas podem atrapalhar os planos de quem quer engravidar. Essa característica não se aplica a todos os tipos de mioma, mas alguns podem sim trazer complicações durante a gestação ou levar à infertilidade.
A dificuldade de engravidar pode ocorrer se o mioma causar alterações ou deformar o útero ou as trompas, impedindo a implantação do embrião. Se o tumor se desenvolver dentro da cavidade uterina ou na parede do útero, por exemplo, vai atrapalhar a fecundação.
Os miomas podem causar ainda uma gravidez ectópica, ou seja, uma gravidez fora do útero. Nesse tipo de gravidez as chances de um aborto são maiores, já que o feto geralmente não consegue se desenvolver. Outros problemas são o parto prematuro e sangramentos.

Tratamento do mioma

Cada caso deve ser avaliado individualmente pelo ginecologista, que irá determinar o tipo de tratamento mais indicado. Dependendo do tamanho e da localização do mioma, os tratamentos trazem bons resultados e podem ajudar quem pretende ter filhos.
tratamento do mioma mais comum é feito com medicamentos que inibem o hormônio feminino para controlar o crescimento do tumor. Nos casos em que o mioma aparece dentro da cavidade uterina ou tem grande volume, o mais indicado é se submeter a um procedimento cirúrgico para retirá-lo, mas já existem técnicas não invasivas ou minimamente invasivas para o tratamento.

Saiba mais sobre estomatite

A inflamação causa aftas doloridas na boca, língua e gengivas e pode ser evitada com boa alimentação e higiene

estomatite Saiba mais sobre estomatite

De repente você sente sua boca sensível com pequenas aftas pela língua, gengiva e ou por dentro da bochecha. É muito provável que você esteja com uma inflamação conhecida como estomatite. O médico especialista em gastroenterologia, Bruno Sander, explica que “a estomatite é uma inflamação do revestimento mucoso de qualquer uma das estruturas da cavidade oral (boca) e orofaringe, que pode envolver a região das bochechas, gengivas, língua, lábios, garganta, ou assoalho da boca.”
Os sintomas mais comuns são justamente o surgimento de diversas feridas na região da boca. Sander explica que existem três tipos delas: as úlceras herpetiformes, que são pequenas e duram de uma a duas semanas; as úlceras aftóides menores, que duram de 7 a 10 dias e as úlceras aftóides maiores, que são mais severas e duram de seis semanas até vários meses. Quando a doença se apresenta em crianças, elas podem ter também febre e irritabilidade.
O médico Clínico Geral, Renato Igino dos Santos, explica que existem diversas causas para a inflamação e elas podem ter origem viral (vírus Herpes simples HSV-1 ou Coxsakie) ou aparecerem por conta de algum problema como má higiene bucal ou deficiência de algumas vitaminas e minerais na dieta do paciente. O uso de cigarros e a ingestão bebidas alcoólicas também podem contribuir para o aparecimento da estomatite.

Santos explica que o tratamento da estomatite envolve o uso de substâncias como analgésicos, anti-inflamatórios, antissépticos bucais e antitérmicos, mas é muito importante observar a alimentação do paciente, já que o ato de comer fica certamente comprometido. “A hidratação deve ser um ponto observado por conta da dificuldade para a deglutição. Os alimentos podem ser pastosos para amenizar o trauma de engolir alimentos crocantes ou duros. É bom evitar alimentos ácidos como laranja, abacaxi, tomate, morango, kiwi e limão ou alimentos muito temperados”, explica.A estomatite também pode aparecer como um alerta quando, por exemplo, o indivíduo apresenta uma situação de baixa imunidade, neste caso, crianças e idosos devem ser observados. Próteses mal colocadas ou queimaduras causadas por alimentos ou bebidas também podem desencadear o processo inflamatório. Sander alerta para a busca de um diagnóstico preciso. “Por conta de a doença apresentar diversas causas, cada caso apresenta um quadro específico e o tratamento deve levar isso em consideração”, explica.
A doença geralmente é reincidente, ou seja, o mesmo paciente pode voltar a apresentar a inflamação. Em boa parte dos casos ela não é transmissível, porém quando sua origem é por conta dos vírus Herpes ou Coxsakie é preciso tomar cuidado com a transmissão da doença.
Para prevenir a estomatite é bom tomar nota das boas práticas de higiene, como lavar as mãos constantemente e prover uma boa higiene bocal. Evitar o cigarro e a ingestão do álcool e evitar traumas bucais, como mordidas, queimaduras e próteses mal adaptadas também podem servir como um bom escudo.

Saiba mais sobre a incontinência urinária

As mulheres representam 80% dos pacientes com o distúrbio

incontinencia urinaria Saiba mais sobre a incontinência urinária
Um problema constrangedor e que atinge em sua maioria as mulheres. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se que 18 milhões de pessoas sofram de incontinência urinária no Brasil. Cerca de 80% dos pacientes com o distúrbio são mulheres e o problema pode ser ainda mais grave, já que elas quase nunca buscam ajuda médica. Porém, na maioria dos casos, um tratamento adequado pode eliminar de vez a incontinência.
A fisioterapeuta da Acquaterapia (SP), Maitê Molica Ferrari, especializada em uroginecologia, explica que “a incontinência urinária é definida como qualquer perda involuntária de urina e o distúrbio é uma das disfunções do assoalho pélvico”. As mulheres costumam apresentar incontinência após o parto, depois de cirurgias na região pélvica ou se tiverem sofrido traumas no local. Infecções urinárias e o uso de alguns remédios também são algumas das causas do problema.

O tratamento para a incontinência é indicado pelo médico conforme a analise das causas do problema. Mas o diagnóstico do paciente é detalhado, baseada em exames físicos e testes, pois a partir dos resultados é que serão indicados os tratamentos necessários. Aqui podem ser inclusos o uso de remédios, a fisioterapia e, em casos mais graves, o paciente pode ser encaminhado para a cirurgia. “O importante é o paciente passar por avaliação clínica criteriosa, onde será conhecida a história e características principais da moléstia, e assim o profissional irá traçar os objetivos principais para sua reabilitação”, explica Maitê.A incontinência também pode ser aparecer em quem realiza atividades de esforço físico como os atletas. Porém, para algumas pessoas, pequenos esforços como tossir, espirrar, rir ou pegar peso podem desencadear a perda involuntária de urina. “Também existem os casos de incontinência por hiperatividade vesical, quando o indivíduo sente forte desejo de urinar, e não consegue manter-se continente até chegar ao banheiro”, explica Maitê.
A fisioterapeuta explica que em casos de incontinência leve e moderada o tratamento através da fisioterapia normalmente é suficiente para a cura. “O principal objetivo do tratamento é fortalecer a musculatura do assoalho pélvico. Muitas mulheres não sabem como contrair de forma eficiente esta região, então devemos, primeiramente, conscientizá-las a utilizar estes músculos”, conta.
A especialista ainda alerta que é possível prevenir o problema. “Na maioria dos casos, a incontinência urinária na mulher é causada apenas por fraqueza na musculatura do assoalho pélvico. Então o importante é manter esta musculatura forte e resistente, através de exercícios orientados. Assim como fazemos exercícios de fortalecimento para todo o corpo, também devemos cultivar esta região fortalecida”, finaliza a fisioterapeuta.

Saiba mais sobre a urticária infantil

Placas avermelhadas na pele e coceira intensa são sinais da doença

urticaria infantil Saiba mais sobre a urticária infantil

De repente surgem diversas manchas avermelhadas e em relevo na pele do seu filho e ele começa a se coçar. Em poucos segundos as manchas ficam maiores, chegando a juntar-se uma nas outras. É claro que numa situação dessas a mãe pode ficar desesperada e tenta entender o que acontece no corpo da criança. Mas mantenha a calma, pois seu filho pode estar apenas sofrendo uma crise aguda de urticária.
O pediatra, do Departamento de Alergia e Imunologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Wellington Borges, explica que “na maioria dos casos, a urticária aguda é desencadeada por alguma infecção viral ou pode ser causada por alergia a algum alimento ou medicamento.” O especialista alerta que a criança pode ainda apresentar febre e, em casos mais graves, angioedema, que é o inchaço dos lábios, pálpebras, orelhas, língua ou qualquer outra região do corpo.
Os sinais mais comuns que a criança com urticária aguda apresenta são justamente o surgimento de calombos ou placas avermelhadas e quentes pelo corpo todo e uma coceira intensa. As marcas não afetam as palmas das mãos e nem as plantas dos pés, costumam mudar de lugar e não duram mais que 24h no mesmo local. “As lesões típicas são como aquelas causadas por picadas de mosquito”, exemplifica o médico.

O diagnóstico da doença é muito importante porque em alguns casos ela pode ser desencadeada pelo contato do paciente com uma substância específica. “É comum a urticária aparecer em pessoas com alergia frutos do mar, por exemplo, ou medicamentos como penicilina e a aspirina”, explica o pediatra. Constatado esse diagnóstico, o paciente deve ser mantido bem longe do que causa a alergia.No caso do aparecimento destas manchas, indica-se levar a criança imediatamente ao pronto socorro. Não deve ser utilizado nenhum tipo de creme, pomada, álcool ou qualquer substância na pele do paciente, isso pode deixá-la ainda mais sensível e irritada. O tratamento para a urticária aguda é feito através do uso de medicamentos histamínicos (antialérgicos) e, nos casos mais graves, há a adição de corticóides, ambos por via oral.
Os casos simples, que envolvem um episódio, geralmente são tratados pelo pediatra. “Mas em casos recorrentes ou de longa duração, os pais devem procurar um alergista pediatra para diagnosticar melhor e orientar o tratamento”, finaliza Borges. O especialista salienta que a urticária aguda não é transmissível e é considerada uma patologia de prognóstico bom, sem riscos para o paciente. Os episódios geralmente tem curta duração e não deixam marcas no corpo.

Saiba como identificar e tratar asma nas crianças

A doença é crônica, mas com os cuidados adequados seu filho terá uma vida normal

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Os cuidados com a saúde das crianças são sempre importantes e em casos de suspeita de alguma doença, o quanto antes o diagnóstico e o tratamento, melhor. Com a chegada do frio e a mudança de temperaturas, muitas crianças logo começam a apresentar sintomas como tosse, chiado no peito (especialmente ao expirar) e falta de ar, o que pode caracterizar asma. Mas segundo o pediatra, membro do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Wellington Borges, cerca de 50% dos bebês pode apresentar pelo menos um episódio desses, sem jamais virem a se tornar asmáticos.
“Começamos a cogitar o diagnóstico de asma em crianças de mais de 2 anos e após o quarto episódio, principalmente se o pai ou a mãe tiverem histórico da doença. É bom lembrar que o diagnóstico é totalmente clínico e não existe nenhum exame laboratorial que o confirme”, explica o especialista. A asma é uma doença crônica caracterizada por um processo inflamatório das vias aéreas inferiores. Como não existe cura para o problema, a principal forma de lidar com ele é promover um tratamento adequado para o paciente.

O segundo tratamento alivia os sintomas com o uso de substâncias broncodilatadoras para abrir os brônquios e minimizar a crise. “Esses medicamentos tem efeito rápido, porém logo perdem seu efeito e os brônquios voltam a se fechar. Por isso é muito importante fazer um tratamento aliado aos medicamentos preventivos”, explica Brandenburg.O tratamento para asma é feito de duas formas: o preventivo, que busca controlar a inflamação nos pulmões e utiliza corticoides inalados e spray, também conhecidos como bombinhas. “O uso destes artifícios diminui a sensibilidade do paciente e por consequência evita as crises”, explica o pediatra vice-presidente do Comitê de Pneumologia da Sociedade de Pediatria do Rio Grande do Sul (SPRS), Diego Djones Brandenburg.
Os cuidados com uma criança asmática devem incluir orientações gerais como lavar as mãos com frequência e evitar poeiras, materiais tóxicos, tinturas, solventes e produtos de limpeza. O contato com ácaros, mofo e pelos de animais deve ser reduzido. Além de tratar a doença de forma adequada, a família deve estimular a criança a realizar atividades ao ar livre.

A exposição de um asmático à fumaça de cigarro também pode ser um grande perigo. “O cigarro, além de poder desencadear uma crise, é capaz de bloquear os efeitos da medicação, agravando o caso”, enfatiza Brandenburg. Mas atenção, não somente a exposição à fumaça que pode causar problemas, as roupas dos tabagistas ficam impregnadas do cigarro e também devem ser evitadas.“É fundamental evitar aglomerados humanos em ambientes fechados, como shopping, aeroporto ou cinema, pois as infecções respiratórias virais são as principais desencadeadoras de crises agudas de asma e, em ambientes fechados, é mais fácil à propagação dessas doenças infectocontagiosas”, explica Borges.
Por fim o pediatra Brandenburg enfatiza que a doença não tem cura, mas pode ser controlada e o asmático terá uma vida normal. “A asma, assim como a diabetes e a pressão alta, se tratada de forma adequada, possibilita que a pessoa deixe de sentir os sintomas, o que chamamos de paciente em remissão. Mas nunca falamos em cura, porque sem o tratamento os sintomas irão reaparecer”, finaliza o médico.

Como identificar que seu filho tem problema de visão

Teste do olhinho é feito pelo pediatra nos recém nascidos e identifica se a criança tem problema de visão

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Os cuidados com a criança já começam no pré-natal. É nesse momento que o ginecologista acompanha mensalmente a evolução e o desenvolvimento do seu filho ao longo da gestação. Quando o pequeno nasce, são feitos exames preventivos contra várias doenças. Um deles é o chamado reflexo vermelho, conhecido como teste do olhinho. Você sabe o que é?
Segundo a oftalmologista Flávia Luz, trata-se de um exame realizado pelo pediatra onde uma fonte de luz é emitida nos olhos do bebê. “Este reflexo da luz ajuda o profissional a analisar se a criança apresenta algum problema na visão. Quando o bebê fica com os olhinhos vermelhos, não há anormalidade. Caso o médico identifique a cor branca nos olhos, pode ser que haja alguma alteração e por isso, é preciso levá-lo ao oftalmologista para ele avaliar”, explica.

Recém-nascido 
Outra maneira de identificar também é nas fotos em família. Caso a criança apareça na fotografia com os olhos vermelhos, não há sinais de anormalidade. Porém, se houver um branqueamento, é preciso consultar o médico. “São cuidados básicos que são facilmente observados pelos pais”, comenta Flávia.
A oftalmologista explica que a visão dos bebês vai se desenvolvendo com o tempo. “Logo nos primeiros meses é comum que a criança não tenha um olhar fixo, e dê a impressão até de um olhar perdido. É normal também que o recém nascido olhe em direção ao ambiente com maior iluminação”, diz.
Mas caso não haja uma fixação no olhar com o passar do tempo, o ideal é pedir a opinião do oftalmologista. “A criança vai reconhecendo pessoas e objetos com o passar do tempo. Nos primeiros meses, ela começa a brincar com os pezinhos, com as mãozinhas e até com os objetos. Caso os pais percebam que ela ainda continua com o olhar não fixo, é preciso levá-la a consulta médica para analisar”, sugere Flávia.

Na escolinha

Ao longo dos anos, o sistema visual da criança vai se desenvolvendo dia após dia, até que quando ela completa quatro anos, está com a visão igual a de um adulto.
É possível que os pais percebam sintomas que identifiquem que seu filho apresenta algum problema de visão. “É preciso ficar atento às crianças que são muito agitadas e que não conseguem parar para pintar os desenhos, por exemplo. A dificuldade de concentração pode significar que seu filho precisa usar óculos, por exemplo. Mas isso, só será decidido com a análise do profissional”, afirma.

Como identificar que você está com intoxicação alimentar?

Fique atenta pois alguns sintomas podem ser confundidos com outros tipos de infecções

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Dor, cansaço e náuseas. Normalmente são esses alguns dos sintomas que aparecem logo após uma alimentação irregular, abuso de certos condimentos ou então, excesso de comida durante as refeições.
Mas o fato é que esses sintomas podem se confundir, fazendo com que as consequências de uma alimentação desregrada se assemelhem com outros problemas, como a indigestão ou alergia a certos alimentos. Mas como identificar que o que você tem é realmente intoxicação alimentar?
Caso você esteja com dores abdominais, enjoo constante, vômitos e desidratação, pode ser que você esteja com intoxicação. Em alguns casos, pode haver até febre. Por isso, o mais recomendado é procurar o pronto socorro para que o médico faça o diagnóstico.

A intoxicação alimentar acontece quando há o consumo de alimentos contaminados pelas bactérias “Salmonella”, “Shigella”, “E.coli”, “Staphilococus”, “Clostridium”.Especialistas alertam que é importante nunca o paciente se autodiagnosticar. Esse é um dos erros mais graves cometidos por várias pessoas. Segundo eles, a ingestão de medicamentos errados pode complicar e muito, o quadro clínico do paciente.

Como se prevenir

Embora os alimentos contaminados tenham aparência saudável, é preciso redobrar ainda mais os cuidados quando se é comum ter refeições fora de casa. Evitar comer alimentos feitos em barraquinhas nas ruas ou em restaurantes que não tenham uma higienização correta é fundamental, já que esses alimentos podem estar com as bactérias.
Lavar as mãos antes de pegar em algum alimento, ao chegar da rua ou segurar em objetos ou em transportes públicos é fundamental, já que ao longo do dia, é comum passar inúmeros micro-organismos em todo o corpo.
Embalar com cuidado os alimentos que você guarda na geladeira também é importante. Não deixe que o papel laminado ou o papel filme que você usar para cobrir a refeição fique com algum tipo de abertura.
Prestar atenção em simples detalhes é recomendado. Não consuma de maneira nenhuma alimentos crus, seja carne ou ovos. Beba sempre leite pasteurizado ou fervido.
Quando for fazer a compra do mês, observe a validade dos produtos e compre apenas os que estiverem em geladeiras e devidamente lacrados. Latinhas de ervilha ou milho, por exemplo, não devem estar amassadas ou estufadas.

Tratamento

Assim como qualquer doença, é preciso que o diagnóstico seja feito pelo profissional habilitado. Mas é importante que o paciente ingira bastante líquido e faça repouso.
Caso houver desidratação, o especialista prescreverá também medicamentos orais ou intravenosos para o controle de vômitos e náuseas.

Proteja-se da intoxicação alimentar

Fique atenta aos alimentos que você consome na rua e não descuide do armazenamento da comida em casa






intoxicacao alimentar 1 Proteja se da intoxicação alimentar
intoxicação alimentar é mais comum do que se imagina. Ingerir algum alimento estragado pode provocar sintomas desagradáveis como diarréia, vômitos, dores abdominais, febre, entre outros desconfortos.
Geralmente, os sintomas aparecem até 12 horas após a ingestão do alimento contaminado. E o perigo nem sempre é visível, um alimento contaminado por bactérias nem sempre tem aparência, cheiro e gosto que denunciem seu estado.

No entanto, fazer refeições com comida caseira parece ser privilégio de poucos hoje em dia. A rotina diária força muitas pessoas a um cardápio recheado de opções como sanduíche natural, churrasquinho, cachorro quente, pastel, enfim, alimentos encontrados facilmente nas lanchonetes, bares, barracas, quiosques, feiras e até mesmo nas ruas.Para ficar longe do problema, o mais indicado é sempre consumir alimentos preparados em casa e aqueles que você sabe que foram manipulados com total higiene.
Como nem sempre é possível saber como os alimentos foram preparados e se os ingredientes estavam armazenados da maneira correta, é fundamental estar sempre de olho em tudo o que você come e tomar alguns cuidados para evitar a intoxicação alimentar.

Na rua

Se precisar comer fora de casa, escolha sempre locais de confiança. Procure observar sempre as condições de higiene do ambiente e também do vendedor. A lata de lixo do local deve permanecer sempre fechada. Verifique se as roupas do vendedor estão limpas, se as unhas estão bem cortadas, se o vendedor manuseia os alimentos e recebe o dinheiro ao mesmo tempo, sem lavar as mãos.
Em locais sem água corrente, os pratos, copos e talheres devem ser descartáveis e o gelo utilizado no preparo dos alimentos deve ser fabricado com água potável. Analise também o cheiro, cor, aroma e sabor da comida ou bebida que está sendo vendida.
Se desconfiar de algum desses aspectos, é preferível procurar outro lugar para comer. Um alimento campeão quando o assunto é  intoxicação alimentar, é a maionese. Portanto, evite o consumo de molhos, condimentos, maionese caseira e alimentos crus.

Em casa

Os alimentos de origem animal são os que mais necessitam de atenção na hora de preparar e consumir. Evite come ovos com a gema crua, carnes vermelhas, de frango e peixe mal passadas. Alimentos que são consumidos crus, como as frutas e verduras, devem ser bem lavados em água corrente e armazenados na geladeira.
Quando for ao supermercado, confira atentamente as embalagens dos produtos. Verifique o prazo de validade, data de fabricação, tempo de conservação e o carimbo da inspeção sanitária. Mesmo dentro do prazo de validade, os alimentos depois de abertos necessitam de cuidados para que não estraguem. Confira dois vídeos sobre o assunto e aprenda como proteger sua família de problemas causados por alimentos estragados.

Sentir sono no trabalho pode não ser apenas cansaço

As altas concentrações de CO2 no ar podem ser a causa do excesso de sonolência

sentir sono no trabalho pode nao ser apenas cansaco Sentir sono no trabalho pode não ser apenas cansaço

Todo mundo já passou por essa situação: você está no trabalho e, de repente, manter os olhos abertos e a concentração funcionando parecem ser tarefas impossíveis. Algumas pessoas têm mais dificuldade que as outras em se manterem acordadas durante o horário de trabalho ou estudo, e há diversos fatores que levam a essa dificuldade.
A maneira como trabalha o relógio biológico de cada indivíduo influencia nesse ponto, já que algumas pessoas se sentem mais dispostas no período da noite enquanto, durante o dia, dormir parece ser a atitude mais adequada (ou, ao menos, a atitude pedida pelo organismo).

No entanto, se você dorme bem durante à noite, pratica atividades físicas regularmente, se alimenta de maneira saudável e, ainda assim, o sono ataca no meio do expediente ou da aula, a causa pode não ser um comportamento seu, mas o ar do ambiente em que você se encontra.Também é importante prestar atenção ao tipo de alimentação que se tem, principalmente pela manhã e no horário de almoço. Alimentos pesados ou gordurosos exigem um grande esforço do organismo para serem digeridos. Por isso, ingerir esses alimentos ajuda a aumentar a sensação de sono, principalmente após as refeições.
De acordo com um estudo realizado pela State University of New York, em parceria com a University of California, e publicado pelo Daily Mail, a grande quantidade de dióxido de carbono encontrada no ar dos ambientes de trabalho e salas de aula pode ser a responsável pela sensação de sono excessivo. Isso porque essa substância afeta nossa capacidade de concentração e até mesmo de tomar decisões com clareza.
A pesquisa contou com a participação de 24 voluntários, que foram orientados a realizar algumas tarefas simples envolvendo concentração. Elas deveriam ser realizadas em três ambientes diferentes. Um deles possuía uma concentração de CO2 de 600 partes por milhão (ppm), na segunda essa taxa era de 1000 ppm e, na terceira, atingia as 2500 ppm. Os resultados foram claros: nas salas com maior concentração de CO2 os voluntários tinham maior dificuldade para realizar as atividades propostas sem bocejar.

Segundo a pesquisa, em um ambiente externo a concentração de dióxido de carbono é de cerca de 380 ppm, enquanto em ambientes de trabalho ela chega a ser de 1000 ppm. Nas salas de aula o problema é ainda mais sério e as taxas de CO2 podem chegar a 3000 ppm.Esse é um problema bastante difícil de ser resolvido, uma vez que a principal fonte de dióxido de carbono é a respiração humana. Portanto, em lugares em que muitas pessoas convivem, é natural que haja uma grande concentração de CO2. Em geral, essa concentração pode chegar a ser de duas a oito vezes mais alta em ambientes fechados que em espaços abertos.
Para resolver a questão, é importante entender que a quantidade e a qualidade da ventilação estão diretamente relacionadas a esses números. Em ambientes bem arejados, com circulação de ar, a concentração de dióxido de carbono diminui e, com isso, a sensação de sonolência tende a diminuir. Acontece que, quando bocejamos, nosso corpo está tentando reequilibrar a relação entre oxigênio e CO2 no sangue. Portanto, janelas abertas ou um condicionador de ar com filtros limpos podem ser a solução.

Exercícios para pernas e glúteos

4 exercícios para fazer em casa e conquistar pernas e bumbum de dar inveja

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Antes de qualquer coisa, você precisa se conscientizar de que não é num piscar de olhos que conseguimos ter aquelas pernas e bumbum durinhos. É preciso muita determinação e força de vontade. Após estar ciente disso, vamos para os exercícios.
A seguir, uma série de exercícios para pernas e glúteos que devem ser feitos por pelo menos duas vezes na semana. Conforme os exercícios vão se tornando mais fáceis, intensifique diminuindo os intervalos entre as séries e exercícios.


O primeiro exercício será o de dar “um passo à frente”, de maneira que o joelho forme um ângulo de 90° em relação à perna. O detalhe de não permitir que o joelho ultrapasse a linha das pontas dos pés deve ser seguido nesse exercício.
Exercício 1

Retorne à posição inicial e faça o mesmo movimento com a outra perna. O joelho da perna de trás deve ser levemente flexionado e direcionado para o chão. Pratique de 2 a 3 séries de 16 a 24 repetições (no total). Intervalos entre 45 segundos a 1 minuto entre séries.

Exercício 2

Em pé, com os pés paralelos posicionados na mesma largura dos ombros, Flexione os joelhos, como se fosse sentar, até um ângulo aproximado de 90°. Esse movimento deve ser executado de forma que os joelhos não ultrapassem a linha das pontas dos pés. Os músculos mais trabalhados nesse exercício são o quadríceps e os glúteos. Realizar de 2 a 3 séries de 12 a 20 repetições. Intervalos entre 45 segundos a 1 minuto entre séries.

Exercício 3

Semelhante ao exercício anterior, mas com o passo sendo efetuado no sentido lateral. Não permitir a projeção do joelho para uma linha imaginária à frente dos pés. Retorne à posição inicial e faça o exercício com a outra perna. Trabalha o quadríceps, adutores e glúteos. Realizar de 2 a 3 séries de 16 a 24 repetições (no total). Intervalos entre 45 segundos a 1 minuto entre séries.

Exercício 4

Posicionando-se á frente de um obstáculo, como um degrau de escada, por exemplo, coloque um dos pés totalmente apoiado sobre o mesmo, deixando o joelho num ângulo entre 90° e 100°. Realizar o movimento de subida no obstáculo, levando o joelho contrário para cima, na altura do quadril. Retorne devagar à posição inicial e suba novamente. Realizar 2 a 3 séries de 12 a 20 repetições em cada perna, com intervalos entre 45 segundos a 1 minuto.

Maquiagem para pernas

A novidade é um truque para ter pernas bonitas e lisinhas em instantes

maquiagem para pernas Maquiagem para pernas
Algumas mulheres não se sentem à vontade em usar roupas que deixam as pernas em evidência, tudo por conta de manchas e imperfeições.
Pensando em solucionar o problema, as empresas de cosméticos lançaram um produto que deve entrar para a lista de truques femininos muito úteis.

Para escolher a maquiagem para pernas, vale a mesma regra da base para o rosto. É preciso escolher uma cor que seja parecida com a tonalidade natural da pele.
A maquiagem para pernas tem o mesmo efeito da maquiagem para o rosto, que cobre os indesejáveis defeitinhos da pele. Funciona como uma meia fina instantânea, que deixa as pernas com um aspecto natural, macio e sedoso.
Como a aplicação é feita por meio de spray, a maquiagem para pernas promete não manchar as roupas e não sair na água.
Para usar a meia fina em spray, basta espirrar um pouco de produto sobre as pernas e espalhar com as mãos. A secagem é rápida a remoção deve ser feita com água e sabonete.
Além de ser um ótimo truque para ter per nas bonitas em instantes, o produto também cuida da pele. A fórmula da maquiagem para pernas é enriquecida com vitamina E, A e Oliva.

Pernas bonitas para o verão

Dicas para deixar as pernas mais bonitas e bem cuidadas

pernas bonitas verao3 Pernas bonitas para o verão
O verão é uma estação onde podemos usar e abusar de saias, vestidos e bermudas. Mas para isso, é preciso estar com as pernas bem cuidadas. O segredo para ter pernas bonitas começa com atenção a alguns problemas.
Os fatores que contribuem com o aparecimento de varizes e vasinhos são o tabaco, a obesidade, ficar muito tempo em pé ou sentada, sedentarismo e má alimentação. Para ter pernas lisinhas e macias e ainda ativar a circulação, é importante fazer esfoliação e hidratação regularmente.

Existem alguns alimentos que ajudam a combater a
 flacidez das pernas e melhorar a elasticidade da pele. São as frutas oleaginosas como, nozes, castanhas e amêndoas, as frutas vermelhas como framboesa, morango e amora.Ter uma boa alimentação também é fundamental para ficar bonita e saudável.
Alguns vegetais como o brócolis, a couve e as proteínas presentes nas carnes vermelhas, nas carnes brancas, na clara de ovo e nos peixes ricos em omega três como atum, sardinha e salmão são muito importantes.
Hábitos simples do dia-a-dia, como trocar o elevador pela escada, fazer uma caminhada de 10 minutos e andar de bicicleta, também ajudam a fortalecer as pernas. Os vasos e varizes causam desconforto para qualquer mulher, as pernas ficam cansadas, inchadas e doendo. Se não forem tratadas logo, podem causar sérios problemas de saúde como flebite e trombose.
O que pode agravar este problema é o uso de anticoncepcional ou reposição hormonal, ficar muito tempo em pé ou sentada ou usar salto muito alto. Para amenizar o incômodo, com auxílio de almofadas, deite com a barriga e pés para cima e coloque as pernas de um modo que fiquem mais altas que o coração, isso ajuda na circulação.
Tratamentos estéticos como escleroterapia e laser ajudam a diminuir os vasos e varizes. A escleriterapia é feita com aplicações de substâncias que secam os pequenos vasos, enquanto o laser destrói os vasos com o calor, sem causar danos. Esses tratamentos podem causar um pouco de dor, mas valem a pena, pois os resultados são positivos e bastante visíveis.
As celulites e estrias são o que mais incomodam nas mulheres, mas já existem tratamentos estéticos que deixam as pernas firmes e ajudam a drenar o líquido retido no corpo, evitando a flacidez, dando firmeza e elasticidade na pele. A musculação se realizada com a ajuda de um profissional, também é muito procurada para deixar as pernas mais definidas.

Outras dicas para ter pernas bonitas

  • Deixar cair água fria sobre o tornozelo e a panturrilha após o banho quente também favorece na circulação.
  • depilação definitiva é um ótimo tratamento para quem quer se livrar de uma vez dos pelos indesejáveis nas pernas. Garante conforto e praticidade para a mulher que quer se sentir bem a todo momento.
  • A sauna facilita na renovação da pele, abre os poros, ajudando na remoção de pelos encravados e facilitando a hidratação.
  • A drenagem linfática ajuda a diminuir o inchaço nas pernas em dias muito quentes.
  • Aplicar protetor solar nas penas sempre que forem expostas ao sol em excesso evita que a pele fique opaca e com descamação.

Dicas de moda para grávidas

Confira algumas sugestões de como se vestir bem e de maneira confortável durante a gestação

dicas de moda para gravidas Dicas de moda para grávidas
O período de gravidez é uma época única na vida da mulher. O corpo se transforma, toma novas formas e curvas. Por isso, é importante saber valorizar seu corpo durante esse período e não deixar de se cuidar e se arrumar mesmo com o barrigão. Existem algumas maneiras de valorizar seu corpo durante a gestação, é só seguir algumas dicas de moda para grávidas e fazer as escolhas certas.
As grávidas podem sim usar estampas, desde que sejam pequenas e delicadas para não aumentar a silhueta. Quanto às cores, o preto é bastante indicado, mas se preferir, use outras cores escuras como o azul marinho e o marrom, pois essas dão a impressão de que seu corpo está menor. As cores mais vibrantes devem ser usadas como um detalhe no look para dar mais vida às peças em cores escuras ou sem estampa.

Transparências dão um toque de sensualidade e charme quando usadas na sobreposição de peças. Por exemplo, você pode usar uma blusa de alça fina mais justa por baixo e uma blusa mais larga com transparência por cima.
Os looks monocromáticos, ou seja, compostos com todas as peças na mesma cor alongam a silhueta da gestante. Se for usar roupas com listras, prefira as listras na vertical para alongar seu corpo.
Na hora de escolher os tecidos, procure peças com tecidos leves e confortáveis para que você se sinta bem com a roupa que estiver usando. Outra dica de moda pra gestantes é tentar não usar roupas muito maiores que seu tamanho, mas sim roupas feitas especialmente para grávidas. Afinal, gravidez nem sempre é sinal de ganho de peso excessivo e por isso não precisará necessariamente de roupas GG.
Use preferencialmente vestidos de malha com fechamento cachecoeur, pois a linha transversal disfarça a barriga e cria um look mais leve. Blusas com este tipo de fechamento também valorizam a silhueta da grávida.
Fique à vontade para usar batas em tecidos leves, malhas, camisas sem manga e tops durante os nove meses. Uma sugestão de look para grávidas é usar legging em cor escura e camisa ou bata em uma cor mais clara ou estampada, fica um charme.
Além disso, prefira calças e saias de cintura alta ou com elástico. As de elástico devem ficar abaixo da barriga. É importante que as saias e calças não sejam apertadas para não incomodar você e não prejudicar o bebê.
Leve em consideração as dicas e a mudança do seu corpo, mas também tenha consciência de que não precisa mudar todo seu estilo de se vestir por causa da barriga que você não tinha antes. Adapte seu visual, mas mantenha o toque da sua personalidade e do seu gosto na hora de se vestir.

Relacionamento

O amor pode acontecer de novo para você

Recomeçar é possível, mas para isso, é necessário deixar o passado para trás

o amor pode acontecer de novo para voce O amor pode acontecer de novo para você
Foto: Thinkstock
Já falamos sobre como os términos são doloridos e que leva algum tempo para que a dor passe e a ferida cicatrize. Nos sentimos péssimos e é praticamente impossível imaginar um novo começo. São fases e precisamos passar por elas.
Conforme aquela nuvenzinha preta vai se afastando conseguimos imaginar um futuro, um recomeço e quem sabe um novo amor.
Uma vez ouvi de uma pessoa que só amamos uma vez, achei interessante seu ponto de vista, um pouco piegas para os dias atuais. O nível de intensidade que vivenciamos o primeiro amor é indiscutível, principalmente porque criamos expectativas em algo nunca experimentado. Normalmente ele surge na adolescência onde não existe medo e acredita-se na imortalidade.

É bastante comum ouvir das pessoas o quanto elas ficaram “endurecidas” pelas decepções amorosas e o quanto isso dificulta o início de um novo relacionamento.
Costumo dizer no consultório que o amor tem a capacidade de ser reciclado quantas vezes forem necessárias. Mesmo com uma pessoa nova, com hábitos diferentes, a essência do amor estará ali e isso não muda, por isso que comparações na fase inicial de um relacionamento não são saudáveis.
Meu papel enquanto psicóloga não é “florear” uma situação, mas mostrar os fatos, e neste caso infelizmente não temos como prever o futuro e muito menos se iremos sofrer novamente.
É evidente que podemos reduzir os riscos de que isso aconteça principalmente se diminuirmos nossa ansiedade de iniciar um novo relacionamento sem olhar para o outro, isto é, projetamos nossas expectativas e sonhos e nem questionamos se a outra pessoa quer o mesmo. Quantas vezes ouvimos (e pensamos) a frase “depois eu mudo o jeito dele” ou “ele não quer casar porque ainda não se apaixonou por mim”. Às vezes queremos tanto “tampar um buraco” que nem nos damos conta de como estamos fazendo isso.
Recomeços devem acontecer não para aliviar uma dor pré-existente, mas para dar continuidade a vida e aos sonhos em conjunto.
Então, se não temos garantias de nada, porque tentar novamente?
Primeiro precisamos relembrar que ninguém precisa de ninguém para ser feliz e a opção de ter um relacionamento deve ser baseada nos sonhos e objetivos de cada um, como, por exemplo, construir uma família ou como dizia minha avó “precisamos ter alguém para andar de mãos dadas”.
O mais importante é que nenhum sonho deve ser colocado dentro da gaveta e esquecido por mais difícil ou dolorido que pareça. Não podemos esquecer de que somos capazes de recomeçar quantas vezes forem necessárias e isso não tem preço.

Como abrir seu coração para um novo amor

Deixar de lado os medos e inseguranças nem sempre é tarefa fácil, mas sempre vale a pena

como abrir seu coracao para um novo amor Como abrir seu coração para um novo amor

Iniciar um relacionamento é uma decisão séria e precisa ser tomada com determinação e confiança no passo a ser dado. Isso porque uma relação amorosa sempre envolve diversos fatores que modificam consideravelmente a vida pessoal, principalmente para aquelas pessoas que estão acostumadas à solterice.
O amor, no entanto, não costuma esperar autorização para se instalar nos seres humanos. Mas e quando alguém não consegue se permitir experimentar as maravilhas que esse sentimento pode proporcionar? O que fazer para afastar os medos e as inseguranças, e deixar que seu coração se envolva com outra pessoa?


Embora as eventuais marcas de um relacionamento frustrado
 possam ser profundas e difíceis de superar, cada relacionamento é um e não se pode tomar uma experiência negativa como o padrão das relações amorosas. Por mais difícil que possa parecer, evite comparar seu parceiro em potencial a um outro, do passado.Esqueça experiências passadas

As experiências ruins pelas quais você já passou devem servir para seu crescimento pessoal e para que, no futuro, seus relacionamentos possam ser mais maduros, mas não devem influenciar na bagagem que você carrega para suas próximas relações. O ideal é entender que os problemas passados não irão, necessariamente, voltar a acontecer no futuro. Deixar o medo de lado é fundamental para se cultivar um novo amor.

Analise as afinidades

Ao escolher um companheiro, tente analisar os pontos em comum entre vocês. Embora as diferenças enriqueçam o relacionamento, será muito difícil mantê-lo se não houver afinidade em nenhum setor. Os objetivos de vida de vocês dois, principalmente, podem te ajudar a perceber se a relação poderá se sustentar a longo prazo.
O fato de vocês gostarem do mesmo tipo de música ou de filme, o interesse de ambos por um assunto específico ou o simples fato de haver amigos em comum já são pontos de congruência que colaboram para a união do casal. Se você perceber que o cara que está paquerando tem os mesmos gostos que você, pode investir no amor, pois as chances de que vocês fiquem juntos são grandes.

Permita-se conviver com algo além de sua carreira

Muitas mulheres, principalmente na atualidade, estão mais focadas em seu sucesso profissional que nas possibilidades oferecidas pelos encontros amorosos. Essa escolha, no entanto, pode ser injusta com você mesma. Alcançar bons resultados na sua carreira é importante, mas pode não suprir todas as necessidades – principalmente emocionais – de uma pessoa.

Busque por um companheiro 
A convivência com alguém especial ajuda a manter o equilíbrio psicológico e mantém uma válvula de escape aberta para aliviar o estresse das longas horas de trabalho. Não que seu namorado deva ser seu psicólogo, mas o simples fato de passar alguns instantes dedicando-se a outra coisa que não a carreira já é o bastante para diminuir o estresse.
Saber estar sozinha é importante para o processo de autoconhecimento. O ser humano precisa de momentos em que se preocupe apenas com a satisfação dos próprios desejos e confortos, mas estar sempre sozinha pode ser aborrecido. Que tal ganhar um amigo para os momentos de solidão, de quebra, ter um companheiro para dividir alegrias e planos para o futuro?
Amar é importante e necessário para sua saúde emocional. Permita-se gostar de alguém de verdade e ganhe, além de companhia, uma vida mais equilibrada.

Como usar a música para entrar no clima com o seu amor

Escolher a trilha correta é uma forma diferente de dar o tom da noite

como usar a musica para entrar no clima com o seu amor Como usar a música para entrar no clima com o seu amor

A musica pode ser pano de fundo para as mais diversas situações da vida. Um jantar, um encontro, a formatura, enfim: quase tudo na vida tem uma trilha sonora. Ela também ajuda a manter a saúde mental e emocional, equilibrando nossas energias e nos deixando novinhas em folha. Basta pensar nas inúmeras vezes que você recorreu a canções conhecidas para ficar mais calma.
Se a música traz todos esses benefícios para o ser humano, por que não apostar nela para dar o tom daquela noite especial com o seu amor? Atenção, aí vão algumas dicas para usar o som a seu favor e não errar na hora de entrar no clima.


Não opte por músicas ou ritmos que te toquem muito profundamente. O objetivo não é te deixar emotiva ou melosa demais, mas preparar você e seu parceiro para outro tipo de fortes emoções. Tudo depende do clima que você deseja criar. Se quer um ar romântico para esse encontro, as músicas escolhidas precisam estar de acordo com a ideia: tente baladas com uma pegada mais sexy; se quer mais ação e menos romantismo, rocks melódicos podem ajudar e daí por diante.
Saiba escolher sua trilha sonora

Saiba escolher, também, de modo a não desagradar o rapaz. Para isso, tenha o cuidado de pesquisar os gostos musicais dele, porque cada pessoa se sente à vontade com um tipo de música diferente. Não adianta você adorar a trilha escolhida se seu parceiro não te acompanhar no gosto.

Fique de olho no volume do som

Vocês precisam, no mínimo, ouvir um ao outro, então não deixe o volume do som alto demais. Baixo demais, por sua vez, pode não ter o efeito desejado. Faça testes no ambiente antes do gato chegar, assim você poderá chegar à altura correta para obter uma trilha sonora perfeita.

Separe mais de uma música

Você provavelmente tem uma canção preferida. Se não tem, no mínimo tem alguma que considere sexy. Tudo bem, é compreensível. O que não pode acontecer é colocar apenas essa música para tocar, porque ela vai acabar e o clima será cortado pela metade.
Separe, portanto, várias faixas, formando uma sequência. Assim você não vai ficar preocupada com o final da música – e do encanto.


Importante: sua sequência precisa seguir uma lógica. Em outros termos, ela precisa ser coerente. Não adianta colocar um rock seguido de uma música de axé, porque não vai colar. É mais provável que o gato comece a rir dessa disparidade. Ser eclética é bacana mas, nesse momento, tenha em mente que manter o clima inicial é fundamental para que a sequência funcione da maneira desejada.
Siga uma lógica

Use o “repeat”

Por fim, se já tiver queimado muitos neurônios e, ainda assim, não conseguir se lembrar de mais que umas poucas músicas, não hesite em colocar a seleção para ser repetida. Desde que ela seja razoavelmente longa, ouvi-la repetidamente não será tarefa enjoativa. Além disso, repetir a sequência garante que você terá o mesmo clima mantido do começo ao fim da noite.

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